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ESTUPRO E CULTURA


Muito se fala em Cultura do Estupro, que De acordo com  Nadine Gasman, é uma “cultura machista muito forte, uma cultura sexista muito forte". No conceito da  representante da ONU para Mulheres no Brasil, "o estupro é aceito pelos homens e não reconhecido por muitos como uma violação extrema dos direitos da mulher” BBC.

Mas há um fator determinante à Cultura do Estupro que é a própria cultura país.

A cultura do povo brasileiro na área sexual é muito banalizada. As músicas, filmes, os relacionamentos, a moda e a ‘super-valorização’ do corpo, são fatores que potencializam a Cultura do Estupro.

“Eu acho que depende muito do que as pessoas classificam como liberdade. Existe uma mídia que apresenta a mulher brasileira como objeto sexual, com todos os preconceitos e estereótipos possíveis - mas pode haver uma leitura imprópria de que isso é liberdade.”

“Se 86% das mulheres brasileiras dizem já ter sofrido algum tipo de assédio, que liberdade é essa que elas têm de andar pelas ruas, de ocupar espaços públicos? Acho que essa imagem que se criou não corresponde à vida real das mulheres brasileiras”; afirma Nadine Gasman. BBC


O maior evento cultural desse país é um evento de apelo sexual - o carnaval. As mulheres são expostas como pouca roupa e uma dança que valoriza seu corpo. É uma situação muito apelativa, extremamente tendenciosa, e o assédio, o abuso, e por fim o estupro são resultantes desta somatória de fatores sociais, psíquicos e culturais.

A música brasileira explora a sexualidade de uma forma muito baixa o que faz um apelo muito forte à abordagem às mulheres. A mente masculina é aculturada para ver no corpo da mulher um objeto de prazer sexual, somente.

E o apelo erótico de danças nos shows e clipes é muito explícita. O erotismo expõem a figura feminina ao ato sexual propriamente dito na coreografia das músicas. As letras das músicas são cheias de alusões sexuais e apelos.


O Funk como estilo musical é extremamente abusivo, principalmente à figura feminina. O que se esperar de rapazes que cantam músicas onde as mulheres são chamadas de ‘cachorras’?

O país [e o mundo] passa também por uma revolução pornográfica. Nunca a pornografia esteve tão disponível. A internet é uma ferramenta de livre acesso. Seja por fotografias ou filmes a indústria pornô é altamente estimulante, e extremamente expositora da figura feminina.

As mulheres nos filmes pornográficos não são mais objetos, são ‘capachos sexuais’, expostas a qualquer situação imaginária.

Essa é a relação da cultura com o estupro.

Na revolução pornográfica ainda, a mídia social se tornou um exponencial pois a nudez publicada não é mais dos atores mas de toda e qualquer pessoa. O envio dos 'nudes‘ e apropria publicação de fotos sensuais ou eróticas, fizeram de mídias sociais como o Snap um turbilhão pornográfico.

A ditadura da moda é outro fator nesta cultura que promove o estupro. As mulheres se tornaram escravas da moda e de estereótipos que as formataram dentro de um padrão erotizado. Principalmente no Brasil a moda explora o corpo da mulher e expõem sua intimidade.

A cultura dita para as mulheres que elas só serão aceitas se vestirem roupas apelativas e isso cria uma ditadura para as mentes femininas.

A cultura tem incentivado a violência contra a mulher, e isto não são valores culturais. Uma cultura que gera violência, não é uma cultura saudável.

Uma cultura doentia, se muda com novos princípios, com uma moralidade.

OS 7 PECADOS QUE ALIMENTAM O CRIME DO ESTUPRO


“No Brasil, uma mulher é estuprada a cada 11 minutos, segundo os dados divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública no final do ano passado. Em 2015, o país registrou 47.646 casos de estupros”. BBC

Mas os crimes não surgem do nada; há pecados que alimentam a ‘cultura do estupro’.

A pornografia é o principal dos pecados.

A ficção dos vídeos pornográficos incentivam o estupro na mente masculina.

O segundo pecado que alimenta esse crime é a ostentação. 

A mídia social hoje permite se veicular a pornografia ou vídeos pessoais, os famosos ‘nudes’ que fazem um tremendo sucesso. O próprio vídeo criminoso do estupro da jovem no Rio de Janeiro foi editado em tom de ostentação.

“O vídeo que foi amplamente compartilhado nas redes sociais tem cerca de 40 segundos de duração e mostra a garota deitada e desacordada enquanto os rapazes conversam ao fundo. "Engravidou de 30", diz um deles. Em uma das fotos divulgadas também pelo Twitter é possível até ver o rosto de um deles, que posa para a câmera em frente à menina”.

“A promotora de Justiça e coordenadora do Grupo Especial de Enfrentamento à Violência contra a Mulher (GEVID), do Ministério Público do Estado de São Paulo, Silvia Chakian opina que a maneira como o vídeo foi compartilhado pelos suspeitos do estupro, que mostravam "orgulho" pelo crime praticado, é um sinal de como a "violência contra a mulher é naturalizada no Brasil. O (episódio) mostra que praticar crime dessa natureza é motivo de vaidade, de ser ostentado", diz a Promotora.

O terceiro pecado que alimenta o crime do estupro é a própria cultura no Brasil. 

As músicas, os filmes, o convívio social altamente apelativo ao erotismo e ao sexo incentivam uma voracidade sobre a mulher como objeto de consumo sexual.

“A promotora Silvia Chakian, relata esse fato afirmando, “não tem 30 monstros juntos. Não tem patologia nisso. É uma questão cultural. São 30 pessoas que participaram do crime e nenhuma delas agiu para evitar que aquele crime acontecesse. Isso revela uma sociedade criminosa e violenta contra a mulher. Que enxerga que o corpo da mulher é feito para o homem usufruir."

O diário The Globe and Mail, do Canadá, diz que o estupro coletivo ocorre em meio a um "amplo cenário daquilo que ativistas estão chamando de um ambiente propício (ao estupro) no Brasil".

A publicação destaca que horas antes de o caso virar destaque na imprensa o ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), havia mantido uma reunião de alto nível com Alexandre Frota, "um ator e estrela de reality show que já disse que não teria pudores em fazer sexo com uma mulher sem consentimento".

Cita também o episódio em que o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) foi condenado a pagar indenização à deputada Maria do Rosário (PT-RS) por ter dito que ela "não merecia ser estuprada".
"A reputação de Bolsonaro parece não ter sofrido: uma pesquisa de opinião mostrou que ele é a principal opção para presidente dos 5% de brasileiros mais ricos." BBC

O quarto pecado que alimenta esse crime é a impunidade.

"A impunidade anda de mãos dadas com a violência. Precisa haver uma punição exemplar e essa punição tem que ser divulgada para que a sociedade saiba. Temos que conscientizar essa sociedade de que quem compartilha, quem faz piada, (está agindo de modo) tão grave quanto ao do estuprador." BBC

O quinto pecado que favorece o crime de estupro é a promiscuidade.

Arielle Sagrillo Scarpati, de 28 anos, que faz doutorado em psicologia forense na Universidade de Kent, na Inglaterra, afimra que “não existe o "grande monstro estuprador". Na maioria dos casos de violência sexual, os perpetradores são considerados "homens normais", que não acham que cometeram um ato violento. Mas o que exatamente eles pensam?"

"Quando você olha a literatura sobre o tema, observa que a maioria dos casos de estupro são cometidos por agressores que não têm nenhuma patologia. A gente tem essa noção de que o estuprador é um monstro, um psicopata. Mas na verdade esses homens são o que chamamos de normais, em geral tidos como pessoas boas, salvo raras exceções. Isso sempre me chamou muito a atenção", disse à BBC Brasil. Isso nada mais é que o desejo natural ao sexo, mas sem o domínio próprio – a promiscuidade.

O sexto pecado do qual o estupro se alimenta é a violência contra a mulher.

“Scarpati tenta entender o que faz com que pessoas que cometem violência sexual não reconheçam seus atos como violentos. E aponta valores culturais e os "mitos do estupro", tanto no Brasil quando na Inglaterra, como os principais responsáveis.

"A maioria das pessoas acha que estupro envolve o monstro, o beco escuro, a mulher jogada no chão ensanguentada. Por isso, em muitos dos casos, a própria vítima não reconhece o que sofreu como violência." BBC

O sétimo pecado é a desigualdade.

“Segundo a pesquisadora, uma cultura machista também dificulta o acolhimento das vítimas pela polícia britânica, que enfrenta críticas de culpabilização da vítima semelhantes à brasileira. Sabemos que, de maneira geral, a maioria dos agressores carregam uma hostilidade contra mulheres e de alguma maneira apoiam "mitos de estupro".

Segundo as teorias mais aceitas atualmente: agressores geralmente trazem dentro de si o sexismo ambivalente, os "mitos de estupro" e o que chamamos de "crença num mundo justo".
A "crença num mundo justo" é a ideia de que coisas ruins acontecem com pessoas ruins e coisas boas acontecem com pessoas boas. Então, cada um só tem o que merece. Isso é algo que ajuda a deixar esses homens tranquilos com aquilo que fizeram.”


“Outra coisa é o que chamamos de "sexismo ambivalente". Ele tem uma face mais agressiva - a ideia de que mulher não presta, de que, se provoca o homem, merece apanhar mesmo e de que vale menos que o homem - e uma face benevolente - a ideia de que a mulher é a rainha do lar, de que é frágil e de que o papel do homem é cuidar dela.” BBC

Pecados devem ser abandonados; devem ser confessados e com atitude de arrependimento se mudar os hábitos que os incentivam.

O problema é uma questão moral e espiritual. Quando a Lei de Deus é ignorada, o home se faz um marginal.

A Lei de Deus tem dois mandamentos que regulam a violência sexual - o sétimo: "Não adulterarás"; e o décimo: "Não cobiçarás a mulher".

PORNOGRAFIA E JOGOS - A BUSCA PELO PODER E PRAZER


Em um novo livro, A morte dos rapazes: Por que os rapazes estão lutando e o que podemos fazer ao respeito, os psicólogos Philip Zimbardo e Nikita Duncan dizem que podemos perder toda uma geração de homens para o vicio da pornografia e dos videogames. Sua preocupação não é com a moral, mas, pelo contrário, é com a natureza desses vícios em transformar o padrão dos desejos necessários para a comunidade.
Há uma diferença chave entre pornografia e jogos. Pornografia não pode ser consumida com moderação porque é por definição, imoral. Um jogo de videogame pode ser uma diversão inofensiva quando praticado de maneira amistosa. Mas a forma compulsiva de jogos compartilha um elemento chave com a pornografia: Ambas são feitas para simular algo, algo que cada homem deseja.
A pornografia promete orgasmo sem intimidade. Batalhas virtuais prometem adrenalina sem perigo. A excitação que as torna tão atraentes é fundamentalmente espiritual em sua raiz.
Satanás não é um criador, mas um plagiador. Seu poder é parasita, bloqueando bons impulsos e direcionando-os ao seu próprio propósito. Deus quer que um homem sinta a impetuosidade da sexualidade na união abnegada com sua esposa. E um homem deve, quando necessário, lutar por sua família, seu povo, pelos fracos e vulneráveis que estão sendo oprimidos.
O ímpeto pelo êxtase do amor justo e pela nobreza da guerra justa são questões atinentes ao evangelho. A união sexual ilustra o mistério cósmico da união entre Cristo e a Sua Igreja. O chamado à batalha está baseado em um Deus que protege Seu povo, um Cristo Pastor que arranca as suas ovelhas da boca dos lobos.
Quando tais ímpetos são dirigidos à ilusão das novidades em contínua expansão, eles matam o prazer. A busca por uma companheira é boa, mas a bem-aventurança não está em desfilar com uma novidade a cada semana. Está em encontrar aquela que foi feita para nós, e viver com ela na missão de cultivar a nova geração. Quando necessário, é certo lutar. Mas a luta de Deus não é uma novela sem fim. Termina em uma ceia, e em uma paz perpétua.
Além disso, esses desejos compulsivos fomentam os vícios aparentemente opostos da passividade e da hiper-agressão. O viciado em pornografia se torna um perdedor lascivo, abandonando a união de uma só carne para isolar-se na masturbação. O viciado em jogos de videogame se converte em um pugilista covarde, abandonando a coragem de proteger os outros pela agressão que não se arrisca a perder a vida de alguém.

Em ambos os casos, o indivíduo busca a sensação de ser um verdadeiro amante ou um verdadeiro lutador, mas faz isso utilizando suas glândulas de reprodução ou adrenalina diante de imagens pixeladas, ao invés de pessoas de carne e osso com as quais tenha responsabilidade.
Zimbardo e Duncan estão certos: esta é uma geração atolada no amor falso e na guerra falsa, e isso é perigoso. Um homem que aprende a ser um amante através da pornografia amará ao mesmo tempo a todos e a ninguém. Um homem obcecado em jogos violentos pode aprender a lutar contra todos e contra ninguém.
A resposta a ambos os vícios é vencer a excitação pela excitação. Apegar-se a uma visão do evangelho, de um Cristo que ama a Sua noiva e luta para salvá-la. E, assim, treinemos os nossos jovens para seguirem a Cristo aprendendo a amar uma mulher real, às vezes lutando contra seus próprios desejos e os seres espirituais que buscam devorar-nos. Ensinemos nossos jovens a fazer amor e a guerrear… de verdade.
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ROUPA CURTA E VIOLÊNCIA


O resultado da pesquisa do IPEA chocou o país ao revelar que "mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas", foi a conclusão de 65,1% das 3810 pessoas entrevistadas de ambos os sexos;  e surpreendente também foi a resposta positiva de 58,5% quanto à proposição "se as mulheres soubessem se comportar, haveria menos estupros".

Este artigo não quer discutir a pesquisa ou os resultados dela, ou o que a população pensa.

Mas o objetivo é o que os ensinamentos bíblicos vêm trazendo como valores há seculos sobre modéstia e simplicidade ao se vestir.

Um dos conselhos mais diretos e claros sobre a modéstia em se vestir é quando o apóstolo Paulo escreve em 2 Timóteo 2.9 - "as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia".

O livro Educação, pág. 248  afirma - "A simplicidade no vestir, aliada à modéstia das maneiras, muito farão no sentido de cercar uma jovem com aquela atmosfera de sagrada reserva que para ela será uma proteção contra os milhares de perigos".

As normas bíblicas são muito criticadas mas há bom senso em cada uma delas.

Vivemos em um mundo violento e injusto; as mulheres deveriam ter liberdade de usar roupas agradáveis em um país onde o verão pode chegar a 45oC. Mas a violência e o crime estão por toda parte e a prudência é a melhor opção.

Essa foto ajuda entender que o problema não está somente na roupa mas nos olhos do agressor. Apesar da 'burca' não ser uma idéia bíblica, mas de convenções culturais, ambas as situações são extremas - a da cobiça dos homens e da imposição masculina de uma roupa agressiva à mulher.

Os argumentos de que Deus não se preocupa com o que vestimos, é um argumento falho, pois foi Deus que substituiu as roupas de Adão e Eva, quando já se encontravam vestidos ao se depararem com sua nudez - Gen.3.21.

Os conselhos direcionados às primeiras igrejas cristãs também são uma evidência de que o vestuário é importante para o cristão.

Cristãos verdadeiros irão pautar seu estilo de vida de acordo com a Palavra de Deus e não de acordo com os modismos do mundo. A bíblia não descreve o tipo de roupa a usar, mas ela afirma sobre pudor e modéstia.

Seja com as túnicas do passado ou as calças e camisetas de nossa era, o vestuário deve se caracterizar pelo pudor e modéstia.

EROTISMO EM FORMA DE LITERATURA




A britânica E. L. James é a autora do maior fenômeno editorial do ano, a saga erótica Cinquenta Tons de Cinza, que vendeu 65 milhões de cópias em todo o mundo, cerca de 2,4 milhões só no Brasil. 
E. L. James, tem 49 anos, trabalhava como executiva de TV antes de seus livros se tornarem um estouro comercial. Ela é casada e mãe de dois filhos adolescentes, mas isso não a impediu de escrever um série de 3 livros que são narrativas eróticas, ou contos eróticos.
Não é somente um conto, mas estórias de romances eróticos com muito de sado-masoquismo, voyerismo e muitos acessórios eróticos.
As relações sexuais já não bastam para algumas pessoas, e o livro Cinquenta Tons de Cinza, vêm justamente para acrescentar algo para os que querem 'novidades', não se importando se é imoral ou não.
O livro é imoral e os cristãos que estão lendo estão colocando em risco não só a espiritualidade mas o próprio relacionamento em que estão envolvidos.
Paulo escrevendo aos crentes de Éfeso, que era uma cidade portuária, e conhecida por suas imoralidades sexuais, orientou aqueles cristãos: "Mas a prostituição, e toda sorte de impureza ou cobiça, nem sequer se nomeie entre vós, como convém a santos, nem baixeza, nem conversa tola, nem gracejos indecentes, coisas essas que não convêm" Ef 5.3 e 4.
Não há diferença entre uma revista pornográfica e o livro  Cinquenta Tons de Cinza. Ambos são imorais e jamais deveriam ser lidos.
Aconselho aos pais a olhar as coisas que seus filhos andam lendo. Muitos adolescentes estão lendo este livro e correm o risco de ter sua conceituação sexual deturpada.
Se você comprou o livro, fez um péssimo investimento; perdeu dinheiro, perdeu pureza e corre o risco de perder a felicidade no relacionamento.

ZOOFILIA & DOENÇAS VENÉREAS



“Não te deitarás com animal algum, contaminando-te com ele...”. Lev 18.23 

De onde vêm as Doenças Venéreas? Essa é uma boa pergunta.

Historicamente as doenças sexualmente transmissíveis foram denominadas de doenças venéreas em alusão a Vênus. Na mitologia grega, Vênere, uma das denominações de Vênus, era a deusa grega do amor. Há relatos de sinais clínicos dessas doenças em diversas descrições bíblicas (BARRAVIERA; BARRAVIERA, 2003), sendo que muitos homens e mulheres padeceram em conseqüência de suas complicações.

Os microorganismos que causam as DSTs, não fazen parte da microbiota dos genitais humanos. Dentre as dezenas de bactérias, fungos, vírus e protozoários que causam as DSTs, citamos alguns: Cândida albicans; Chlamydia trachomatis; Donovania granulomatis; Haemophilus ducreyi; HIV; HPV; Neisseria gonorrhoea; Treponema pallidum; Trichomonas vaginalis – são os microorganismos mais conhecidos.

Possível Origem
Esses microorganismos causadores das DSTs são estranhos (invasores) e por isso se tornam potencialmente infectantes. De onde viriam esses microorganismos infectantes, que contaminam as pessoas?

Uma das hipóteses é que eles tenham vindo dos animais; através do contato sexual que algumas pessoas tem nas relações bestiais – sexo com animal.

Não são inseridos (pelo menos a maioria) em um contexto de falta de higiene, mas pelo contato sexual com pessoas ‘contaminadas’ (Lv 18.23). Ou por formas sexuais não naturais – Sexo Anal (Sodomia) 1 Co 6.9; de compartimentos biológicos humanos (intestino / fezes), mas que inseridos em compartimentos diferentes (genitais) causam infecções.

Parafilía
Devido a desvios sexuais (zoofilia) que algumas pessoas apresentam esse contato sexual permite que a flora bacteriana (microbiota) dos animais alcance a dos humanos. Animais como ovinos, bovinos, caninos e até aves são alvo da parifilía zoofilia.


A Microbiota Genital dos Humanos
Dentre as 25 espécies de microorganismos da vagina da mulher, que possui mais espécies de bactérias que do homem, nenhuma das bactérias ali encontradas são causa de DSTs diretamente. Elas podem vir a causar uma infecção por motivos secundários – queda imunológica; desequilíbrio da microbiota; uso incorreto de antibióticos; má higiene; excesso de higiente (!) e fômites.

Microorganismos da Flora Normal de Humanos Saudáveis
Intestino grosso

Vagina

Genitália externa e
uretra anterior
Staphylococcus aureus
Staphylococcus epidermidis
Estreptococo do grupo B
Estreptococo viridans
Enterococcus species
Lactobacillus species
Clostridium species
Actinomyces species
Peptostreptococcus species
Pseudomonas species
Outros não fermentadores
Enterobacteriaceae
Bacteroidaceae
Treponema species
Mycobacterium species
Candida species

Mycoplasma species
Ureaplama urealyticum
Staphylococcus epidermidis
Estreptococo do grupo B
Estreptococo viridans
Enterococcus species
Lactobacillus species
Clostridium species
Actonomyces species
Bifidobacterium species
Propionibacterium acnes
Peptostreptococcus species
Neisseria species
Acinetobacter species
Enterobacteriaceae
Gardnerella vaginalis
Bacteroidaceae
Candida species

Mycoplasma species
Ureaplasma urealytÍcum
Enterococcus species
Peptostreptococeus species
Enterobacteriaceae
Bacteroidaceae




Obs. O gênero Neisseria species mencionado na tabela, não é o o microorganismo causador da gonorréia; o que causa esta doença é a Neisseria gonorrhoea. 


A Microbiota Genital dos Animais
Na revista de Pesquisa Veterinária Brasileira vol.31 no.7 Rio de Janeiro July 2011, o artigo sobre Microbiota cérvico-vaginal de ovelhas apresenta que “das 60 amostras analisadas foram obtidos 94 isolados bacterianos. Foram observadas as seguintes frequências de microrganismos: Staphylococcus spp. (32,97%), Escherichia coli (14,90%), Micrococcus spp. (12,8%),Acinetobacter spp. (10,6%), Enterobacter spp. (10,64%), Klebsiella spp. (9,6%), Streptococcus spp. (7,5%) e Shigella spp. (1,1%). No gênero Staphylococcus foram identificadas as seguintes espécies: S. schleiferi (63,3%),S. epidermidis (20,0%), S. saprophyticus, S. arlettae e S. lentus respectivamente com 3,3% e Staphylococcus spp. (6,7%)”.

Dentre as 94 bactérias isoladas, apenas poucas são mencionadas no estudo; a grande maioria permanece não identificada. No entanto se percebe uma microbiota muito diversificada, com quase uma centena de bactérias. O estudo não menciona vírus e protozoários.

O Conselho Bíblico
Assim como outros artigos da Lei (Pentateuco) os artigos de Levítico e Êxodo que recomendam não se ter contato sexual com animais; são artigos de leis de saúde que garantem a integridade humana.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) ocorrem por ano, no mundo, aproximadamente 340 milhões casos de doenças sexualmente transmissíveis. No Brasil, as estimativas são de que ocorra na população sexualmente ativa 10 milhões de novos casos por ano, exceto os casos de AIDS.

Mas como a possibilidade de contato sexual com animais ainda estaria influenciando esses números em uma sociedade metropolitana? É o ciclo de permissividade que espalha os microorganismos – vários parceiros sexuais, prostituição, sexo anal e outros comportamentos sexuais que não estão dentro dos padrões de normalidade.

Você pode se perguntar: quem dita esses padrões? Deus e Suas Leis de Saúde nas Sagradas Escrituras.

Epidemiologia
De acordo com a OMS, as DSTs mais freqüentes são: (DST Nº DE CASOS/ANO NO BRASIL)
Tricomoníase 4.326.500
Clamídia 1.967.200
Gonorréia 1.541.800
Sífilis 937.000
HPV 685.400
Herpes genital 640.900

O microorganismo que mais infecta no Brasil é um protozoário – Trichomonas vaginalis. Apesar da nomenclatura, ele não é um protozoário comum à vagina das mulheres; é um microorganismo invasor e causa infecção. Devido a sua mobilidade (flagelo) pode alcançar rapidamente seu hospedeiro, talvez por sua mobilidade esteja entre o maior causador de DSTs.

O segundo, terceiro e quarto maiores infectantes no Brasil são bactérias; são microorganismos agressivos que destroem o epitélio dos genitais e alguns possuem mobilidade, sendo transportados ativamente.

No quinto e sexto lugar em infecção por DSTs, estão os vírus; como dependem do mecanismo sexual para transportá-los e inseri-los, e muitas vezes de lesões para a inoculação nos tecidos, talvez estejam entre os menos infectantes.

Conselho Divino
É impressionante que a Biblia já houvesse declarado – ““Não te deitarás com animal algum, contaminando-te com ele...” Lev 18.23.

A Bíblia sempre está certa; Deus sempre quer nosso melhor. 

USAR MAQUIAGEM É PECADO?


Usar maquiagem com certeza não está nos dez mandamentos! Seria interessante se estivesse escrito: "Não usarás maquiagem". 

Como seria muito mais fácil se houvesse um mandamento assim. Mas ele não existe. Assim como não existe um mandamento sobre a maconha ,a pornografia etc.

Alguns imaginam que devido a Bíblia não falar sobre maquiagem seria uma autorização para usar; isso é uma conclusão ingênua.

A vaidade, ostentação, orgulho e erotismo que a maquiagem provoca naquela que a usa é que conduz o ato do pecado propriamente dito.

É o desejo de se exibir ou se mostrar mais atraente que faz a pecaminosidade do ato em se maquiar. O cristão é modesto, não usa de exibicionismo - "que as mulheres se arrumem com modéstia e sobriedade" 1Tim.2.9

E isso é válido para todos os cristãos; homens e mulheres não devem ostentar. É que as vezes mulheres e homens ostentam de forma diferente. Mas ostentação é pecado em todas as formas.

Algumas pessoas argumentam que a mulher deve se cuidar, mas o uso da maquiagem conspira contra a saúde feminina. Maquiar-se envelhece a pele, intoxica e pode provocar doenças como a depressão. [ Leia aqui - Maquiagem e a Saúde da Mulher ]

Quem incentiva as mulheres a usar maquiagem com o argumento de que deve se manter bonita, novamente se demonstra ingênuo e mal informado(a).

A superficialidade de um caráter que se apoia na beleza externa para receber auto-afirmação através de um rosto maquiado é outro fator para não incentivar o uso dos cosméticos. 

Há formas naturais da mulher cuidar da pele e se manter bonita e atraente.

A maquiagem sempre esteve associada na Bíblia com pessoas pagãs, o exemplo clássico é Jezabel - 2 Reis 9:30 "Tendo Jeú chegado a Jezreel, Jezabel o soube; então, se pintou em volta dos olhos, enfeitou a cabeça e olhou pela janela".

Jezabel não era israelita; chegou em Israel através de um casamento ilícito com o Rei Acabe; os reis de Israel eram proibidos pela Lei de se casar com estrangeiras.  A vaidosa rainha era Fenícia e importou para israel os primeiros cosméticos.

Outro clássico exemplo é a profecia para descrever a Jerusalém. O profeta descreve a apostatada cidade da seguinte forma-  "Agora, pois, ó assolada, por que fazes assim, e te vestes de escarlata, e te adornas com enfeites de ouro, e alargas os olhos com pinturas, se debalde te fazes bela? Os amantes te desprezam e procuram tirar-te a vida" Jeremias 4:30. 

A apostasia sempre está relacionada ao uso vaidoso da pintura.

O apóstolo Pedro ao aconselhar em sua carta as mulheres cristãs, diz da seguinte forma - 1 Pedro 3:3 "Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranqüilo, que é de grande valor diante de Deus".

Quando a Bíblia menciona o uso de algo que hoje a igreja condena, é preciso entender que as Sagradas Escrituras são também uma narrativa.

Além de ter mandamentos e conselhos, a Bíblia faz narrativas, e isso não é uma autorização. Quando o texto sagrado narra que algumas pessoas usaram vinho, foram promíscuas, usaram da poligamia etc, isso não é uma autorização para se viver dessa forma.

Sendo assim quando se lê que algum personagem bíblico usou algo que hoje a igreja não recomenda, nem sempre isso é uma autorização.


Outro conselho - "Queridos jovens, vossa disposição para vestir-vos conforme a moda, usando, para satisfazer a vaidade, rendas, ouro e coisas artificiais, não recomenda aos outros a religião nem a verdade que professais" Mensagem aos Jovens, 348.

O uso da maquiagem revela um caráter falho. A vaidade, a ostentação e o orgulho são os resultados desta prática.

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EPIDEMIA DE SEXO



A revista Newsweek de 5 de dezembro de 2011 traz como matéria de capa o tema “The sex addiction epidemic” [A epidemia do vício em sexo]. O subtítulo da reportagem informa que “o vício em sexo destrói casamentos e carreiras e abala a autoestima”. 

Segundo o texto, o comportamento sexual compulsivo, também chamado de desordem hypersexual, pode sistematicamente destruir a vida da pessoa tanto quanto o vício em álcool ou drogas. E esse problema está afetando um número crescente de pessoas. 

Steven Luff, coator do livro Olhos Puros: um Guia Para a Integridade Sexual Masculina [em tradução livre], considera o vício sexual uma “epidemia nacional”, referindo-se aos Estados Unidos. E é diferente no resto do mundo? O que dizer de campanhas pelo dito sexo seguro que somente se preocupam com a disseminação de doenças (DST) e a gravidez não desejada? O governo brasileiro é especialista nisso...

Ainda segundo a matéria, em boa parte essa “epidemia” se deve à revolução digital. Enquanto as gerações passadas tinham que correr o rico de embaraço público nas livrarias, bancas de jornal e seções de vídeos pornográficos nas locadoras, a internet tornou a pornografia acessível, livre e anônima. E milhões de pessoas diariamente acessam sites que disponibilizam esse tipo de material. “Nem todos os que olham uma imagem de pessoas nuas vão se tornar viciados em sexo. Mas a exposição constante vai acionar o gatilho para as pessoas que são suscetíveis”, diz o Dr. David Sack, chefe-executivo do Los Angeles’s Promises Treatment Centers.

Quando li essa reportagem, me lembrei de alguns textos/conselhos importantes de Ellen G. White, escritos há um século, mas que hoje são mais atuais do que nunca. Por exemplo:

“O excesso sexual é meio eficaz para destruir o amor aos exercícios devocionais; tirará do cérebro a substância necessária para nutrir o organismo, vindo positivamente a debilitar a vitalidade” (Testemunhos Seletos, v. 1, p. 272).

“[Satanás] sabe que, se puder despertar as paixões inferiores e as conservar em ascendência, nada tem que se incomodar quanto a sua experiência cristã [da pessoa], pois as faculdades morais e intelectuais serão subordinadas, ao mesmo tempo que as tendências animalescas predominarão, mantendo-se em ascendência; e essas paixões inferiores se fortalecerão pelo exercício, enquanto as qualidades mais nobres se tornarão cada vez mais débeis” (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 480).

White também afirma que esses excessos sexuais e perversões seriam “sinais dos últimos dias, tal como nos dias anteriores ao dilúvio o casamento, tratado como o foi, tornara-se então um crime” (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 252).

“Mesmo homens e mulheres que professam piedade dão rédea solta a suas paixões de concupiscência, e nem pensam que Deus os considera responsáveis pelo dispêndio da energia vital que lhes enfraquece o poder na vida e enerva-lhes todo o organismo” (Testemunhos Seletos, v. 1, p. 267).

“Tenho sentido profundamente, ao ver a poderosa influência das paixões animais no controle de homens e mulheres de inteligência e habilidade fora do comum. Seriam capazes de se empenhar numa boa obra, de exercer poderosa influência, não estivessem escravizados por baixas paixões. Minha confiança na humanidade tem sido terrivelmente abalada” (Orientação da Criança, p. 442).

O inimigo de Deus sabe que seu tempo é curto e que logo Jesus colocará ponto final em suas obras malignas. Por isso, mais do que nunca na história deste planeta, Satanás utiliza todos os meios à sua disposição para escravizar os seres humanos e impedir-lhes de se preparar para o fim. Ele usa eficazmente os alimentos (para corromper corpo e mente), a mídia (para poluir os pensamentos) e o sexo (para degradar a moral). Mas a verdade (que é Cristo) liberta (João 8:32), por isso, devemos manter comunhão ininterrupta com Ele, se quisermos vencer o “leão que ruge procurando alguém para devorar” (1 Pedro 5:8).

Em tempo: a cegueira de alguns é tamanha, que mesmo causas aparentemente lícitas passam a ser defendidas com meios ilícitos.

Fonte: Sétimo Dia – Angelo Repetto

PECADOS SEXUAIS


Há vários comportamentos sexuais que são condenados e classificados como pecado dentro das Sagradas Escrituras.

O sexo está associado ao grande dom de procriar, uma das características da Divindade – dar origem a uma vida – talvez isso torne a imoralidade sexual algo tão condenado por Deus.

O capítulo 22 de Deuteronômio é claro sobre o dever da virgindade; a sociedade hebraica primitiva tinha uma forma peculiar de tratar os jovens que quebravam os votos de castidade, e os cristãos ainda seguem o princípio de se manterem castos até o casamento.

O adultério foi listado entre as proibições dos 10 Mandamentos; esse pecado sexual foi colocado ali como o requisito mínimo para os que tem a YHWH como seu Deus. Também foi repetido no capítulo 18 de Levítico que era dedicado às restrições sexuais – “Nem te deitarás com a mulher de teu próximo, para te contaminares com ela” Levítico 18:20.

Esses mandamentos (as 10 palavras como eram conhecidos pelos hebreus) se constituem o mínimo da Lei. Um hebreu ao transgredir um dos 10 mandamentos se fazia como o ímpio, ou o pagão. Viver abaixo da norma dos 10 mandamentos era quebrar a aliança com YHWH.

A Lei que era composta por 613 artigos, tinha muitas outras clausulas sexuais.

Era proibido entre os casais casados a prática do sexo na menstruação – “Não te chegarás à mulher, para lhe descobrir a nudez, durante a sua menstruação” Levítico 18:19. A abstenção sexual durante a menstruação favorece a mulher em não adquirir infecções nas partes altas de seu aparelho reprodutor.

A lei proíbe várias relações interfamiliares, que estão descritas em Levítico 18:8-17, que são classificadas como incesto, indecência etc. Entre as relações proibidas estão do pais com a filha e de sobrinhos com tias.

A prática de sexo com animais também é proibida – “Nem te deitarás com animal, para te contaminares com ele, nem a mulher se porá perante um animal, para ajuntar-se com ele; é confusão” Levítico 18:23.

Muitas doenças sexualmente transmissíveis (DST) surgiram pela transgressão desse mandamento. Bactérias e vírus que eram estranhos aos humanos foram introduzidos pela relação sexual com animais que possuem uma ‘flora microbiana’ adversa a humanos.

Ali também é condenada a relação homossexual – “Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável” Levítico 20:13. A Bíblia não condena apenas o comportamento homossexual, mas muitas práticas sexuais que se adotadas colocariam em risco a saúde ou a estrutura da sociedade.

A prostituição era outro comportamento sexual que não era incentivado – “Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno” Colossenses 3:5. A prostituição foi largamente utilizada na simbologia profética para ilustrar a repulsa de Deus por outros deuses falsos. Deus não aceitava a prostituição e a usou como símbolo de sua aversão pela idolatria.

Deus se importa com a sexualidade dos humanos, caso contrário não teria colocado essas restrições como mandamentos. É curioso notar como a AIDS e as dezenas de DSTs apontam para a promiscuidade como fator determinante para a disseminação destas doenças.

Deus sempre tem razão.

BBB - O VOYEURISMO INCENTIVADO PELA MÍDIA

O popular programa de reality show, Big Brother Brasil, da maior rede de TV do país tem uma fórmula para garantir o seu sucesso.

O hábito de 'espiar' a intimidade, o corpo alheio, ou o envolvimento de duas pessoas é um desvio sexual que recebe o nome de Voyeurismo.

O Manual Merck padroniza que "no voyeurismo, uma pessoa excita-se sexualmente com a visão de alguém que se está a despir, que está despido ou em plena actividade sexual. O que excita o voyeurista é o acto da observação e não a actividade sexual com a pessoa observada.  É particularmente frequente algum grau de voyeurismo entre crianças e homens adultos e a sociedade considera as formas leves deste comportamento como normais. Desenvolveram-se muito a quantidade e a variedade de material e de espectáculos com um conteúdo sexual explícito para as mulheres heterossexuais (por exemplo, os espectáculos de nudismo masculino), mas falta à participação nestas actividades o elemento da observação secreta, que é a característica do voyeurismo".

O desvio sexual é caracterizado pela dependência sexual do indivíduo em encontrar prazer apenas pela observação. Esse desvio sexual é regido pelo prazer exclusivo de apenas observar mas "é particularmente frequente algum grau de voyeurismo entre crianças e homens adultos e a sociedade considera as formas leves deste comportamento como normais".

E isto é explorado pela mídia de entretenimento - o fato de que cenas sexuais podem ser permitidas para que o público satisfaça esse 'grau de voyeurismo' que é considerado 'normal'.

O que ocorre no cérebro das pessoas durante um reality show que se utiliza deste princípio?

Há uma excitação por cenas de sexo, relações ou nudez que permitem à pessoa desfrutar de um prazer proporcionado pela ação voyeur.

O desejo sexual normal de cada pessoa é exposto ao 'prazer virtual' voyeur. Uma descarga de neuro-transmissores é despejada na corrente sanguínea e finalmente alcançam o hipotálamo onde o prazer é experienciado.

O mecanismo é fisiológico mas o estímulo é virtual ou um desvio daquilo que é normal (embora formas leves sejam consideradas normais).

As experiências sexuais virtuais, o voyeurismo e outras formas de desvio sexual, tiram o verdadeiro prazer do sexo. Elas 'desviam' o verdadeiro estímulo sexual para outras 'trilhas neurais' que não sejam aquelas que a experiência sexual natural estimula.

Há vários fatores que determinam os desvios sexuais; mas certamente o ato de espiar a nudez alheia é uma delas.

Toda pessoa que se permite experienciar o programa de TV está fixando também nas suas 'trilhas neurais' um desvio sexual.

Olhando por outro ângulo, o espiritual, poderíamos afirmar que: "Este é um século em que a corrupção prolifera por toda parte. A concupiscência dos olhos e as paixões corruptas são despertadas pelo contemplar e pelo ler. O coração é corrompido pela imaginação. O espírito se compraz em contemplar cenas que despertam as mais baixas e vis paixões. Essas desprezíveis imagens, vistas através de uma imaginação deturpada, corrompem a moral e preparam as criaturas enganadas e imprudentes para darem rédeas soltas às paixões pecaminosas. Então se seguem pecados e crimes que arrastam os seres formados à imagem de Deus ao nível dos animais, afundando-os finalmente na perdição". Testimonies, vol. 2, pág. 410.

A Bíblia toca no assunto dos eventos imorais, no qual os reality shows certamente se encaixam - "Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos" Efésios 5:3.

SAIA JUSTA


Uma pesquisa da Universidade de Leeds, na Inglaterra, solucionou uma das angústias femininas em relação à sedução. Os pesquisadores explicam que a ideia era mostrar às mulheres o quanto elas tinham que mostrar do corpo para despertar a atenção dos rapazes em locais públicos.

Para isso, os pesquisadores observaram a clientela de uma das maiores boates da cidade e munidos de gravadores e câmeras escondidas registraram a opinião masculina sobre as moças, além de destacar o que elas estavam usando e quantas vezes eram abordadas.

Após algumas noites de observação, os cientistas chegaram aos seguintes indicadores de referência: cada braço exposto conta como 10% do corpo, o bumbum representa 50% e cada perna perfaz 15%. As mulheres que mostraram, em média, 40% de seu corpo foram duas vezes mais abordadas do que aquelas que estavam totalmente vestidas.

E mais, as garotas que estavam mais "saidinhas", com mais de 40% do corpo exposto, também levaram menos cantadas. Uma das explicações para a reação, de acordo com os pesquisadores, é que elas passam a ideia de serem liberais demais e, portanto, infiéis, segundo a justificativa dos homens questionados.

O estudo, publicado no periódico especializado Behaviour , concluiu que a fórmula da sedução é combinar a regra dos 40%, com roupas mais justas, e um jeito mais sensual de dançar. As participantes que uniram esses três atributos (cerca de 15% do público) foram abordadas por 40 homens, em média, durante um mês.

Os pesquisadores acreditam que a pesquisa revela apenas o comportamento de homens e mulheres na hora da sedução e que sentimentos, como amor e paixão, dependem de outros aspectos a serem analisados.

[Aqui fica comprovado o argumento que as igrejas tanto foram criticadas em adotar sobre o controle da exposição do corpo no vestuário feminino.

Não se trata de uma arbitrariedade, mas de algo lógico e evidente. Mas foi preciso os cientstas afirmarem para dar crédito as normas da igreja...

Pegando carona na pesquisa científica, vamos fazer também algumas conclusões:
1.As normas da igreja são sempre sábias.
2. Igreja não é um local para o uso de roupas que expoem o corpo.
3. A mulher cristã jamais usará esse artifício se quer um relacionamento baseado na fidelidade.
4. Expor o corpo é pecado; assim como aos homens cobiçar.
5. Existe um local, momento e pessoa certa para o uso da sedução - no relacionamento conjugal.]

PECADOS MASCULINOS & PECADOS FEMININOS



Um estudo realizado na Itália e confirmado pelo Vaticano mostra que a soberba é o pecado mais comum entre as mulheres, enquanto a luxúria é o mais frequente entre os homens.

No lado masculino, a gula e a preguiça aparecem em seguida. Entre as mulheres, a inveja e a ira são também os pecados mais usuais.

A pesquisa foi baseada em uma análise de confissões de fiéis da Igreja Católica, realizada pelo padre jesuíta e professor Roberto Busa, de 96 anos. O resultado foi comentado pelo monsenhor Wojciech Giertych, teólogo pessoal do papa Bento 16, no jornal do Vaticano L'Osservatore Romano.

"Os homens e as mulheres pecam de maneira diferente", escreveu Giertych. "Quando olhamos os vícios do ponto-de-vista das dificuldades que eles criam, descobrimos que as experiências masculinas são bastante distintas das femininas."

Segundo o teólogo, essas diferenças se explicam por causa de contextos sociais distintos. "Eles geram hábitos diferentes, mas a natureza humana permanece a mesma", escreveu.

"A fraqueza humana pode purificar a fé se for admitida diante de Deus", afirmou Giertych.

Entretanto 30% dos católicos não consideram mais que a confissão a um padre é necessária - 10% deles acreditam ainda que o ato "atrapalha seu diálogo direto com Deus".

O sete pecados capitais - soberba, avareza, inveja, ira, luxúria, gula e preguiça - teriam sido apresentados no século 6 pelo papa Gregório e revisados por São Tomás de Aquino, no século 13.

A Bíblia afirma que “cada um é tentado pela sua própria concupciência (mau desejo), quando esta o atrai e seduz” Tiago 1:13. E certamente homens e mulheres são seduzidos por diferentes motivações.

No entanto para todos os tipos de pecados há uma só solução – “o sangue de Jesus... nos purifica de todo pecado 1 João 1:7 .

Fonte: REUTERS

PECADO VIRTUAL


Você não praticou; mas se excitou. Desejou e apreciou a situação exposta. Riu, gargalhou e até torceu para que o pecado desse certo. É assim a realidade virtual de muitos de nós, que estão se entretendo com o pecado.

Você pode até nunca ter roubado ou assassinado alguém, mas por várias vezes a diversão de assistir a filmes, novelas ou outro programa qualquer, está nos levando a experiências virtuais de pecado.

Em sua maioria, tais programas trazem cenas das mais variadas situações de pecado, e a tendência é que estejamos nos divertindo e apreciando tais situações. Isso é uma anormalidade para um cristão, que tem de desvincular do pecado.

Cada situação hoje nos prepara a situações que enfrentaremos amanhã; se estou me divirtindo e aceito o pecado, amanhã posso estar admitindo o próprio ato em minha vida. Somos resultado de uma seqüência de decisões.

Todos nós estamos nos preparando agora mesmo; dia-a-dia estamos nos preparando para a as situações que estão adiante de nós. Esse preparo irá determinar nossa atitude no futuro. Somos resultados de uma longa existência. Se hoje negligenciamos a oração, amanhã haverá falta de fé. Se hoje não procuramos comunhão, amanhã haverá descrença. Se hoje procuramos e nos divertimos com o pecado, amanhã haverá transgressão e rebelião.

“Os olhos são como uma Luz, para o corpo; se os seus olhos forem bons todo o seu corpo terá Luz ”Mateus 6:22. O que estamos fazendo com nossas horas de folga? Se divertir com o pecado é uma arriscada e fatal experiência.

“Satanás está usando todos os meios para tornar o crime e vícios degradantes em populares. (...) A mente é educada para familiarizar-se com o pecado” LA, 67. As situações são as mais variadas, desde a leituras, músicas, filmes, programas de Tv etc, todos estão fazendo o pecado nas suas mais variadas formas se transformar em entretenimento e diversão.

Pecar virtualmente, é uma situação que Jesus já havia previsto – “Eu porém, vos digo que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar já em seu coração cometeu adultério com ela” Mateus 5:28. Aqui o princípio não é valido só para homens, nem só para o adultério.

O virtual implica em uma experiência que não foi vivenciada, mas que foi manipulada pelos pensamentos, desejos ou emoções. Pecado virtual, uma nova situação para os cristãos do século 21.

RELACIONAMENTO NO PÓS MODERNISMO


O que você considera como primordial para a felicidade de um casamento?
“Fidelidade, uma boa vida sexual, compartilhar tarefas domésticas são hoje, nesta ordem, as três maiores prioridades no casamento. Salário e moradia adequados, compartilhar crenças religiosas, gostos e interesses também foram considerados mais importantes do que ter filhos”. Em 1990 (17 anos atrás) “65% dos entrevistados disseram que filhos eram muito importantes para o sucesso do casamento. Hoje, apenas 41% pensam dessa forma”, revela uma pesquisa do Pew Research Center, em Washington, nos Estados Unidos.

Ter filhos era em 1990 a terceira maior prioridade em razão para um casamento feliz; hoje é a oitava opção a ser seguida. “Segundo os autores da pesquisa, "satisfação pessoal" tornou-se a grande prioridade em um casamento”.

Assim as relações entre homem e mulher ficam cada vez mais centradas no que o parceiro pode oferecer – estabilidade, prazer, trabalho doméstico, dinheiro e etc. O grande princípio de ‘amar’ que o evangelho coloca como princípio para as relações se perdeu em um século de prazeres.

O cristão, no entanto deve centrar suas decisões e valores nos ensinos e crenças do evangelho. E de acordo com esses princípios as prioridades para um casal cristão não seriam muito diferentes embora em sentido oposto ao que a pesquisa indica. Isto porque o cônjuge cristão tem de primariamente priorizar a “satisfação do parceiro” (Mateus 7:12 e Lucas 6:31).

Quanto a lista de prioridades para a felicidade do relacionamento ela não mudaria muito para um relacionamento baseado em princípios cristãos, que seria da seguinte forma: amor (fraterno e sexual), fidelidade, servir ao parceiro, compartilhar crenças religiosas, compatibilidade de personalidade, ideais e gostos.

A lista não é muito diferente, porém visa o individuo que está ao lado. E quanto a questão de ter filhos, ela está implícita na questão sexual. O relacionamento sexual entre homem e mulher implica em um risco de paternidade; isto deve ser consciente, planejado e aceito com naturalidade. A partir do momento que excluímos tal possibilidade, o egoísmo se torna o centro de nossa relação sexual.

CIRCUNCISÃO – UMA ANTIGA REGRA PARA UM MAL MODERNO


Recentes pesquisas demonstram que a circuncisão se trata de uma técnica revolucionária.

“Dois testes realizados na África mostraram que a circuncisão pode reduzir pela metade o risco de transmissão de HIV. O resultado dos estudos, que foram conduzidos pelos Institutos Nacionais da Saúde, ligados ao governo dos Estados Unidos. Os primeiros estudos sobre a relação entre circuncisão e HIV foram feitos nos anos 80.

Na África do Sul, uma amostragem clínica com três mil homens feita no ano passado já havia detectado que o risco de contaminação havia caído 60% após a operação”. (BBC)
O mecanismo da circuncisão é que parte da pele do pênis seja retirada, para evitar o acesso de vírus, principalmente o HIV. Os vírus de HPV, HIV e outros se utilizam da pele do prepúcio para invadir a corrente sanguinea e infectar o homem, e este a mulher.

A pele do prepúcio não é do tecido epitelial (células mortas) que é impermeável e não acessível aos microorganismos; ao contrário é um tecido mucoso muito exposto e de fácil acesso, principalmente os vírus.

“Em 2004, uma pesquisa australiana já havia descoberto que o prepúcio – a pele ao redor do pênis que é removida na operação de circuncisão – contém células que são particularmente vulneráveis ao HIV. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que a descoberta é importante, mas enfatizou que o procedimento não deve nunca substituir o uso de camisinhas, que é considerado o meio mais seguro de prevenção contra a Aids.” (BBC)

Isso se demonstra uma técnica de prevenção fantástica pois não somente os vírus são descartados na infecção humana mas também outros microorganismos.

A mulher também era favorecida pois em áreas como a palestina (antiga canaã) a água era muito escassa e o banho não era freqüente. Muito material orgânico se juntava no prepúcio facilitando os fungos e bactérias. Desta forma o tecido glandular eliminado na circuncisão garantia uma penetração sem arrasto de material orgânico deteriorado ou carreando microorganismos.

As mulheres muito propensas ao câncer vaginal, cervical e uterino eram poupadas de recorrentes infecções. Hoje se sabe que um dos fatores que estimulam ao câncer são as infecções recorrentes que atacam o epitélio vaginal e epitélio glandular da cérvice e útero. Quanto menos exposições as mulheres tiverem a infecções menos propensões ao câncer existirá. São os microorganismos estranhos que são introduzidos pela relação sexual, que funcionam como agressores potenciais aos órgãos internos da mulher.

Além disso a mulher também era favorecida pois em áreas como a palestina (antiga canaã) a água era muito escassa e o banho não era frequente. Muito material orgânico se juntava no prepúcio facilitando os fungos e bactérias. Desta forma o tecido glandular eliminado na circuncisão garantia uma penetração sem arrasto de material orgânico deteriorado ou carreando microorganismos.

“A pesquisa foi apresentada na 15ª Conferência Internacional sobre a Aids em Bagcoc, na Tailândia. Estudos anteriores tinham mostrado que homens que tinham sido circuncidados apresentavam um sexto das chances, quando comparados a outros homens, de serem infectados pelo HIV. Mas até agora, a razão para isso não estava clara. Antes dessas pesquisas, acreditava-se que o vírus da Aids infectava a cabeça do pênis ou a uretra, mas esse aparente efeito protetor da circuncisão significa que o prepúcio é na verdade a mais provável rota de transmissão”. (BBC)

Esses fatos só demonstram a confiabilidade das Sagradas Escrituras. Qualquer regra de saúde de Levíticos trata-se de uma regra de saúde e prevenção e devem ser encaradas como atuais e benéficas.

Não vale a pena questionar as regras quando elas partem da Bíblia.

“No começo do próximo ano, a OMS deve promover uma conferência para discutir como transformar em políticas públicas as descobertas realizadas até agora”. (BBC) Deus usou a Bíblia Sagrada para divulgar, e milhões de judeus foram beneficiados com a circuncisão.

Hoje em dia a circuncisão ainda é feita em hospitais, e qualquer pessoa poder fazer a pequena cirurgia, sem internação, e com recuperação rápida e sem dor.

SENSUALIDADE É PECADO?

A sensualidade é um dom de Deus, mas como todo e qualquer elemento sexual, está resguardado para a intimidade do sexo, que envolvem homem e mulher casados.

O homem sendo estimulado visualmente, olhar uma mulher é o início de sua excitação sexual – Deus criou os homens assim. Uma mulher com partes de seu corpo descobertas ou delineadas, irá chamar a atenção, e depois alimentar seus desejos sexuais.

A mulher por sua vez é estimulada ao sexo pela audição e tato.

Para entendermos essa questão da sensualidade exposta em público, é como se os homens tivessem a liberdade de ficar sussurrando “cantadas” às mulheres e terem a liberdade de toca-las e fazer carícias, estimulando-as ao sexo.

Mas isto é assédio sexual e violentação!
Sim é!

E com os homens não ocorreria o mesmo?

Quando as mulheres, na sua suposta liberdade, se permitem mostrar o corpo, isso é uma violentação. O mesmo ocorre se tivéssemos a liberdade de estimular uma mulher ao sexo em público, através da audição e tato. Muitas 'cantadas' são reprovadas pelas mulheres e outras abordagens são tidos como assédio, mas a situação invertida, não é considerada.

“Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Chicago indica que mesmo a conversa mais inocente com uma mulher é capaz de ativar os hormônios masculinos. Os pesquisadores pagaram estudantes para que fossem ao laboratório da faculdade com o pretexto de medir os elementos químicos de suas salivas. Na sala, os estudantes conversaram com uma jovem auxiliar da pesquisa.

Os testes de saliva mostraram que mesmo uma rápida interação foi suficiente para aumentar os níveis de testosterona nos homens em até 30%. A disparada dos hormônios foi proporcional à medida que os jovens se disseram atraídos pela mulher. Os que depois disseram ter se sentido mais atraídos foram os que tiveram as maiores mudanças hormonais” (BBC). Homens são estimulados visualmente; o mecanismo é fisiológico.

A questão de sensualidade exposta, envolve um ponto de mistério – a mente feminina. Portanto nunca saberemos porque mulheres insistem em exibir seu corpo de forma sensual, até mesmo em locais que os homens (pelo menos alguns) não querem ser estimulados sexualmente – a igreja.

Para evitar a divagação no tema proposto – sensualidade não é pecado. Sensualidade é um dom de Deus para ser usado no momento correto (intimidade do casal), no local correto (no local da relação sexual) e com a pessoa correta (o cônjuge).

A sensualidade entre casais casados é necessária e primordial para a saúde sexual e relacional entre homem e mulher. Já a sensualidade entre adolescentes, jovens e solteiros só os estimula ao sexo precoce. Exibir sensualidade é um prelúdio ao sexo. Ser sensual aleatoriamente, é estimular uma pessoa estranha, ao sexo; além de deselegante, é antiético, indecoroso e pecado.

Exibir o corpo de forma sensual é muito natural para o mundo não comprometido com as questões espirituais. Afinal questões como virgindade, adultério e infidelidade não são problemas para as relações entre não cristãos. Mas para cristãos o estímulo sexual oferecido por certas roupas e atitudes, é ofensivo e estimula a promiscuidade, assédio, fornicação, adultério e infidelidade – todos pecados sexuais.

“Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis, então, da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pela caridade” Gálatas 5:13.