Mostrando postagens com marcador Cinema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cinema. Mostrar todas as postagens

HOLLYWOOD E O FALSO PROFETA

O Apocalipse fala do 'Falso Profeta' [13.6; 19.20; 20.10] e ele tradicionalmente é interpretado como o Protestantismo Apostatado.

O 'Falso Profeta' é um dos personagens apocalípticos que os EUA transveste no papel de protagonista junto com a primeira besta ou Papado. [Leia aqui]

O Protestantismo Apostatado se faz 'Falso Profeta' por que ele assume a imagística dos falsos profetas do Antigo Testamento que pretendiam falar em nome de Deus mas falavam mentiras e desencaminhavam o povo.

Hollywood aqui aparece como um 'vidente' e surpreendentemente tem acertado nas previsões dos roteiros de filmes e séries.

A seguir a reportagem imparcial da BBC que indica Hollywood como o grande vidente do momento:


"Essa cena de "Os Simpsons" mostrando Trump efetivamente como presidente é de 2015; mas um episódio de 2000 também o havia citado no comando da Casa Branca.

No cinema, na TV e na música, a possibilidade de Donald Trump se tornar presidente americano já havia sido levantada bem antes até mesmo de a corrida presencial começar.

A eleição do republicano fez com quem muitos fãs do desenho Os Simpsons lembrassem sobre um episódio antigo em que o bilionário governava os Estados Unidos.

Em Bart to the Future, que foi ao ar em 2000, Lisa acaba de assumir a Presidência americana e está na Casa Branca explicando a situação do país. "Herdamos uma grave crise orçamentária do presidente Trump", diz ela.

Então ela pergunta ao secretário de Estado, seu amigo de infância Milhouse, qual a gravidade das finanças americanas após o governo Trump. E ele responde: "O país está quebrado."

Em uma entrevista concedida no começo deste ano, o roteirista do programa Dan Greaney descreveu o episódio como "um alerta para os Estados Unidos".

"(A ideia de ter Trump como presidente) Nos pareceu algo lógico para mostrar a última parada antes do fundo do poço. Era consistente com a visão de um país beirando à loucura", disse Dan ao site Hollywood Reporter.

"Precisávamos de uma situação em que Lisa tivesse problemas além de sua capacidade de resolução, e que tudo desse o mais errado possível. Foi por isso que colocamos Trump como o presidente antes dela."


Episódio do ano passado faz referência à "entrada" que Trump de fato fez no dia em que anunciou sua candidatura, surgindo em uma escada rolante.

A série voltou a fazer referência ao bilionário no ano passado, logo após ele ter anunciado que iria concocorrer à Presidência.

O episódio Trumptastic Voyage satiriza o anúncio da candidatura do republicano e o mostra em uma escada rolante com Homer Simpson - em referência à "entrada" que o candidato de fato fez no dia em que anunciou sua candidatura ao lado da mulher, Melania.

No início deste ano, Os Simpsons apoiaram oficialmente a candidata Hillary Clinton em um vídeo no qual Homer e Marge aparecem discutindo em que votar - e acabam se decidindo pela democrata, derrotada nesta semana pelo bilionário.

Mas não foram apenas Os Simpsons que "previram" o governo Trump. Em 1999, um clipe da banda de rock americana Rage Against the Machine também fez alusão a uma tentativa de Trump para chegar à Casa Branca.

No clipe da música Sleep Now in the Fire, um homem é visto segurando um cartaz onde se lê "Donald J. Trump para presidente".

Naquela época, Trump havia tentado se lançar pelo Partido Reformista, mas retirou sua candidatura em fevereiro de 2000 - nove meses antes da eleição.


Um clipe do Rage Against The Machine divulgado em 1999 foi dirigido por Michael Moore. O vídeo foi dirigido pelo documentarista Michael Moore, que recentemente abordou diretamente a hipótese de Trump se tornar presidente.

Moore lançou um documentário no início deste ano chamado TrumpLand, no qual ele alertava para os riscos de sua potencial eleição.

O documentarista também postou um texto em seu site intitulado "Cinco razões pelas quais Trump vai vencer" - mas a essa altura esse cenário já era bem mais realista do que na época na qual ele dirigiu o clipe do Rage Against the Machine, 17 anos antes.

Biff Trump?
Outra "previsão", dessa vez um pouco menos direta, ocorreu no filme De Volta para o Futuro 2, de 1989 - 27 anos antes da eleição de Trump.

O vilão da trilogia, Biff Tannen, acaba se tornando um empresário de sucesso, o que o leva a abrir um cassino e a usar seu dinheiro para influenciar a política americana.

O roteirista do filme confirmou, no ano passado, que o personagem foi em parte baseado, sim, em Trump. Biff, inclusive, usa o dinheiro que ganha dos cassinos para influenciar o Partido Republicano, antes de acabar ele mesmo obtendo poder político.

Roteirista de 'De Volta para o Futuro 2' confirmou que Biff, o vilão da série, foi inspirado em Trump."
Fonte: BBC.

Essas 'previsões' deveriam despertar algumas perguntas:

Quem está atrás dessas previsões de Hollywood?
Se as previsões são sobrenaturais, o que dizer do conteúdo dos filmes de Hollywood?
O que se pretende com essas previsões sobre a 'fé' e credulidade dos fãs?
Filmes de Hollywoo ainda continuam inocentes e saudáveis?
Filmes de caráter sobrenatural [mesmo que sejam comédias] são bons em si mesmos?

Pense sobre isso.

POST RELACIONADO COM ESTE QUE VOCÊ LEU:
A Extrema Direita [de Trump] no Tempo do Fim
O Tempo do Fim e os Enganos Satânicos

CIVIL WAR



Civil War, um filme da Marvel, estréia amanhã e esta causando uma comoção entre os jovens e adultos fanáticos por filmes de ficção.

O Inimigo de nossas almas brinca com os humanos, e os ilude com aquilo que eles mais gostam e se divertem - os filmes.

O Grande Conflito acontece a cada minuto ao nosso redor, e nós estamos preocupados com a estréia de Civil War!

Uma Gerra Cósmica se desenrola ao nosso redor; o que está em jogo é nossa própria existência e o mundo está se divertindo e se preocupando com uma ficção.

O enredo de Civil War é o enredo de nossas próprias vidas.

Só que os heróis que estamos confiando e idolatrando não podem fazer nada, absolutamente nada por nós. Eles são ficção no filme e pessoas comuns na vida real.


A ilusão nos seduz. É incrível como a natureza humana é apaixonada pela mentira, por fábulas e pela ficção.

Por outro lado, "há uma realidade invisível que impacta grandemente o que vemos"; "uma vez que vivemos na era científica, não deveria ser difícil crer nas realidades invisíveis". A Bíblia declara que "a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes" Ef 6.12.

Há uma Guerra Cósmica ao nosso redor e estamos preocupados e iludidos com uma ficção.

"O Grande Conflito entre Cristo e Satanás forma o invisível cenário de fundo por trás do mundo visível que experimentamos todos os dias". Você agora mesmo pode estar sofrendo a influência dessa 'Guerra Pessoal', através de conflitos familiares, desemprego, opressão, abusos, mentiras, violência etc.

"Há de fato uma guerra, visível e invisível, na qual todos estamos envolvidos e na qual  todos escolhemos um lado. Experimentamos essa guerra todos os dias, não importa se compreendemos ou deixemos de compreender a repeito do que está ocorrendo. Essa é a essência de viver em meio ao Grande Conflito"

Essa é uma 'cosmovisão' do 'conflito', da 'Civil War' de cada um. A idéia de que está ocorrendo uma batalha entre poderes sobrenaturais nos cosmos. E você está envolvido; na realidade você é o alvo e o prêmio a ser conquistado ou destruído. Conquistado por Jesus; destruído por Satanás.

"Embora o Grande Conflito envolva questões cósmicas, é uma batalha na mente e no coração."
A dúvida, a descrença e a falta de fé nas questões espirituais, são vírus que replicam a morte em nossa alma.

"A Bíblia nunca subestima a existência e a ação de Satanás nos assuntos da história humana". Por isso, leia a Bíblia. São 'spoilers' que nos antecipam a ação do inimigo, e você vai ser grato por isso.

Os Sagrados Spoilers bíblicos nos livram da aniquilação apocalíptica. A profecia são estes 'spoilers' fantásticos que frustram o plano do arqui-inimigo de Jesus.

Suas batalhas pessoais estão repletas deste Grande Conflito. "É necessário que todo cristão enxergue como esse conflito penetra em todos os aspectos da experiência humana; como em cada ato da vida a pessoa revela um ou outro daqueles dois princípios antagônicos [bem ou mal]. E como, querendo ou não, você está mesmo agora decidindo de que lado do conflito estará" Educação, p.190.

"Quem entre nós não conhece a realidade do grande conflito? Conhecemos essa guerra porque a sentimos dentro de nós diariamente. Vivemos neste mundo desestruturado, amaldiçoado pela ansiedade e pela dor, onde a serpente não está limitada a uma árvore no meio do jardim, mas todo o jardim está infestado de serpentes.

Um mundo cheio de sussurros de tentações que vêm de todas as formas e que tão facilmente enredam aqueles que não são diligentes na fé e na oração. Não é de admirar que Jesus tenha dito: "Vigiai e orai." Para que não caiamos nas muitas ciladas que nos aguardam, temos que vigiar e orar.

De todas as ciladas, talvez a mais perigosa para o cristão seja acreditar na mentira que diz: "Quando você sucumbe à tentação, já foi longe demais”. Não há um Deus cheio de graça que vai recebê-lo de volta em Seus braços. Quem já não ouviu essa voz sussurrando em seus ouvidos? Em certo sentido, essa ideia está correta: quando você cai em tentação, mesmo que seja uma única vez, já foi longe demais para voltar.

 Foi exatamente por isso que Jesus veio, conquistou a vitória por nós onde todos nós falhamos, e então nos oferece Seu triunfo. Essa é a essência do evangelho: No grande conflito, Jesus fez por nós o que nunca poderíamos fazer por nós mesmos.


Porém, ao mesmo tempo, precisamos es colher cada dia, cada hora, cada momento, nos colocarmos do lado dEle, e fazemos isso obedecendo à Sua Palavra e clamando pelas promessas de vitória que Ele nos fez, apoiando-nos o tempo todo em Seus méritos, que nos dão certeza da salvação".

Citações: Andy Nash; LES, "O Evangelho de Mateus"; Lição 05; págs.55-65.

DEADPOOL - Entretenimento Sórdido


O entretenimento não tem limites em nosso século; os filmes de forma específica estão cada vez mais violentos, com elementos de pornografia e requintes de maldade.

Mas Deadpool vai além da violência. Separei comentários de quem já assistiu o filme, para que você tenha idéia do que está se passando nas telas do cinema e não cometa o erro de assistir.

“O filme Deadpool acabou de estrear e está sendo considerado violento, sarcástico ao extremo e promíscuo demais. Isso tem causado uma série de censuras e banimentos do filme em alguns países.

Depois de ser banido na China e censurado, com direito a cortes, na Índia, o filme entrou para a lista negra do Uzberquistão, por conta de “preocupações éticas“, conforme o The Hollywood Reporter. Caso alguém do país queira ver o filme, terá que fazer uma pequena viagem, tendo em vista que o filme será banido dos cinemas e não deve ser lançado em home media (DVDs e Blu-Ray).

Baseado no menos convencional anti-herói da Marvel Comics, Deadpool contará a história de origem do ex-Agente das Forças Especiais, Wade Wilson. Após ser cobaia em um experimento ilegal, recebe incríveis poderes de regeneração e adota o alter-ego de Deadpool.

Armado com suas novas habilidades e um senso de humor sombrio e deturpado, Deadpool está a procura do homem que quase destruiu sua vida”
Fonte: UOL

“Deadpool não é um herói, é um anti-herói. É um anti-herói da Marvel famoso pela sua “irreverência” e que possui o poder de se regenerar. Seu filme está fazendo um grande sucesso e quebrou alguns recordes de bilheteria, e o fato de um anti-herói estar sendo tão bem sucedido diz muito sobre a nossa atual cultura.

“Deadpool contém uma boa dose de cenas de sexo (sua namorada era prostituta e ele é tido no filme como um “viciado em prostitutas”). Contém cenas de nudez frontal (em uma cena numa boate de striptease). Deadpool contém referências “cômicas” ao vício da masturbação do início ao fim do filme (ele não esconde que isso é um passatempo para ele, e volta nesse tópico várias vezes ao longo do filme, chegando mesmo a aparecer por alguns segundos na telas o “herói” se “entretendo”).

Não é apenas o apelo sexual do filme que é questionável. No ápice do filme, Deadpool está com uma arma apontada para a cabeça do vilão e Colossus, um X-Man, começa um discurso sobre o heroísmo, chamando sua atenção para que não desperdice a chance de poupar um inimigo e agir como um herói. E Deadpool simplesmente não espera Colossus terminar de falar e estoura a cabeça do seu inimigo, arrancando muitas risadas da plateia e dizendo ao Colossus: “Você não parava a lenga lenga!”. No clima cômico do filme, talvez tenha passado despercebido para muitos, mas o personagem acaba ridicularizando a misericórdia.

Vamos nos ater a um ponto: as diversas piadinhas aludindo à masturbação. Diante da tela, no calor do momento, podemos estar rindo com o público dos comentários “sujinhos” de Deadpool... sabemos o que é a realidade. Sabemos que é um pecado que vicia muitos, altera o cérebro e a maneira de olharmos as mulheres e a forma que nos relacionamos com elas. Que é um pecado mortal, que mata a alma, destrói nossa capacidade de amar plenamente e nos separa da graça de Deus. Estamos rindo de algo que leva pro inferno. Sinceramente, isso é saudável?

Não queremos aqui impor uma lei; dizer “não assistam Deadpool se vocês são [cristãos]”. Devemos nos propor uma reflexão mais profunda: Por que eu, no momento de consumir livros, filmes, séries, música e entretenimento… deixo de lado minha moralidade? Por que me atrai piadinhas sujas, por que não me incomoda histórias onde sexo casual é apenas uma anedota divertidinha, que dá margem a piadas, como algo que “faz parte da vida”?

Por que, em suma, eu rio do que desagrada a Deus? Sabemos que a um cristão não convém certas coisas, como assistir a alguns filmes ou ouvir certas músicas. Mas o que devemos examinar é: Por que a ideia de renunciar a isso me incomoda? Por que me faz falta essa forma de entretenimento? Por que isso me atrai?

Irmãos de apostolado, nossa cruzada é pela pureza! Mostrar ao mundo que o homem não é uma besta. Então que possamos nos revestir de Cristo e deixar que Ele nos conquiste. Não queremos apenas renunciar a certas formas de entretenimento. Queremos desprezá-las! Que nosso coração seja atraído pela pureza e seja repelido pelo que é pecaminoso. Assim o jugo será suave e o fardo leve. Que em todas as coisas Cristo reine em nossas vidas. Incluindo nossos divertimentos.”

Blog Homem Catolico

O AMBIENTE DO CINEMA


Estariam corretos esses argumentos?

O argumento de que a igreja se utilizou do rádio, da TV e da internet é óbvio, porque são veículos de comunicação; no caso do cinema o filme é o veículo, mas o ambiente é o elemento perigoso.

Quando se ouve o rádio, se assiste TV ou se acessa a internet, estamos em ambientes privados; o cinema é um ambiente público, e implica em partilhar o local com práticas não usuais ao cristianismo.

Cinema, teatro, circo, danceterias são diferentes para a propagação da mensagem do evangelho; esses meios exigem ambientes que as Sagradas Escrituras declaram: 'não ande segundo o conselho dos ímpios, nem se detenha no caminho dos pecadores, nem se assente na roda dos escarnecedores' Salmo1.1(adap.)

Para princípios das Escrituras não existe evolução ou quebra de paradigmas. 

A demonização de certas práticas que depois seriam liberadas por uma evolução de pensamento, pode ocorrer na imaginação dos liberais. Não há duvidas de que se certos hábitos não existissem na vida do cristão, haveria muito maior progresso espiritual. O tempo gasto com TV e internet tira o tempo da comunhão e crescimento pessoal. Isso não quer dizer que a igreja não deveria investir no evangelismo por esses meios de comunicação. O mesmo ocorre com os filmes; mas isso não quer dizer que estamos autorizados a frequentar os ambientes.

O provérbio popular - "a culpa do assassinato não é da faca" para justificar que o ambiente do cinema é admissível, é um pensamento simplista e uma falácia. Se assim fosse o porte de 'arma branca' não seria caracterizado como perigoso. 

Usar esse argumento para o cinema é autorizar a presença de cristãos em ambientes onde tudo se pratica. O uso de drogas, prática de sexo e várias outras coisas são feitas e admitidas no ambiente escuro do cinema.

Pessoas que assistem filmes cristãos no cinema, são incentivados a ir depois até lá para assistir qualquer outro tipo de filme. 

A IASD tem incentivado a produção de filmes para alcançar cristãos de outras denominações e não-cristãos, mas isso não é uma autorização para frequentar ambientes não apropriados.

O cinema não é um ambiente apropriado para cristãos que querem "guardar-se isento da corrupção do mundo" Tiago 1.27

Artistas não ditam as doutrinas da igreja; as Sagradas Escrituras é que as definem. O Espírito Santo "deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos" Efésios 4.11 e 12; e não cabe a mais ninguém desconstruir o que já foi construído em termos de doutrina.

Permaneça isento desta corrupção mundana; mantenha-se longe do ambiente do cinema, teatro, danceterias e estádios de futebol. O que ocorre nestes ambientes não é próprio em nenhum momento.

NO ESCURINHO DO CINEMA

O Twitter têm se revelado um laboratório para se estudar o comportamento humano.

As 'hashtags' e os 'trends' que exibem os principais assuntos mais comentados no estado, país e pelo mundo, têm ajudado a entender o que se passa na mente das pessoas.

Recentemente os jovens que usam a rede social fizeram uma hashtag subir - #Cite5CoisasPraFazerNoCinema e o que se evidenciou foi um dos argumentos mais usados para se afirmar que o cinema não é um ambiente para os cristãos se divertirem.

Dentre as '5 coisas pra se fazer no cinema' muitas delas estavam relacionadas ao sexo.
O argumento de que a sala de cinema é um ambiente familiar, é muito usado para os que apoiam o uso deste ambiente como entretenimento. Mas o que as pessoas vão fazer realmente ali é outra coisa.

O problema do cinema é o ambiente, as companhias e o que elas estão fazendo ali.

Cinema ou qualquer outro ambiente duvidoso deve ser evitado pelo cristão. Divertir-se com mundanos é se "assentar na roda dos escarnecedores" Salmo 1.1.  

IR AO CINEMA É PECADO?



Algumas pessoas discordam de que o ambiente do cinema seja ‘pecaminoso’ ou mais propriamente ‘iníquo’. Isto porque admitem que os filmes fazem parte da cultura.

Cultura nem sempre é uma coisa boa. Veja o Carnaval por exemplo, ícone da cultura brasileira.

Quando se discute sobre cinema, existem duas coisas diferentes:
O ambiente – cinema
Os filmes exibidos ali – ação, romance, ficção, violência etc.

A discussão aqui é sobre o ambiente. 
O ambiente do cinema é ‘iniquo’. 

E o que determina isso ser assim são duas coisas:
O motivo que as pessoas vão ali (diversão)
A presença de quem está ali (ímpios)

O primeiro argumento (diversão) serve de linha divisória para outros ambientes.

Uma rodoviária, supermercado e até uma universidade possui muitas pessoas ímpias (vivem contrários à vontade de Deus). Mas o motivo pelo que você está ali (no supermercado ou universidade) justifica o fato de você não ser contado entre os transgressores.

Geralmente o motivo de estarmos em um supermercado (compras) não é pecaminoso. Mas estar em um cinema se divertindo com os ímpios se torna pecaminoso. O cristão não se diverte com o pecado ou se alegra na iniquidade. "Bem aventurado o homem que... não se assenta na roda dos escarnecedores" Sl 1.1up

Quando você vai ao cinema está se assentando ao lado de 'escarnecedores', ímpios. Foi ali para se divertir como um deles.

O argumento do que é assistido ali no cinema é apenas uma violação a mais.

Ir ao cinema é iniquidade  porque é um ambiente de diversão mundana. E esta definição de ambientes mundanos é antiga.

“Os verdadeiros seguidores de Cristo terão sacrifícios a fazer. Fugirão dos lugares de diversões mundanas, pois não encontram aí a Jesus” MJ, 376.

Seria bom lembrar que o voto batismal no item número 07 descreve o novo crente como aquele que “abandonou as diversões mundanas como cinema” etc.

Aqueles que vão ao cinema quebram seu voto batismal, alimentam a iniquidade e estão fortalecendo sua natureza carnal, aumentando sua capacidade para a transgressão propriamente dita.


 Há muitas opções para os jovens que desejam se manter ao lado de Deus. Não vá ao cinema, organize uma reunião de jovens e assista filmes apropriados no salão de jovens de sua igreja, ou na casa daquele amigo que a mãe não se importa em receber os amigos.

Há sempre uma forma de não errarmos o alvo.

ASSISTIR A FILMES É PECADO?



Pecado é errar o alvo de se tornar igual a Jesus.

E certamente há filmes que nos levam a nos tornar diferentes de Deus.  “É pela contemplação que somos transformados” 2 TS, 341.

Até a mídia admite que há filmes próprios e impróprios de acordo com a censura; e estabelece limites de idade para certos filmes, colocando classificações como: cenas de nudez, violência, palavrões, cenas de sexo explícito etc.

Filmes nem sempre são culturais; a não ser que possamos criar uma categoria nova de filmes como a cultura mundana ou pecaminosa.

Cultura e seus elementos nem sempre é algo bom. O maior evento cultural do Brasil é o Carnaval; você tem dúvidas sobre o carnaval ser algo bom?

Também não é suficiente apenas não ir ao cinema. É necessário assistir bons filmes. Não ir ao cinema e assistir a qualquer filme, não diminui o problema da iniquidade em nossa mente. A iniquidade continuará a ser fortalecida e a transgressão será uma questão de oportunidade.

Nem todos os filmes de comédia são inocentes; nem todos os romances são puros. É necessário muito critério para a escolha dos filmes.

Há pouca coisa que os cristãos podem assistir com segurança. Há muito apelo sexual, violência e crime.

Talvez você imagine que não há nada de mais em assistir algumas poucas cenas de sexo pré-marital, conceitos sobre drogas etc. Mas a exposição a tais conceitos é que fortalecem a iniquidade interior.

Se divertir com cenas de erotismo, violência e crime é se alegrar com a existência do pecado.

“Satanás está usando todos os meios para tornar o crime e vícios degradantes populares (...) A mente é educada para familiarizar-se com o pecado. A conduta seguida pelos baixos e vis é mantida diante do povo pelos periódicos do dia, e tudo que pode despertar a paixão é posto diante deles em agitadas histórias” LA, 406.

Há duas grandes forças operando em nosso planeta; o Espírito Santo tentando levar os seres humanos a serem igual a Deus. Do outro lado, Satanás tentando desfigurar os humanos e leva-los a serem como ele. Você está sendo transformado à imagem de quem? De Deus ou de Satanás?

Descrevendo a situação de alguns crentes o seguinte texto afirmava que “contemplarão imagens e ouvirão sons, e estarão sujeitos a influências desmoralizantes que, a menos que delas se guardem inteiramente, imperceptível mas seguramente lhes corromperão o coração e deformarão o caráter” LA, 406.

Corrupção do coração e deformação do caráter é o penúltimo estágio na descendente trilha do pecado – a perversidade – ou hostilidade contra Deus.

Não é difícil encontrarmos mesmo dentro da igreja essa atitude em alguns crentes – hostilidade para com as coisas de Deus, a rotina da igreja, o estilo de vida cristão.

Perversidade ou Santidade? A escolha é nossa; e pode estar nas prateleiras das locadoras de DVDs ou na escolha do canal de filmes.

Post Relacionado:
Ir ao Cinema é Pecado?
Hollywood e o Falso Profeta

VIOLÊNCIA INSPIRADA NO CINEMA


“Somos transformados pela contemplação” – afirma o livro ‘O Desejado de Todas as Nações' pag. 441.

A mídia tem esse poder, transformar o cidadão comum. Seja através de um texto, da música ou de um filme no cinema.

“Uma das características do cinema moderno é a ambiguidade, ou a possibilidade de enxergar em cada filme coisas muito distintas. Boa parte do sentido é produzida na cabeça do espectador, que conecta a história contada na tela a tudo o que já viu antes, em uma sala de cinema, na TV e na vida — em casa, na escola, no trabalho, na rua.

Nesse processo, entram em campo as experiências, crenças, preferências, idiossincrasias e preconceitos de cada um. Funciona assim comigo, com você — e também com os psicopatas. Alguns deles têm atribuído a filmes a inspiração ou a motivação para cometer os crimes pelos quais se tornam conhecidos.

O episódio mais recente envolve “Dogville” (2003), do dinamarquês Lars von Trier. Muito lembrado pelo tratamento incomum que dá aos cenários, é o primeiro longa de uma trilogia inacabada sobre os Estados Unidos, que prosseguiu com “Manderlay” (2005). Nicole Kidman interpreta uma mulher em fuga que se esconde em um vilarejo nas montanhas.

Entre os muitos admiradores de “Dogville”, está o norueguês Anders Behring Breivik, o terrorista de extrema direita responsável pelos atentados de 22 de julho. Em sua página no Facebook, agora bloqueada pela polícia, ele relacionava entre seus preferidos o filme de Von Trier, cuja sequência final guarda semelhanças com o massacre na ilha de Utoya.

A proximidade foi notada pelo próprio diretor (clique aqui para ler seus comentários). Por uma coincidência infeliz, Von Trier criou polêmica no Festival de Cannes deste ano ao sugerir ironicamente que “compreendia” Aldolf Hitler na entrevista coletiva com a equipe de“Melancolia”, que entrará em cartaz no Brasil na próxima sexta-feira.

Quem deseja simplificar o cenário já está com o prato feito: um diretor que teria demonstrado simpatia por ideias de extrema direita veria um de seus principais filmes usado como “receita” por um psicopata com a mesma coloração ideológica. Parece difícil, no entanto, embarcar nessa simplificação — de Von Trier, do filme em questão e de Breivik.

Qualquer episódio de violência na vida real associado a um filme traz sempre à lembrança“Laranja Mecânica” (1971), que está sendo lançado em Blu-ray no 40o. aniversário de seu conturbado lançamento. À época, o diretor Stanley Kubrick decidiu retirar o filme dos cinemas do Reino Unido depois que a justiça o proibiu em algumas regiões, na esteira de crimes que teriam sido inspirados em algumas cenas.

Na ocasião, após receber ameaças anônimas, Kubrick argumentou que o caráter de denúncia do filme não havia sido compreendido. O autor do romance no qual se baseou, Anthony Burgess, o acompanhou na defesa da obra. Anos mais tarde, no entanto, Burgess escreveu um artigo no qual admitia que, se soubesse que uma obra sua teria sido responsável indireta por um ato de violência, nunca a teria escrito.

Desde então, outros episódios célebres têm reaberto periodicamente o debate sobre a suposta capacidade de o cinema, sozinho ou em conjunto com outros fatores, contribuir para a violência na sociedade. Hoje confiado a uma clínica psicológica, John Hinckley Jr. foi o protagonista de uma dessas histórias.

Em 30 de março de 1981, ele atirou no então presidente norte-americano Ronald Reagan e em outros integrantes de sua comitiva. Reagan chegou ao hospital em estado grave, mas se recuperou.

Hinckley disse que cometeu o atentado para impressionar a atriz Jodie Foster, em ação semelhante à do personagem de Robert De Niro em “Taxi Driver” (1976), no qual Foster interpreta uma adolescente que se prostitui.

Eric Harris e Dylan Klebold, os dois adolescentes norte-americanos responsáveis pelo massacre da Columbine High School, em 20 de abril de 1999, relacionavam o então recém-lançado“Matrix”, dos irmãos Wachowski, entre seus filmes preferidos, e teriam se inspirado parcialmente nele para cometer os assassinatos.

Meses depois, um episódio polêmico envolvendo cinema e violência foi registrado em São Paulo. Em 3 de novembro de 1999, Mateus da Costa Meira atirou na plateia de um cinema que exibia “Clube da Luta”, de David Fincher, e matou três espectadores.

Muito se disse na ocasião sobre a suposta importância do filme — que trata de esquizofrenia — para o assassino, mas a sua defesa alegou que ele havia sido influenciado pelo videogame “Duke Nukem”.

Fonte: Sérgio Rizzo, colunista do Yahoo! Cinema

TROPA DE ELITE 2 - FILME DE VIOLÊNCIA OU DOCUMENTÁRIO?

Em 600 cinemas será exibido o filme que tem sido considerado a melhor expressão do que é a violência policial e marginal na cidade do Rio de Janeiro.


Num misto de ação e informação o filme se utiliza da violência explícita para ‘protestar’ contra a própria violência na capital carioca.

Em entrevista coletiva para o lançamento de "Tropa de Elite 2", no Rio de Janeiro, o diretor José Padilha disse que seu filme não exagera ao retratar as mazelas da polícia carioca. Para ele, a realidade é ainda pior do que a ficção. "O importante é trazer à tona o problema das milícias", disse.

O filme se tornou uma sensação. Isto porque o filme brasileiro não tem os efeitos especiais de Hollywood, mas tem a violência – e isso é tão lucrativo quanto os efeitos especiais.

Um alerta aos cristãos que se preocupam com sua espiritualidade – não se permitam seduzir com a coisas vis e baixas deste mundo. Violência nunca foi e nunca será diversão.

“Satanás está usando todos os meios para tornar o crime e vícios degradantes populares. Não podemos andar nas ruas de nossas cidades sem encontrar chocantes notícias de crimes que serão contados e recontados nos romances e no teatro. A mente é educada para familiarizar-se com o pecado. A conduta seguida pelos baixos e vis é mantida diante do povo pelos periódicos do dia, e tudo que pode despertar a paixão é posto diante deles em agitadas histórias”. LA, 406

Repórteres de Portugal perguntavam insistentemente se a imagem de um Rio de Janeiro violento e corrupto não poderia interferir negativamente no turismo brasileiro, justamente no momento mais promissor, com a realização da Copa do Mundo de 2014.

Aos jornalistas portugueses, o diretor de Tropa disse que seu compromisso é “com as pessoas que vão assistir ao filme, não com o turismo”, e foi ajudado pelo ator protagonista do filme Wagner Moura – “Aqui dentro o filme tem a identificação do brasileiro que conhece este quadro, mas lá fora pode provocar perplexidade”, respondeu o ator.

O preço da má propaganda no exterior e nas mentes dos adolescentes e jovens que serão influenciados pela violência é superado pelo preço da fama pessoal e do lucro direto com a exibição do filme.

Eu não assisti Tropa de Elite 1.

Não assistirei Tropa de Elite 2.

Me recuso como brasileiro a financiar a industria da violência.

Me recuso como cristão a forçar minha consciência a se divertir com o crime, homicídio, extorsão e crueldade.