I N T O L E R Â N C I A



Ser cristão é ser intolerante?
Depende. Por exemplo, o cristianismo não tolera o pecado.

Acontece que as pessoas que não estão inseridas no contexto religioso tem dificuldade de separar o ato (pecado) da pessoa (pecador). E quando se condena o homossexualismo, o adultério, o roubo e outros comportamentos imorais, tendem a relacionar com a pessoa.

O cristianismo não condena as pessoas, condena o comportamento. O cristianismo valoriza o pecador arrependido. Mas permanecer no pecado é evidencia de oposição.

Deus no dia do juízo irá condenar as pessoas, e proceder o juízo executivo para com elas; ou seja, elas irão sofrer a penalidade por persistirem no erro. Mas só Deus pode condenar alguém, e mesmo assim só fará no dia do julgamento final.

Sendo assim, cristão, teoricamente, não são intolerantes. Afirmar o contrário seria admitir que certos mecanismos em nossa sociedade também são intolerantes. Por exemplo, a polícia é intolerante? Eles não inibem o roubo, a contravenção, o estelionato, o crime e homicídios; por isso são intolerantes?

Há um abismo entre a intolerância ao erro e a intolerância propriamente dita.

O que faz algo ser uma intolerância saudável e uma intolerância criminosa – o respeito pela humanidade – pelo indivíduo. A religião respeita os indivíduos, mas irá condenar os comportamentos.

A intolerância religiosa que comete crimes, tira a vida de pessoas inocentes, essa é uma intolerância criminosa.

Mas a intolerância religiosa ao pecado, ao erro e rebelião espiritual, não são criminosas; pelo contrário, incentivam a sociedade a manutenção da moral.

Por outro lado, o cristianismo é tolerante. A máxima cristã é "amai-vos uns aos outros" Romanos 12:10. E "o amor tudo crê, tudo suporta, tudo espera" I Corintios 13:13.

O cristianismo ensina a tolerância para com o indivíduo, o ser humano - o pecador.

Deus é tolerante - uma das características fundamentais de Deus é a Misericórdia. Além da Justiça e Santidade.

Portanto, intolerância se manifesta na agressão ao indivíduo. Mas quando o assunto é pecado (comportamento) a tolerância é zero.

Mesmo assim cada um deixado viver como quer. No dia do Juízo Final, cabe a Deus julgar todas as coisas.

QUEM DETERMINA O QUE É MORAL E IMORAL?


O que faz certos comportamento serem amorais ou imorais?

Quem disse que homossexualismo, adultério, prostituição, roubo, mentira e violência são comportamentos imorais?

Quem determina isso não é a julgamento humano, mas a Onisciência Divina.

Quando Deus determina algo, é na sua Oisciência que Ele afirma tais coisas. E Ele faz isso através de suas Leis; e essas Leis estão expressas nas Sagradas Escrituras.

A moralidade humana tem suas diretrizes nas afirmativas e negativas de Deus. Não é um grupo de pessoas que determinou algo, mas Deus que determina e exige tais coisas.

Passar por alto esse pressuposto é ignorar a mais alta autoridade do universo, ou seja ignorar Aquele que nos mantem vivos.

No final de tudo quando Deus tirar o direito de vida daqueles que o ignoraram, simplesmente estará realizando a vontade própria destes indivíduos – viver sem Deus – ‘viver sem a Vida’.

CULTO A QUEM?

O secularismo alcançou os cultos das igrejas. Os cultos foram criados para engrandecer o Nome de Jesus, sob o qual “não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” At 4:12.

Mas desde a época da igreja primitiva tem sido objetivo do “império das trevas” Cl 1:13, corromper o culto, a adoração e o louvor.

Passando pelo culto apostatado da igreja romana, até hoje nos cultos pós-modernos o que vemos é um desvio da adoração para o show, entretenimento e o espetáculo.

O jornal The New Yok Times descreve um desses cultos – “A atmosfera estava elétrica na igreja Renascer em Cristo na noite de "Extreme Fight". Seguidores da igreja vestiam jeans e tênis, muitos com bonés virados para trás, e se alinhavam num ringue de boxe temporário para aplaudir lutadores de jiu-jitsu de peitos desnudos. Eles gritavam quando o favorito dos fãs, Fabio Buca, resistiu ao seu oponente após vários minutos. Eles ficaram frenéticos quando o Pastor Dogão Meira, de 26 anos, abateu o seu opositor, segurando ele com uma chave de braço por apenas 10 segundos de luta”.

Tudo é uma questão de estratégia – “Aqui eles entram na igreja, às vezes para ver uma competição de luta, recebem a palavra de Jesus Cristo, e começam uma transformação. Eles vão deixar as drogas, começar a respeitar sua família e começar a curar doenças da alma, como ansiedade, depressão, drogas, álcool e prostituição", disse o pastor Dogão Meira da igreja Renascer.

O fenômeno é pós-moderno ou seja, surgiu no final do século 20. As igrejas impulsionadas pela mídia televisiva transmitem seus cultos no formato de show. A Igreja Internacional da Graça, liderada pelo missionário R.R. Soares possui esse slogan – Show da Fé.

A Igreja Universal do Reino de Deus, com seus dois canais de TV e dezenas de rádio transformou seus cultos em programas populares, onde a igreja é o cenário e os pastores os astros.

Os músicos evangélicos foram os grandes propulsores deste formato de culto. Eles copiaram as apresentações das grandes bandas de música popular (rock, dance music, sertanejo etc) e fizeram do louvor um verdadeiro show business. Com dança, fumaça, luzes e o som muito alto, o louvor foi engessado no formato do show – você não louva, você se diverte.

Com esse formato de louvor, os púlpitos sumiram ou foram minimizados; os aparelhos de som, instrumentos como baterias enormes, guitarras e teclados tomam conta da plataforma da igreja.
Embora o nome de Jesus seja gritado, entoado nas músicas e invocado nas orações, o centro do programa não é a pregação das Escrituras, mas o show musical e o espetáculo.

Algumas perguntas surgem diante deste novo cenário de culto, adoração e louvor. As pessoas vão lá para se divertir ou para adorar? A excitação das luzes e do som alto permite a meditação espiritual que as escrituras exigem?
Eles estão adorando a quem?

CULTOS CONGREGACIONAIS – DE ONDE VIERAM?

Eles surgiram na época dos judeus, no formato da Sinagoga.

Se você ler atentamente, vai ver que antes no AT os cultos eram feitos no Santuário, depois nos Templos de Salomão, Zorobabel e Herodes, respectivamente.

Mas todos tinham o mesmo formato devido ao sistema sacrifical que seguiam. A congregação não existia e assistia a tudo de forma passiva. Os Sacerdotes ministravam rituais e quando liam a Torah, o faziam para todo o povo que se ajuntava na frente do templo para ouvir a leitura. A maioria era iletrada e somente os escribas e doutores da lei sabiam ler e escrever.

Com a invasão de Jerusalém e posteriormente o domínio dos Medo-persas, os judeus cativos passaram a se utilizar das Sinagogas. Os Persas se utilizavam de locais como estes, que eram centros culturais onde a leitura e a discussão eram incentivados. O formato de culto congragacional surgiu aqui.

Embora os judeus não reconhecessem que presença Divina (Shekinah) se manifestasse na Sinagoga, muito do louvor ali executado, a leitura, meditação e orações, foram caracterizando um culto. Isso permitiu a idolatria da Torah que era reverenciada como objeto sagrado. Enquanto isso no templo o ritual de sacrifícios continuava e a presença Divina era ali cultuada.

Na transição do judaísmo para o cristiansimo, o formato da Sinagoga foi mantido. Paulo coloca algumas regras para o culto cristão da época, impedindo a participação das mulheres, pedindo que elas permanecessem em silencio (como nas sinagogas).

A Igreja Romana chegou importando o formato de culto do paganismo e descaracterizou os cultos cristãos primitivos.

Mas com a Reforma o culto congregacional foi resgatado, só que o formato foi inspirado no parlamento das nações democráticas que emergiam na sociedade livre da europa.

O que temos nas igrejas tradicionais é o púlpito como parlamento, onde todos crentes são convidados a testemunhar (pregação) do que Jesus Cristo fez em sua vida à luz das Escrituras Sagradas.

O louvor é participativo e ativo na congreagação – não apenas dos artistas no palco. O evento do culto é uma expressão do coração e não algo comtemplativo ou de entretenimento para se observar ou interagir como diversão.

O louvor, adoração e exposição das Escrituras tem caráter meditação. O barulho, som alto e movimento é desmotivado. “Mas faça-se tudo decentemente e com ordem” I Co 14:40.

Conclusão – desde os primórdios no Tabernáculo, a leitura das Escrituras era a ordem do culto; o louvor era congregacional havendo muita reverência e meditação. Mesmo no formato das Sinagogas que tinha um caráter cultural, as escrituras eram o centro do culto e tudo feito com muita ordem e descência. A Reforma que foi a grande revolução na igreja, não tirou muito deste formato. E não deve ser diferente hoje.

O QUE É SER CRISTÃO


Cristianismo se caracteriza por seguir os ensinos de Cristo. Os Evangelhos são a máxima de que Jesus Cristo viveu, falou e ensinou.

Por exemplo, nas primeiras palavras de Jesus ao povo judeu – a igreja de sua época – Jesus caracterizou seus seguidores como pessoas ‘felizes’ (bem-aventurados) e identificou-os como sendo:
1. ‘humildes de espírito’ ou indivíduos que conhecem sua fragilidade espiritual;
2. ‘os que choram’ ou aqueles que estão insatisfeitos com sua atual condição;
3. ‘mansos’ ou que não reagem as provocações deste mundo;
4. ‘têm fome e sede de justiça’ como aqueles que desejam avidamente a Palavra de Deus;
5. ‘misericordiosos’ os que exercem compaixão com os pecadores e errantes;
6. ‘limpos de coração’ como aqueles que retiram a malícia dos olhos;
7. ‘pacificadores’ os que buscam a paz com todos em qualquer situação.

Ser cristão para Jesus era exercer essas 7 qualidades régias.

Ainda nas suas primeiras palavras definindo os súditos do ‘reino’, Jesus apontou para a sua Lei – “aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus” Mt 5:19.

E a partir daí Jesus lista estes mandamentos – não matarás, não adulterarás, não cobiçarás etc.

Mas uma das coisas que Jesus mais recomendou aos seus discípulos foi o amor. Essa é a marca registrada do cristianismo.

Amar é a síntese do cristianismo – amor a Deus e amor ao próximo. Cristianismo sem amor não existe.

Há muitos seguimentos do cristianismo, milhares de denominações e crenças, mas se não houver amor em cada uma dessas crenças – não se trata de cristianismo.

A idéia revolucionária de Jesus era amar. Ame a pessoa que esta ao seu lado, ame a pessoa que lhe trata mal, ame a Deus sobre todas as coisas.

O fundamento de toda a teologia cristão foi que “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” Jo 3:16.

Imaginar cristianismo sem amor é como tentar descrever o oceano sem água, o céu sem ar, o cosmos sem estrelas, florestas sem árvores, montanhas sem pedras ou casas sem pessoas para morar nelas.

Cristianismo pode ser descrito como a crença na Trindade, na Revelação das escrituras, na ressurreição, regeneração, segunda vinda e muitas outras. Mas é o amor o princípio disso tudo. Ser cristão é amar.

O QUE NÃO É SER CRISTÃO

Há muito da cultura cristã ou hábitos cristãos, que são confundidos com a essência do cristianismo. No entanto não se constituem indicação distintiva para se eleger um cristão.

Embora muitos desses hábitos e práticas possam ser vistos no meio cristão, não significa que aqueles que o praticam estejam vivendo o cristianismo puro e autêntico.

Isso porque o cristianismo é caracterizado pelo amor – e ponto final. As coisas que derivam das várias situações vividas e articuladas pelos cristãos não constituem o cristianismo em si. Até mesmo porque algumas delas variam de local para local.

Assim há coisas exteriores que não indicam cristianismo, como:
1. Vestuário social – se você está bem vestido para uma reunião social, isto não o faz cristão.
2. Bíblia em punho – andar com a Bíblia empunhada não reflete o fato de ser um deles.
3. Aplicar recursos – dizimar, ofertar e aplicar seus recursos (doações) não o fará cristão.
4. Santificar um dia – separar o dia bíblico, determinado por Deus, para adoração e descanso, não determina que seja cristão genuíno.
5. Boas obras – embora isso tenha haver com amor cristão, muitas boas obras são motivadas pelo orgulho pessoal.
6. Ir a igreja – com certeza, entrar, permanecer e sair da igreja não faz uma pessoa cristã.
7. Sobriedade – abster-se das drogas sociais, é muito comum no meio cristão, mas não determina ser um deles.
8. Pobreza – pois é, nem todos pobres entrarão no reino dos céus. Há só um requisito para entrar ali, e não é a pobreza.
9. Pureza sexual – embora os solteiros cristãos procurem ser castos até o casamento, e os casados fiéis aos seus companheiros, isto também não é a essência do cristianismo.
10. Honestidade – uma virtude distintamente cristã, mas há honestos até em meio ao ateísmo.

Isto tudo não determina a qualidade cristã em uma pessoa. Muitas das coisas listadas acima são comuns e rotulam o crente, mas podem apenas rotular e o conteúdo ser bem diferente.

O indivíduo pode possuir dentro de si o ódio, amargura, inveja, ciúmes e outras coisas mais, mesmo com o rótulo (comportamento exterior) de cristão.

É fácil mimetizar um cristão.

Praticar certas coisas e repetir certos hábitos não nos fará cristãos. O que determina o cristianismo é o amor. Dizimar com amor é o cristianismo genuíno; optar pela sobriedade em amor aos conselhos Divinos caracteriza o cristão autêntico.

Existe um abismo entre o cristão nominal e verdadeiro.

Mas no vale deste abismo esta cheio de pessoas ingênuas e descuidadas que caíram ali.

NUNCA DESISTA DOS SONHOS


Eles nos movem. Se você sonha com algo, a probabilidade de conseguir é muito alta. Se você não conseguir exatamente aquilo, provavelmente é porque no transcurso da realização deste sonho, houve ajustes e você conquistou algo melhor e superior.

Sonhar permite termos alvos e objetivos na vida. Quanto mais alto você sonhar mais alto será sua conquista.

Deixar de sonhar, é permitir que você siga sem um destino ou um resultado a ser alcançado. Portanto sonhe, e lembre-se que Deus é quem ‘doura’ nossos sonhos.

Os sonhos dourados só se tornam assim porque o ‘dedo de Deus’ foi colocado ali.

Sonhar é permitir-se ser feliz no agora, e no amanhã quando o sonho se realizar.

Os sonhadores estão sempre satisfeitos – hoje porque sonham, amanhã porque conquistam a realidade.

Quando sonhamos permitimos que Deus faça algo por nós em nossa vida. Quando deixamos de sonhar, o que Ele poderá fazer?

Nunca desista de seus sonhos; “Porque, como [o homem] imaginou na sua alma, assim é” Pv 23:7. Isso quer dizer que somos reflexo de nossos sonhos. A sua vida é resultado daquilo que você tem colocado em sua mente, como alvo – em outras palavras – você é aquilo que sonha.

Qual é o seu sonho?

O que veio a sua mente neste momento irá determinar a diretriz de sua vida...

Segue abaixo coisas que normalmente sonhamos e a implicação de cada uma deles – você sonhou com:

1. Objetos – sonhar com coisas tão pequenas e descartáveis não nos levam tão longe. Objetos talvez, devam entrar na seção de desejos... sonhos é uma seção muito nobre para receber objetos.

2. Bens móveis – não é pelo valor de carros, barcos e motos que eles deveriam freqüentar nossos sonhos. Bens móveis se vão... e não poderíamos permitir que alguém roube nossos sonhos, ou que eles venha se perder em uma colisão traseira...

3. Bens imóveis – apesar de eles não poderem sair do lugar, as casas, prédios e terrenos freqüentam nossos sonhos e são bem-vindos. Mas nem sempre são garantia de felicidade.

4. Pessoas – são um excelente sonho. Podemos fazer pessoas felizes e viver para amar. Invista neste sonho.

5. Cargos – permitem a realização de muitos dos outros sonhos anteriores. Quando se tem um cargo, geralmente temos finanças e bens.

6. Status – a posição social é conquistada com alguns dos sonhos anteriores. No entanto ela não garante um bom nome.

7. Imagem – ou o bom nome é um excelente sonho. Mesmo que você não tenha bens, cargos ou status, você pode fazer da sua imagem algo respeitado e admirado.

8. Caráter – muito de um caráter recebemos por nossa educação, mas mesmo assim podemos construir um caráter através dos valores espirituais. Se você sonha em ter um bom caráter, pode passar sem os sonhos anteriores e ser feliz.

9. Futuro – até onde você quer ir? 2030 ou a eternidade? Sonhar com um bom futuro, implica em até onde você imagina ser esse futuro.

10. Deus – poucos sonham com a Divindade e poucos irão andar sobre o ouro, ter mansões e todos os outros sonhos acrescentados.

“Mas [sonhe] primeiro com o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas esses [sonhos] vos serão acrescentados Mt 6:33.

POR QUE REPETIMOS ATITUDES DESTRUTIVAS


Temos uma inclinação para a destruição. Essa é a tendência herdada que o pecado colocou em nossos genes, em nossa mente, nos desejos ou sei lá mais aonde...

Escolhemos as piores coisas em qualquer área da vida. A nossa tendência é brigar com as pessoas, discutir, separar, matar, agredir, ofender, destruir. Isso é parte da nossa natureza humana.

E o que é mais grave ainda – sentimos prazer nessas atitudes.

Repetimos atitudes destrutivas por este motivo – nossa natureza. Mas o cristão não usa isso como desculpa para vivenciar o erro e permanecer com os velhos hábitos.

A Palavra de Deus insiste para que “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências; nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça” Rm 6:12 e 13.

A nossa parte é ter consciência deste apetite por destruição que possuímos. Por isso a ênfase quanto a estarmos “vigiando”.

Não se trata de ‘vigiar’ a pessoa ao nosso lado, mas ‘vigiar’ a nós mesmos. Estarmos atentos pois a tendência é fazer escolhas que irão nos arrastar para infelicidade e por fim a destruição.

Isto ocorre em todas as áreas de nossa vida – relacional , na saúde, espiritual, profissional etc.

O texto de Paulo nos orienta a apresentar nossos membros à Deus. Por outro lado somos orientados a não apresentarmos nossos membros ao pecado.

Isto significa não expor meus olhos a violência, ou não permitir que minhas mãos estejam sobre coisas alheias... as situações são infindáveis.

Se eu permitir que meus sentimentos e vontades sigam naturalmente, minha vida entrará em um caos. Serei arrastado pela ordem deste mundo que determina morte e destruição.

É só olhar para os lados e iremos ver quantas coisas estão acontecendo, mesmo entre a sociedade civilizada – divórcios, separações, desentendimentos, doenças, infelicidade, desastres etc. Tudo resultado de nossas atitudes.

O prazer vinculado a essas atitudes é que nos leva a repetir as ações. Sentimos prazer no pecado. Algo que precisa estar claro diante de nós é isso – há prazer no pecado, mas é um prazer destrutivo e fatal.

Por outro lado há prazer também nas escolhas que nos aproximam de Deus ou na obediência. Apesar de nossa natureza se excitar e saborear com mais avidez as situações pecaminosas. Como Paulo podemos gritar – “Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?
Dou graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. Assim que eu mesmo, com o entendimento, sirvo à lei de Deus, mas, com a carne, à lei do pecado” Rm 7:24 e 25.

Sirva a Deus com entendimento, pois Jesus já te livrou do corpo desta morte.

O PODER DO AGORA


Você já deve ter ouvido o provérbio – ‘O que você tem para fazer hoje, não deixe para amanhã’ – e existe uma verdade nesta frase, aliás, existe poder nas decisões que não são adiadas.

Esse poder que está nas decisões tomadas no espaço tempo chamado “agora” são fantásticas por que elas fazem a história acontecer.

Outro ‘insight’ sobre o assunto afirma que existem três tipos de pessoas:
1. As pessoas que observam as coisas acontecerem
2. As que falam e discursam sobre o que aconteceu
3. As pessoas que fazem as coisas acontecerem

O terceiro grupo de pessoas é movido pela ação no espaço tempo chamado “agora”.

Geralmente há dezenas de decisões que tomamos por dia e outras dezenas que são adiadas. Mas são as decisões que são tomadas no “agora” que permitem as coisas acontecerem em nossa vida.

Entre as muitas categorias de decisões existem as espirituais; estas quando feitas no espaço tempo do “agora” são de extrema importância para a existência do ser humano.

Decisões como aceitar a Jesus como o Senhor de sua vida, se tomadas no tempo correto (o agora) permitem a fluência de recursos celestiais e um progresso momentoso.

Por exemplo, Moisés tomou uma decisão de assassinar um indivíduo – e se ele tivesse naquele momento (o agora) tomado a decisão de se controlar? O que teria acontecido?

Moisés teria poupado 40 anos de sua existência no deserto; o povo de Deus teria saído 40 anos mais cedo da escravidão; uma geração inteira teria ganho a liberdade, mas morreram escravos.

O poder do agora se dimensiona com a tomada de decisões.

Hoje ao sair ou estar diante das decisões em sua vida. Ou, até mesmo diante de algumas decisões que esperam por atitudes – faça “agora”.

Não adie sua felicidade.

As decisões espirituais são felicidade certa.

As decisões tomadas ao lado da Verdade são sucesso garantido.

Decida-se pelas coisas corretas, escolha a Verdade, decida-se pela "boa, perfeita e agradável vontade de Deus" Rm 12:2. Escolha Jesus.

PECADO – QUE É ISSO?


Pecado é um termo que expressa o nosso afastamento de Deus. Primariamente, não tem haver com o que se deixa de fazer ou com o que se faz; mas com QUEM deixamos de conhecer – Deus.

Pecar é negar a Deus em vários níveis de nossa vida. Há os que negam a existência de Deus, e há aqueles que negam a intervenção de Deus em sua vida.

O pecado é a negação virtual de Deus – mesmo que você acredite na existência dele.

O pecado produz culpa. Deus jamais queria que a humanidade experimentasse esse sentimento; Deus ou o Espírito Santo não produz culpa no pecador.

Pecado também é transgressão. Isso envolve a Lei de Deus, a Lei do amor – amor a Deus e amor às pessoas. Que são sumarizadas nos 10 Mandamentos: 4 deles se referindo a Deus, e 6 deles se referindo às pessoas.

Pecado é relacionado com as ações porque quando nos afastamos de Deus ou deixamos de conhecer a Deus, a nossa tendência é viver de uma forma peculiar – matando, adulterando, roubando, mentindo.

Os atos pecaminosos são os resultados, não é o pecado propriamente dito. O pecado é esquecer de Deus, ignorar a Sua vontade ou simplesmente deixa-Lo de lado.

Um pecado virtual pode se tornar algo muito peculiar. O excessivo amor próprio, pode levar a busca da auto-satisfação do prazer sexual. Daí surgem o adultério, prostituição, fornicação etc.

Um pecado virtual pode também se tornar algo muito sofisticado. A busca pela felicidade pode nos levar a uma escalada social em busca de recursos e dinheiro de tal forma que nos esqueçamos que Deus é nosso provedor.

Assim pecado é algo muito real, tanto quanto a existência de Deus. No entanto Deus é totalmente antagônico ao pecado. Assim como a luz e as trevas.

O pecado também é inerente ao ser humano; não podemos negar sua existência ou nos livrar dele. Mas o pecado é também anti-natural; fomos projetados para viver sem ele.

Deus se coloca como a solução Final para o pecado. “João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” João 1:29. Só Deus pode extirpar o pecado da vida do homem.

No entanto essa cruzada contra o pecado acontece por etapas na vida do homem. Primeiro Deus livra o homem da CONDENAÇÃO do pecado. Segundo Deus livra o homem da INFLUENCIA do pecado. Terceiro, e último, Deus promete livrar o homem da PRESENÇA do pecado.

Enquanto aqui estivermos teremos a presença do pecado entre nós, nos assediando (tentação) mas Deus promete na Glorificação (Segunda Vinda de Jesus) nos livrar permanentemente da presença do pecado – “Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e que isto que é mortal se revista da imortalidade” I Coríntios 15:51-53.

QUANDO O PECADO SE TORNA POPULAR


“Satanás está usando todos os meios para tornar o crime e vícios degradantes populares. Não podemos andar nas ruas de nossas cidades sem encontrar chocantes notícias de crimes que serão contados e recontados nos romances e no teatro.

A mente é educada para familiarizar-se com o pecado. A conduta seguida pelos baixos e vis é mantida diante do povo pelos periódicos do dia, e tudo que pode despertar a paixão é posto diante deles em agitadas histórias”. Bible Echo, 15 de outubro de 1894.

O grande Conflito em que estamos inseridos envolve o controle da nosso coração. O inimigo das nossas almas quer nos controlar, Deus espera que aceitemos o seu amor.

O objetivo das forças espirituais das trevas é tornar o crime e os vícios em coisas populares. E o que temos visto em nossa sociedade, se não isso acontecendo?

O crime é exaltado nas maiores e mais caras produções cinematográficas; as armas, o homicídio, a extorsão, o roubo, a violência são protagonizadas pelos maiores e mais populares humanos deste planeta. Esse é o grande objetivo – tornar o crime popular; o pecado ser popular.

O vício é veicuado nas mais divertidas e atraentes propagandas. Durante décadas o fumo foi divulgado nas propagandas mais caras do mundo comercial. Bilhões de dólares eram investidos pelas grandes empresas para divulgar o fumo.

Depois de milhões de pessoas sofrerem e agonizarem a morte em hospitais os governos mundiais proibiram a propaganda do fumo. Hoje é proibido fumar em lugares públicos e em alguns países isto é passível de multa. A quanto tempo isso era pregado nas igrejas?

O álcool segue a mesma trilha de sucesso; as propagandas mais divertidas são das cervejarias. Mas bilhões de pessoas sofrem dos resultados da ação deste vício. Acidentes automobilísticos, homicídios, violência familiar e as dezenas de complicações na saúde, são os resultados deste vício popular.

A Lei Seca no Brasil antecipa um movimento que breve irá conscientizar a população nacional e por fim do mundo, que este vício também só existe para a ruína da raça humana.

Mas esse é o grande objetivo das forças do mal – destruir a raça humana; trazer dor, tristeza e morte. Este é o resultado do afastamento de Deus – o pecado.

“Muitas das [produções] hoje se acham repletas de histórias sensacionais, que estão educando os jovens na impiedade, e conduzindo-os ao caminho da perdição. Muitas crianças na idade são velhos no conhecimento do crime.

São incitadas ao mal pelos [filmes] que [assistem]. Ensaiam, na imaginação, os atos descritos, até que se lhes desperta a ambição de ver de que são capazes quanto a cometer crimes e escapar à pena. Para a viva imaginação das crianças e jovens, as cenas descritas em imaginárias revelações do futuro são realidades.

São levados à prática de crimes ainda piores, se possível, que os descritos por esses escritores sensacionalistas. Mediante influências assim a sociedade está se desmoralizando. As sementes da anarquia são amplamente difundidas. Ninguém se maravilhe se a colheita de crimes é o fruto” A Ciência do Bom Viver, págs. 444 e 445.

AS 7 LEIS ESPIRITUAIS DO SUCESSO


1. Busque a Deus de manhã e no final do dia – “Buscar-me-eis e me achareis quando buscardes de todo o vosso coração” Jr 29:13. Separar tempo para estudo da Palavra, oração e meditação logo de manhã é “buscar em primeiro lugar o reino de Deus” Mt 5:33. Ao findar do dia, elevar a Deus um louvor em gratidão e orar agradecido pelas bênçãos, só irá aumentar a nossa comunhão. Deus deve ser o primeiro e o último na vida do Cristão.

2. Erga o altar da família – os membros da família devem em união procurar comungar juntos; seja nos cultos familiares ou na igreja. A família é uma idéia Divina. Deus criou o homem e a mulher e os autorizou a ter “muitos filhos” Gn 1:28. Ajuntar a família ao redor do altar e buscar a Deus é uma fórmula de união bem sucedida.

3. Freqüente os cultos de sua igreja – a comunhão do crente ocorre em dois níveis, com Deus e com o próximo. Participar de uma comunidade cristã oferece benefícios que nenhum outro circulo humano pode desenvolver. Ali recebemos orações, somos alvo de atenções e temos o suporte emocional necessário. Estamos sujeitos as normas da igreja e crescemos com a disciplina eclesiástica.

4. Evolva-se com a sua irmandade – o convívio cristão é saudável e oferece bênçãos únicas aos que cultivam hábitos como os de visitação, conversação, ajuda mútua e oração intercessória.

5. Testemunhe – falar de sua fé em Cristo Jesus é um exercício respiratório para a alma. Confessar a Jesus, e falar do seu poder e amor é vital. Se você não confessa sua fé, você esta morto espiritualmente.
6. Faça discípulos – o cristianismo esta sob ordens – “Ide e fazei discípulos... batizando-os”. O cristão não ignora essas ordens do Divino Mestre; o cristão as cumpre.

7. Exerça Fé, Esperança e Amor – e destes três o maior é o amor. Vivendo o amor, cumprimos a Lei. Amor a Deus e Amor ao próximo.

APRENDER COM ERROS, CRESCER COM ACERTOS


Uma grande verdade – errar é humano. Transportando esse conceito para a área espiritual, poderemos afirmar – pecar é humano.

A Bíblia afirma essa verdade – “todos pecaram”; “não há um justo sequer”. Mas o paradoxo do cristianismo é que os cristãos não permanecem no erro ou no pecado.

Cabe a nós aprender com nossos erros e crescer com os acertos.

Se você errou, você é o alvo do Amor Divino. Deus ama aos pecadores e quer torna-los em pessoas justas (que acertam).

Jamais pense que há pecados imperdoáveis, ou pecados que esgotem a misericórdia Divina. O único pecado impossível de ser perdoado, é aquele que não é confessado.

Não há como ir muito longe; não há como ir ‘fundo demais’; não há como desagradar a Deus. O pecador é sempre bem vindo, sempre aceito e sempre recebido por Deus.

Portanto, não se impressione com os erros passados – “todos pecaram” – ou seja, todos nós erramos e pecamos. Alguns com erros mais graves, outros com erros menos graves. Mas todos somos culpados.

Não há uma pessoa sequer que mereça elogios, a não ser o pecador que se arrepende.

“Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não imputa maldade, e em cujo espírito não há engano” Salmo 32:1 e 2.

Não há caso perdido para a misericórdia Divina. Não há crimes que não possam perdoados ou que não possam ser esquecidos por Deus.

Deus esquece os pecados porque o pecador arrependido é precioso. Você é importante para Deus, independente dos erros que tenham cometido.

“Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento” Lucas 15:7.

POR QUE ALGUNS NÃO CRÊEM?


“Por que acontece de os homens não crerem em evidencias suficientes? Por que não querem ser convencidos” R&H, 23/12/1890.

O motivo é simples assim mesmo. Certas pessoas não querem crer. “Buscam dúvidas, ganchos em que pendurar a sua incredulidade”. (Idem.) Elas estão satisfeitas com sua situação, e aceitar as evidencias do Evangelho implicaria em mudar de vida.

Há pessoas que estão satisfeitas com o pecado. Outras não vêem pecado em determinadas situações, estilo de vida e hábitos. Mas tudo isso é uma justificativa para permanecer contrários as evidências do Evangelho.

Uma coisa deve ficar bem clara neste assunto – há prazer no pecado. E as pessoas não querem abdicar deste prazer.

É um prazer ilusório, passageiro e auto-destrutivo, mas ele existe. O exemplo clássico são os vícios. Não se pode negar a ação compensadora da nicotina e do etanol no cérebro humano. Essas substâncias oferecem prazer e experiências prazerosas para o fumante e o alcoólatra.

As drogas oferecem experiências prazerosas aos usuários de maconha, cocaína e crack.

As pessoas não crêem, porque não querem crer. Estão satisfeitas com sua situação. O pecado lhes satisfaz, mesmo tendo provas do poder destrutivo e fatal que é o pecado.

O arrependimento virá quando reconhecerem que o prazer do pecado é enganoso, e termina em morte. Muitos tem reconhecido isso nos hospitais, quando estão corroídos pela enfisema, cirrose e os efeitos devastadores do crack.

O prazer do pecado tem levado a bilhões de pessoas a se contentar com as migalhas imundas das coisas deste mundo.

Por outro lado, o prazer que Deus oferece na obediência em diversas situações, estilo de vida e hábitos, conduzem a Vida Eterna.

“Há prazer na vida com Jesus”. E o prazer que temos nesta vida de submissão a Deus não é de privações, mas de livramento. Não nos privamos das drogas, somos livres delas. Não nos privamos do pecado, somos libertos dele. O pecado não oferece nada. O prazer que existe na sua prática não vale a pena.

Pessoas que estão satisfeitas com o pecado, e não querem ser convencidas do seu erro podem ser alcançadas através da aceitação. Condenar não surte efeito algum. Aceitar a pessoa, valoriza-la, apesar de sua incredulidade, e assim permitir que quando houver um momento de lucidez espiritual, você esteja por perto.

Isto porque Deus sempre estará por perto, convencendo os corações.

MAIS UMA PIADA


Em Parati, no Rio de janeiro ocorre a FLIP – Feira Literária Internacional de Parati.

Na noite da quinta-feira de 02 de Junho de 2009, Richard Dawkins conversou com o jornalista Silio Boccanera e também respondeu perguntas da plateia sobre seus trabalhos, em especial “Deus, um delírio”, best-seller que provocou bastante polêmica pelo mundo.

O biólogo evolucionista britânico usou de humor e de clareza em sua participação na Flip para defender por que não tem motivos para acreditar em Deus. Em uma de suas tiradas humorísticas, dignas de uma comédia do igualmente britânico grupo Monty Python, o evolucionista ironizou a primazia da religião como origem de tudo: “Quer dizer que foi assim na Bíblia? Moisés trouxe uma tábua escrita ‘Não matarás’ e o povo que ouvia disse: ‘puxa, realmente essa é uma boa ideia”.

Em uma das partes mais aplaudidas pela platéia da Flip, Dawkins disse: “É um desperdício terrível viver a sua vida pensando no que vem depois”. “Não desperdice a única vida que você tem.”

Quase ao final da participação da Flip, Dawkins respondeu a mais famosa pergunta que se faz a um ateu. E se você encontrar Deus depois da morte. "Primeiro eu diria: que tipo você é? Um deus grego, um deus asteca, um deus nórdico...?", disse o biólogo, arrancando risadas do público. Depois ele repetiu uma passagem citada em "Deus, um delírio", uma conhecida frase do filósofo Bertrand Russell, para responder a mesma questão: "Não havia provas o suficiente, Deus, não havia provas o suficiente!"

Dawkins provou ser mais um humorista, do que escritor sério. Se os 5 mil manuscritos das Sagradas Escrituras, distribuídos por todos os museus de Europa e EUA, não forem evidências, vamos rasgar toda a história universal humana.

A história universal é baseada em manuscritos antigos. Os escritos de Homero, são os manusritos que mais se aproximam em número dos manuscritos bíblicos. São apenas 700 manuscritos existentes das obras de Homero. E aceita-se a validade de cada um deles.

Os 5 mil manuscritos bíblicos tem muitos mais evidencias ao seu favor. Numericamente, 8 vezes mais evidências.

Dawkins realmente é um bom piadista. Não passa de um humorista.