O USO DE JÓIAS EM EZEQUIEL 16

Ezequiel 16 é uma parábola ou alegoria e está cheia de figuras emprestadas para o enredo central do romance que é ali contado.

A parábola do romance de Yahweh com Jerusalém segue padrões da Palestina pré-patriarcal. Muitas figuras que são usadas não refletem uma realidade que Yahweh idealizava para o seu povo, mas que eles viviam por escolha própria e o profeta se utiliza dessa imagística.

Por que o profeta se utilizaria de imagens e figuras pagãs? Para alcançar o povo comum.
As evidências das figuras emprestadas começam com as seguintes referências: “a tua origem e o teu nascimento procedem da terra dos cananeus”, que indicam uma origem espiritualizada e não propriamente étnica. 

O povo de Israel não havia surgido de canaã, eles eram imigrantes da caldéia.
Outra referência: ”Teu pai era amorreu, e a tua mãe hetéia.” v1, colocariam Jerusalém como de origem genética de amorreus e dos Hititas, no entanto o povo de Israel e os Judeus eram de origem genética dos caldeus; Abraão e Sara eram caldeus e não houve casamentos ilícitos entre os patriarcas e outras nações.

Sendo assim a parábola segue padrões que não são literais, mas alegóricos.

Se lermos a parábola de forma literal entenderemos que Israel era de origem dos amorreus e hititas, mas não é assim. O que está acontecendo então? O profeta está escrevendo uma alegoria e empresta figuras e imagens pagãs. Yahweh está dizendo, ‘vocês parecem que vieram dos amorreus, dos hititas; se ornam como eles, vivem como eles e se parecem como eles’.

Sendo assim ‘os enfeites’ aqui são símbolos da realidade dos povos cananitas e dos hábitos correntes entre eles, dos quais na parábola, a ‘jovem Jerusalém’ é retirada.

Yahweh dá jóias a uma jovem [v.12 e13] a ser desposada na parábola, mas o romance não indica propriamente o que Yahweh autorizava aos crentes da época.

Estabelecer que Yahweh tratou assim a sua ‘esposa espiritual’ [Jerusalém] é o mesmo que afirmar que podemos nos permitir da poligamia. Pois a figura aqui na parábola é de um rei [v.13] que encontra um bebê rejeitado, adota essa criança, educa e a prepara para ser uma mulher de seu harém [“e subiste até a realeza” v13]. Essa é a figura aqui representada na alegoria, e que se fazia muito comum em Canaã, onde reis de idade avançada desposavam virgens em seu harém.

Os padrões desta parábola são os mesmos daquela contada por Jesus sobre ‘O rico e Lázaro’ [Lc 16.19]; Jesus contou uma parábola de origem pagã [crença na imortalidade da alma] para chamar a atenção de saduceus que não criam na ressurreição, sendo que o objetivo da parábola era ensinar sobre o ‘amor ao próximo’.

Essa parábola do ‘Rico e Lázaro’ causa muita confusão até hoje, pois uma leitura rápida parece indicar que as pessoas morrem e vão para o céu, e outras vão para o inferno sofrer. Mas a exegese cuidadosa mostra que não é nada disso.


O mesmo ocorre com a parábola de Ezequiel 16. Ezequiel se utilizou de figuras e hábitos pagãos para chamar a tenção do povo e alcança-los onde estavam [em apostasia]. Mas a imagística das duas parábolas não justificam a crença na imortalidade da alma [Lc 16] e nem no uso de ornamentos e poligamia [Ez 16].

JOGOS, DECISÕES E VENCEDORES


Os dois próximos jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, oitavas de final e quartas de final, envolverão os horários do sábado.

O jogo decisivo das oitavas será no sábado as 13h; se o Brasil passar, a decisão das quartas de final, será em uma sexta-feira as 17hs.

Daqui para frente serão só 'decisões'. Decisão para a seleção e para os crentes adventistas.

As decisões que fazemos hoje nos preparam para as crises de amanhã.

Entre os adventistas é de conhecimento que o sábado - o 4o mandamento - é uma questão decisiva de obediência a Deus. A adoração a Deus nas horas sagradas do sábado já levou a muitas decisões de deixar empregos, melhores salários e lucros comerciais.

É um momento decisivo. Obedecer a Deus ou o desejo de assistir os jogos de decisão da Copa do Mundo?

A Palavra de Deus incentiva os crentes - "Importa antes obedecer a Deus do que a homens" Atos 5.29.

As decisões que fizermos, fortalecerão ou enfraquecerão nossas convicções.

É um mandamento da Lei de Deus; são momentos de adoração a Deus.

Estamos como os amigos de Daniel - Misael, Hananias e Azarias - diante de uma decisão sobre adoração. Vamos nos curvar diante do modismo e comemorações do mundo ou nos curvar diante de nosso Deus.

Nos dois jogos, das oitavas e das quartas de final, as famílias adventistas estarão reunidas; algumas para almoçar juntas após o culto de adoração do sábado, e no segundo momento para o 'culto de por-do-sol'.

Eu oro para que minha família esteja nesta cena. Não espero me encontrar na frente da TV, e muito menos em um estádio de futebol.

A decisão que eu tomar nestas situações irão determinar as decisões que virão sobre o sábado em um futuro próximo. Minimizar o sábado agora, será minimizar o sábado nas controvérsias do futuro sobre sua santidade e a santidade do domingo.

Hoje estamos nos preparando para as crises que estarão diante de nós.

O Apocalipse usa uma expressão - "ao que vencer" [Ap 2 e 3]; diante deste 'jogo do grande conflito' e das 'decisões' que estão diante dos adventistas, os verdadeiros 'vencedores' são os que 'perseverarem' em obedecer a Deus e lhe dar a glória e o tempo que lhe pertencem.

Pessoalmente vejo essas 'decisões' como norteadoras em minha vida. Esses eventos não foram colocados em nossas vidas por acaso. Eles vaõ determinar muitas coisas daqui por diante.

Deus está nos provando.

Sairemos vencedores ou seremos derrotados na final?

ASSISTIR JOGOS NO SÁBADO - É PECADO?


Quando esse assunto é discutido entre Adventistas do Sétimo Dia, isso ganha importância porque adventistas creem que a obediência é a resposta humana para a Maravilhosa Graça de Jesus.

Adventistas também são fiéis à Palavra de Deus, as Sagradas Escrituras, e isto faz com que os 10 Mandamentos sejam observados; não como 'obras da lei' mas como conselhos Divinos, ordens de um Pai Amoroso que quer cercar seus filhos das armadilhas deste mundo.

Isso não é uma 'questão de consciência' é uma questão de obediência.

É o 4o Mandamento que nos 'lembra' de santificar o sábado. Dos 10 mandamentos [Êxodo 20.3-17] os 4 primeiros são orientados para a Divindade:
1. Não ter outros deuses além de Yahweh
2. Não fazer imagens de esculturas [nem mesmo do próprio Yahweh]
3. Não tomar o nome de Deus em vão
4. Lembra-te do dia do sábado para o santificar

As horas do sábado pertencem a Deus. Assim como parte de nossos bens e rendas [dízimo] é reservado para Deus, o tempo de 24hs do Sétimo Dia também pertencem a Deus.

Há várias coisas da esfera humana que Deus reivindica dos humanos:
1. o tempo sagrado [sábado]
2. parte dos bens [dízimo]
3. o corpo [santuário]
Etc.

Assim como o dízimo podemos 'roubar' a Deus [Mal.3.8] do tempo que a Ele pertence.

A palavra 'santificar' do 4o mandamento [qâdash] significa: consagrar, dedicar, manter, separar. O 4o mandamento nos lembra:
- consagre as horas do sábado
- dedique as horas do sábado a Yahweh
- mantenha as horas do sábado como santas
- separe as horas do sábado para uso sagrado

A santidade das horas do sábado estão em dedicá-las à adoração. A quem estamos adorando quando assistimos o culto? A quem estamos adorando quando assistimos a um jogo de futebol?

A nossa alegria, efusividade, energia e vibração durante o sábado devem ser dirigidas a Deus.

Além de roubar o tempo sagrado de Yahweh, estaremos dirigindo nosso 'louvor' e afeições a algo totalmente banal - futebol. Nosso século dedica afeição a banalidades - temos heróis fictícios (Vingadores); amizades fictícias (mídias sociais); experiências fictícias (filmes).

Neste sábado [28/06/14] as 13hs vai haver um jogo da Seleção Brasileira pela Copa Do Mundo, e as especulações sobre poder ou não poder assistir o jogo começaram.

É fácil minimizar a situação dizendo que não há nada de mais em assistir um jogo; afinal a TV já fica ligada na 'Novo Tempo'; é só mudar o canal.

Estamos em um tempo de preparo para a Segunda Vinda. Hoje estamos nos preparando para uma crise que está adiante de nós.

Quando o sábado for um ponto controverso no cenário mundial,de que lado vamos estar? É fácil saber. O que estamos fazendo com o sábado atualmente, faremos naquele dia da 'grande crise'.

Se hoje dizemos sim a pequenas coisas que tiram a santidade do sábado, amanhã decidiremos pelo anti-cristo e a imposição do 'falso sábado'.

Hoje estamos nos preparando para a 'grande crise'. Hoje estamos nos fortalecendo ou nos enfraquecendo.

Respondendo à pergunta inicial - Assistir jogos no sábado é pecado?

Como se trata dos 10 Mandamentos - é transgressão.

Os 10 mandamentos são o mínimo da Lei; o Pentateuco, ou Torah, ou Lei, é constituída por 613 mandamentos. Os 10 Mandamentos é o mínimo de Moral que Deus exige para a pessoa não ser considerada como ímpio.

Então você já sabe - não é pecado, é transgressão; e quem o faz se torna ímpio.

NÃO SOMOS MACACOS


“Após ser alvo de atitude racista na partida de futebol entre o Barcelona e o Villarreal, no último domingo (27/04/14), o lateral da equipe catalã e da seleção brasileira, Daniel Alves disse, que é hipocrisia criticar a campanha #somostodosmacacos, inciada nas redes sociais pelo atacante Neymar em defesa ao colega de equipe.

Rapidamente, esportistas, jornalistas, apresentadores de TV, artistas famosos e pessoas desconhecidas de todo o mundo aderiram à campanha, publicando e compartilhando fotos com bananas em solidariedade ao jogador”. Fonte BBC

A crítica não é sobre a atitude de Daniel Alves ou Neymar, mas pela infeliz idéia afirmando que 'somos todos macacos', ou de uma origem comum, a de símios.

O mais surpreendente é que Neymar Júnior é evangélico e não se importou em basear sua campanha com uma idéia evolucionista.

Colocando a controvérsia do marketing à parte, é preciso levantar a questão filosófica atrás disso tudo – nossas origens. A campanha #SomosTodosMacacos pode ser bem humorada, pode ter mobilizado o mundo inteiro, pode ter conquistado a simpatia do público, enfim, foi surpreendente, mas é decadente.
Os conceitos espirituais não podem ser suplantados pela mídia ou pelo marketing.

Estamos tratando de nossas origens, de moral e de humanidade.

Se ‘somos todos macacos’, não há um Criador, ou Salvador. Há apenas uma incrível coincidência de aminoácidos que se combinaram e deram origem ao primeiro ser unicelular e mais tarde a um macaco que se tornou humano.

Atrás disso tudo está uma mente maléfica tentando tirar dos humanos aquilo que eles mais precisam – Deus.
Estamos enfrentando uma Batalha Cósmica contra a Divindade, e esse é apenas um episódio do capítulo chamado pós-modernidade.

ROUPA CURTA E VIOLÊNCIA


O resultado da pesquisa do IPEA chocou o país ao revelar que "mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas", foi a conclusão de 65,1% das 3810 pessoas entrevistadas de ambos os sexos;  e surpreendente também foi a resposta positiva de 58,5% quanto à proposição "se as mulheres soubessem se comportar, haveria menos estupros".

Este artigo não quer discutir a pesquisa ou os resultados dela, ou o que a população pensa.

Mas o objetivo é o que os ensinamentos bíblicos vêm trazendo como valores há seculos sobre modéstia e simplicidade ao se vestir.

Um dos conselhos mais diretos e claros sobre a modéstia em se vestir é quando o apóstolo Paulo escreve em 2 Timóteo 2.9 - "as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia".

O livro Educação, pág. 248  afirma - "A simplicidade no vestir, aliada à modéstia das maneiras, muito farão no sentido de cercar uma jovem com aquela atmosfera de sagrada reserva que para ela será uma proteção contra os milhares de perigos".

As normas bíblicas são muito criticadas mas há bom senso em cada uma delas.

Vivemos em um mundo violento e injusto; as mulheres deveriam ter liberdade de usar roupas agradáveis em um país onde o verão pode chegar a 45oC. Mas a violência e o crime estão por toda parte e a prudência é a melhor opção.

Essa foto ajuda entender que o problema não está somente na roupa mas nos olhos do agressor. Apesar da 'burca' não ser uma idéia bíblica, mas de convenções culturais, ambas as situações são extremas - a da cobiça dos homens e da imposição masculina de uma roupa agressiva à mulher.

Os argumentos de que Deus não se preocupa com o que vestimos, é um argumento falho, pois foi Deus que substituiu as roupas de Adão e Eva, quando já se encontravam vestidos ao se depararem com sua nudez - Gen.3.21.

Os conselhos direcionados às primeiras igrejas cristãs também são uma evidência de que o vestuário é importante para o cristão.

Cristãos verdadeiros irão pautar seu estilo de vida de acordo com a Palavra de Deus e não de acordo com os modismos do mundo. A bíblia não descreve o tipo de roupa a usar, mas ela afirma sobre pudor e modéstia.

Seja com as túnicas do passado ou as calças e camisetas de nossa era, o vestuário deve se caracterizar pelo pudor e modéstia.

NO ESCURINHO DO CINEMA

O Twitter têm se revelado um laboratório para se estudar o comportamento humano.

As 'hashtags' e os 'trends' que exibem os principais assuntos mais comentados no estado, país e pelo mundo, têm ajudado a entender o que se passa na mente das pessoas.

Recentemente os jovens que usam a rede social fizeram uma hashtag subir - #Cite5CoisasPraFazerNoCinema e o que se evidenciou foi um dos argumentos mais usados para se afirmar que o cinema não é um ambiente para os cristãos se divertirem.

Dentre as '5 coisas pra se fazer no cinema' muitas delas estavam relacionadas ao sexo.
O argumento de que a sala de cinema é um ambiente familiar, é muito usado para os que apoiam o uso deste ambiente como entretenimento. Mas o que as pessoas vão fazer realmente ali é outra coisa.

O problema do cinema é o ambiente, as companhias e o que elas estão fazendo ali.

Cinema ou qualquer outro ambiente duvidoso deve ser evitado pelo cristão. Divertir-se com mundanos é se "assentar na roda dos escarnecedores" Salmo 1.1.  

NOÉ - O FILME


Ao contrário do filme bíblico produzido por Mel Gibson, "A paixão de Cristo", este filme, "Noah" não vai acrescentar nada ao público; irá apenas retirar a fé das pessoas na Bíblia e gerar descrença e confusão.

O filme de Mel Gibson foi um ótimo veículo no mundo muçulmano para divulgar a morte de Jesus Cristo, o homem Deus. Mas o filme 'Noah' não irá causar o mesmo impacto; é um filme que distorce muitos conceitos cristãos e apenas diverte.

Darren Aronofsky, diretor do filme, é ateu, sendo assim o filme não é cristão e não visa informar, mas desinformar. A filosofia que é divulgada é evolucionista.

Não recomendo a ninguém ir ao cinema assistir a esse filme; primeiro porque cinema é um lugar de diversão mundano; segundo porque você pode assistir em casa, e se você se cansar de tanta especulação que aparece, e dormir durante o filme, já estará em casa mesmo.

A seguir, uma critica do Ministério de Mídia, Amazing Facts, sobre o filme 'Noah'.

Noé : uma história de advertência , não diversões.

"A nova versão do grande filme de Hollywood Noah criou uma avalanche de reações dentro e fora da comunidade cristã. Alguns líderes religiosos notáveis ​​elogioaram o épico de $ 160.000.000 dólares , enquanto outros têm dúvidas sobre a abordagem agressiva do ambientalismo radical que se destaque ao longo do filme .

No entanto, a única coisa que poderia ser mais controversa sobre este filme é sua tentativa de redefinir radicalmente o caráter de Deus e os acontecimentos que levaram à destruição da Terra.

Estivemos muito atentos aos comentários deste filme entre cristãos e não-cristãos críticos.    De fato, há alguns elementos muito trançados no filme que sentimos que devemos chamar a sua atenção :
+Anjos caídos de Satanás protegem Noé, enquanto ele constrói a arca.
+Para impedir que a Terra está sendo repovoada , Noah tenta matar esposa grávida de seu filho
+Noah é retratado como , um homem grosseiro indiferente relutantes em seguir as instruções de Deus
+Matusalém é caracterizado como uma espécie de feiticeiro que guia Noé espiritualmente !

Russell Crowe , que interpreta Noah , diz -se que isto não é uma "história de escola dominical", e vai desafiar os espectadores e a compreensão da Bíblia. O filme foi realmente proibido em alguns países islâmicos porque retrata um profeta.

O mesmo acontece com os esforços do escritor e diretor Darren Aronofsky para "preencher as lacunas " na história para violar o evento bíblico de que a verdadeira mensagem é inundado com muita expressão criativa ea especulação.

Fazemos duas recomendações sobre este novo filme. Primeiro, leia a história da Bíblia para si mesmo em Gênesis capítulos 6-8 . Não confie produtores de cinema para retratar com precisão a Escritura ; é provável que os produtores acreditam que o Gênesis é uma mera fábula e procuram mudar suas percepções a respeito de Deus e da Bíblia.

Além disso, a Palavra de Deus não foi dada para o entretenimento , mas " fazer-te sábio para a salvação , pela fé que há em Cristo Jesus " (2 Timóteo 3:15). Para encontrar a verdade de mudança de vida , não pode substituir a ver efeitos visuais criativas sobre a Bíblia com pessoalmente cavando Escritura com a ajuda do Espírito Santo. A história do dilúvio não é simplesmente para ser dramático , energizante , surpreendente, ou a confusão . É profundamente espiritual (1 Coríntios 2:14).

Em segundo lugar, o lançamento deste filme será potencialmente gerar muitas oportunidades para discutir a história da Bíblia com pessoas que sabem pouco sobre as Escrituras.

 Além dos incríveis representações visuais e apesar dos elementos distorcidos , é uma história ainda relevante para o nosso dia , pois Cristo disse: "Como foi nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do Homem" (Lucas 17:26) .

Assim como houve uma chamada para entrar na arca,  Jesus convida pacientemente as pessoas a vir a ele.

Fonte: Amazing Facts

NÃO HAVIA LUGAR PRA ELE


"Enquanto estavam lá [Belém], chegou o tempo de nascer o bebê, ela [Maria] de à luz... e o colocou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria" Lucas 2.6 e 7 NVI.

Ao vir a este mundo a Divindade Celestial, o Deus Eterno, não tinha lugar na casa dos Seus filhos.

Depois de 2 mil anos, esse fato ainda se repete, porque nós da civilização pós-moderna, nos entulhamos de cuidados e coisas no natal, e não há espaço para o Jesus do Evangelho.

Jesus vêm a cada natal novamente; agora, Ele mesmo bate a porta dos lares, e a triste realidade é que ainda não há lugar para Ele.

Jesus vêm na forma de oportunidades para a manifestação do amor, mas as portas dos corações estão fechadas.

Há a figura do 'Papai Noel' que ocupa o espaço que Jesus deveria ficar.

Ou a sala está entulhada com a Árvore de Natal e presentes e dificulta seu acesso à nossa mente.

A mesa está cheia de guloseimas, comidas e bebidas, e o santuário em que Jesus deveria habitar é profanado, impedido-O de entrar.

Nossa atenção está no brilho das luzes, no esplendor das roupas, na alegria da festa, e não há como ouvir as batidas de Jesus à porta.
 Há muita coisa para nos desviar de Jesus, do relacionamento pessoal com o Salvador; é uma época de troca de presentes, comércio, consumismo e materialismo. Isso é idolatria.

O que você sentiria se fosse a uma festa de aniversário sua, e ao chegar lá não recebesse presentes, mas as pessoas se auto-presenteassem? Onde você não era o centro das atenções mas um velho gordo recebesse os cumprimentos? O que você sentiria se você não fosse o centro das atenções, mas tudo fizesse referência a outra pessoa - o chapeuzinho na cabeça das pessoas, as cores e decorações, tudo se referisse ao velho gordo?

Ainda não há lugar para Jesus em nossas casas.

A TOUCA DE NATAL DO PAPA


Um artigo muito popular na época do Natal são as 'toucas' ou 'gorros' do Papai noel.

A origem deste item que parece tão inocente, e 'têm a cara do natal', é a vestimenta dos bispos católicos romanos.
  
“Pouco depois de assumir o pontificado, em 2005, Ratzinger ficou conhecido como "papa fashion", por usar, por exemplo, óculos escuros da marca Gucci. De acordo com alguns relatos, usava sapatilhas da grife Prada - o que o Vaticano negava. Em seu primeiro Natal como papa, apareceu em público com o camaur o, um gorro de veludo escarlate forrado com arminho, uma peça singular no guarda-roupa eclesiástica - não foi vista pelo Vaticano em todo o século XX.” [VEJA] Notícia Original da Revista Veja

Estamos imersos em uma cultura católica-romana, isso é inegável. Há muitos hábitos, expressões e crenças que precisam ser deixados de lado, porque de cristão não há nada.

Mas o papa não é cristão? NÃO. A Igreja Católica ROMANA é de origem pagã. De cristão só existe o nome. A história revela que o Imperador Romano Constantino se ligou ao cristianismo com interesses políticos mas o sincretismo do imperador agregou princípios e valores do paganismo romano e descaracterizou a 'religião cristã romana'.

A história do natal é muito significativa para estar mesclada como elementos pagãos ou fábulas como a do 'papai noel'. Inserir elementos estranhos à história do natal é adulterar o seu poderoso significado.

São essas pequenas coisas que ainda nos ligam a 'Babilônia', e é nesse contexto que a voz profética diz - "Sai dela povo meu" Ap 18.4pp.

Um Feliz Natal pra você - com Jesus, e sem o paganismo do 'Papai Noel'.

PARTICIPAR DO HALLOWEEN É PECADO?

Halloween é uma festa recente no mundo Ocidental. É uma das mais populares nos EUA , perdendo apenas para o Natal, mas ainda um modismo no Brasil.

Halloween é a comemoração do Dia das Bruxas; ele era originalmente um feriado pagão, homenageando os mortos nos EUA. Halloween foi referido como ‘All Hallows Eve’ - “véspera de Todos os Santos”, que foi criado pelos cristãos para converter os pagãos e é comemorado em 1 º de novembro.

Halloween tem suas origens no antigo festival celta conhecida como Samhain ( pronuncia-se "sah -win" ) .O festival de Samhain é uma celebração do fim da época de colheita na cultura gaélica .

Samhain era um tempo usado pelos antigos pagãos para fazer um balanço de suprimentos e se preparar para o inverno. Os antigos celtas acreditavam que em 31 de outubro, as fronteiras entre os mundos dos vivos e dos mortos e sobrepostas a falecidos voltaria à vida e causar estragos como doença ou colheitas danificadas.

Entre 1717 e 1770, um milhão de escoses e irlandeses emigraram para a América; e depois a Grande Fome da Irlanda trouxe mais um milhão de imigrantes entre 1845-1849. Britânicos e irlandeses de imigração nos Estados Unidos atingiu o pico em 1880.

Ritualizada nesta época como costume irlandês, o Halloween era praticamente desconhecido na América.

Foi associado ao ‘Dia das Bruxas’ porque os protestantes puritanos perseguiam e queimavam nas fogueiras os irlandeses que tinham o hábito do ocultismo. Grandes perseguições nestes dias de festas eram feitas pelos puritanos.

Associada com a indústria dos filmes de terror, na década de 70 se tornou um modismo pós-moderno.

A grande questão é se esses modismos afetam a espiritualidade dos crentes que participam dessas festas e brincadeiras em nossos dias.

Na minha opinião afeta e nos tira a identidade.

Quem participa do Halloween são pessoas de cosmovisão pagã. Essa festa não tem origem no cristianismo e sim na cultura mundana.

Muitos irão se surpreender no Dia do Juízo com a declaração de Jesus – “Apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade” Mateus 7.23.

A iniquidade é o ‘mau desejo’; tecnicamente não é pecado, mas é o mau desejo de se assemelhar ao mundo e aos seus costumes.

“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele” 1 João 2:15.

Há costumes que são intrinsecamente ‘mundanos’; o Halloween é mundano e pagão.

Os pais cristãos que permitem que seus filhos participem destas 'brincadeiras' estão preparando a mente de seus filhos para rejeitarem os princípios cristãos. Todo costume mundano, pagão, tira a identidade cristã do indivíduo.

Quer fazer festa? Repita as festas judaicas do passado! Apesar de todas elas alcançarem um cumprimento em Jesus Cristo, seria mais coerente fazermos festas temáticas baseadas na cultura judaica, já que todos somos de uma cosmovisão judaico-cristã.

Leia também A Origem Pagã do Halloween

ESTÁDIOS DE FUTEBOL - AMBIENTE PARA CRISTÃO?


Faltando 8 meses para a Copa do Mundo, é um bom momento para refletir sobre o hábito de ir a estádios de futebol.

Recentemente um adolescente morreu na Bolívia em um estádio de futebol. Seria esse um lugar ideal para o cristão se divertir?

Palavrões, drogas (alcool), brigas, rivalidade e muita agitação são marcas deste tipo de ambiente.

Não há como um cristão estar em um ambiente como este e permanecer na sua integridade espiritual.

 “Os verdadeiros seguidores de Cristo, terão sacrifícios a fazer. Fugirão dos lugares de diversão mundanas, pois não encontram a Jesus ali”. Mensagens aos Jovens, 376

“Bem aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios; nem se detém no caminho dos 
pecadores; e nem se assenta na roda dos escarnecedores" Salmo 1.1.

Salmo 1:1

MUSICA MUNDANA OU DE OUTRO MUNDO?


A Sertaneja Paula Fernandes revelou durante o programa 'Show Busineses' da TV Bandeirantes que é espírita e 'nunca compõem suas músicas sozinhas'.

O espiritismo admite a comunicação com o mundo espiritual e o contato com os mortos. Que tipo de inspiração suas músicas trariam para a mente dos seus ouvintes?

O uso de 'músicas mundanas' por cristãos sempre foi contestada pela igreja e depois desta declaração a situação se tornou mais evidente.

Aliás as músicas do gênero rock sempre tiveram seu compositores relacionados a satanismo e outras situações duvidosas.

O livro Mensagens aos Jovens na pág.295 afirma: "Satanás não faz objeções à música, uma vez que a possa tornar um caminho de acesso à mente dos jovens".

INFERNO - UMA VISÃO NÃO BÍBLICA

Em A Divina Comédia, o poeta italiano apresenta na forma de poema uma descrição detalhada do Inferno, do Purgatório e do Paraíso. No Inferno, Dante, guiado pelo poeta Virgílio, percorre locais onde os pecadores enfrentam punições pelo que fizeram em vida.
A pedido da BBC, o escritor e historiador Stephen Tomkin listou dez curiosidades sobre o inferno, de acordo com o descrito por Dante e outros artistas.
1 – O inferno tem formato de cone
De acordo com a descrição de Dante, o inferno consiste em nove círculos concêntricos que se afunilam conforme ficam mais profundos, até chegarem ao centro da Terra. Para qual deles você é enviado depende do pecado cometido, com círculos destinados aos glutões, hereges e fraudadores. Sobre o ponto central superior, na superfície terrestre, está Jerusalém.
O rio Aqueronte corre por todo o inferno, separando-o do mundo exterior. Fora do inferno, mas também sofrendo punição, estão as pessoas que nunca fizeram nada de bom nem de mal. Elas são penalizadas pela neutralidade, vagando por toda a eternidade sendo picadas por vespas e tendo o sangue bebido por larvas.
2 – O inferno é diversificado

Dante Alighieri, autor de 'A Divina Comédia'
A imagem moderna do inferno, com chamas e labaredas de fogo como punições universais para todos, é bastante moderada quanto comparada às versões medievais. A concepção atual é provavelmente um legado do poeta inglês John Milton (1608-1674), cujo poema épico Paraíso Perdido retrata em detalhes um inferno da época de Adão e Eva, descrito como "uma grande fornalha" cujas chamas oferecem "nenhuma luz, mas sim escuridão visível".
Já o inferno medieval descrito por Dante na literatura e pelo holandês Hieronymus Bosch (1450-1516) na pintura não é um ambiente estático. As punições são variadas e se aplicam conforme os pecados cometidos. Para o poeta italiano, os semeadores da discórdia são cortados em pedaços, e os suicidas vivem como árvores pelo fim dos tempos. Aduladores nadam em mares de excrementos e traidores são condenados a terem suas cabeças comidas por aqueles que traíram. O pintor holandês mostra pessoas sendo excretadas por monstros e homens sendo forçados a se casarem com porcos.
3 – O inferno fica abaixo da terra
Na Idade Média havia o senso comum de que o inferno estava localizado no subterrâneo terrestre, e havia lendas de pessoas que chegaram a ver sua fumaça saindo através de buracos no chão. Dante estava de acordo e por isso sua concepção coloca Satã na parte mais profunda do inferno, o nono círculo. Na versão de Milton, no entanto, o inferno é distante da Terra, vista como um lugar puro e perfeito, que não comportaria o centro da maldade.
4 – O inferno pode congelar
Na verdade, o inferno é descrito como escaldante, sobretudo na versão de Milton, que descreve colinas, cavernas, praias e pântanos de fogo. Dante mostra um rio de sangue fervente repleto de pessoas culpadas por carnificinas, piras de fogo para os hereges e um deserto onde chove fagulhas de fogo sobre pessoas que cometeram blasfêmias e homossexuais.
Entretanto, para Dante, o demônio está imerso em gelo até a cintura e sempre enfrenta frio, mesmo no calor do inferno. Apesar de todo o fogo, Milton também diz que em algumas regiões do inferno há gelo, neve, granizo e ventania.
5 – O inferno é outras pessoas (e elas são reais)

Inferno da obra de Milton tinha apenas demônios
O inferno de Milton, nos tempos de Adão e Eva, ainda não tem nenhum habitante, apenas demônios. Mas Dante vê muitos papas no inferno, incluindo Anastácio 2º (que viveu no século 5º), por heresia, e Nicolau 3º (do século 13) pelo pecado de compra de cargos na hierarquia na igreja.
O teólogo Erasmo de Roterdã (1466-1536) escreveu um diálogo chamado Júlio Excluído, onde o papa Júlio 2º (1443-1513) tem sua entrada no paraíso rudemente recusada. Michelangelo (1475-1564), em seu afresco O Juízo Final, na Capela Sistina, mostra pessoas reais sendo puxadas para o inferno, entre elas um assessor papal, Biagio de Cesena, que se opôs à intenção do artista de incluir nudez em seus trabalhos e é mostrado tendo os genitais comidos por uma serpente. Dante também coloca no inferno uma série de pessoas que realmente existiram, entre elas alguns amigos, e os famosos traidores Cássio, Brutus e Judas.
6 – O inferno abriga criaturas fictícias
O inferno está cheio de criaturas dos mitos pagãos. Dante vê centauros, o minotauro e o cachorro de três cabeças, Cérbero. Michelangelo inclui Caronte, o barqueiro dos rios Estige e Aqueronte que leva as almas dos pecadores para o inferno. Milton vê a medusa e hidras nas profundezas.
7 – O inferno é um pandemônio
O pandemônio ("todos os demônios"), embora tenha recebido ao longo do tempo a definição de um caos barulhento, é uma palavra inventada por Milton para a capital do inferno, onde Satã e seus seguidores se reúnem em seu Parlamento infernal.
8 – O inferno tem portões
O portão do inferno de Dante tem a famosa inscrição "abandone toda esperança aquele que por aqui entrar". Menos famosas são as outras oito linhas do texto, que incluem a alegação de que o interior foi criado pela "mais alta sabedoria e amor primordial". Para Milton, há nove portões: três de bronze, três de ferro e três de rocha, guardados pelo pecado, pela morte e pelos cães do inferno.
9 – O inferno não tem tanto interesse por sexo
Muitos associam o Cristianismo a pecados sexuais, mas o sexo não é citado como uma das causas proeminentes para o castigo no inferno.
Na Divina Comédia, o professor de Dante Brunetto Latini é punido no sétimo círculo por sexo "não natural", mas o pecado de luxúria é punido no segundo círculo (o primeiro sendo o limbo, lugar que costuma abrigar bebês não batizados e aqueles que não cometeram pecados, mas não são cristãos). Dessa forma, Dante considera a luxúria coloca a luxúria como um pecado menos grave do que outros, punidos em círculos mais profundos.
10 – O inferno não é tão bíblico
Muito poucas dessas ideias provêm da Bíblia. O Livro Sagrado não faz referência ao inferno e às chamas – muitos dos detalhes de Dante foram inspirados pelos mitos gregos e romanos, e a vasta maioria das concepções mais recentes são fruto do imaginário medieval ocidental.
Artistas cristãos orientais nunca tiveram o mesmo nível de interesse pelo assunto, e mesmo no Ocidente isso foi algo tardio – a doutrina do tormento perpétuo foi introduzida em 1215, no Quarto Concílio de Latrão, apenas um século antes de Dante.
Estima-se que há mais menções ao paraíso do que ao inferno na Bíblia (na Nova Versão Internacional, uma tradução do Livro Sagrado): seriam 622 versículos citando o paraíso, e apenas 15 ligados ao inferno.
Francisco Orofino, professor de teologia da faculdade EST, em São Leopoldo (RS), no entanto, diz que é "arbitrário" fazer qualquer contagem de palavras contidas na Bíblia em línguas que não o hebraico ou o grego, devido às diferentes traduções e interpretações em cada idioma – o que pode produzir resultados diferentes.

"Devo dizer que todo o problema está nas palavras conceituais 'paraíso' e 'inferno'. Se por 'paraíso' fizeram um levantamento em inglês da palavra 'heaven' incluíram neste levantamento palavras hebraicas e gregas que não significam em si 'paraíso' já que termos como 'céu' e 'céus' entram na conta. Portanto o número para 'paraíso' é totalmente falho. Nem sempre o conceito de 'céu' equivale a 'paraíso'. No caso do 'inferno', a palavra hebraica para o termo é sheôl, que geralmente é traduzida para o português como 'abismo, tumba, ou sepultura', e aí o número subiria muito", explica.

O CRISTÃO E AS MANIFESTAÇÕES POPULARES


Jesus não era reacionário.

O Filho de Deus tinha a maior das causas em suas mãos, mas escolheu através do amor fazer sua revolução. Seus métodos eram outros, sua revolução era outra, bem diferentes dos métodos do mundo.

A Sua igreja vinha de grandes levantes violentos contra o império (revolta dos macabeus); a sociedade religiosa estava dividida em partidos políticos (zelotes, herodianos e saduceus) mas não vemos em um só momento Jesus sendo reacionário ou incentivando a multidão a marchar contra Roma ou contra a liderança em Jerusalém.

Contra as expectativas de um Messias reacionário, Jesus se apresentava como um Messias pacífico. Quando questionado sobre a Plaestina, Jesus discursou: "Bem aventurados os mansos, porque herdarão a terra" Mt.5.3.

Diante da grande questão sobre os impostos (que é uma dos cinco pilares da atual ‘revolução’ brasileira) Jesus fez história ao declarar: “Dai a César o que é de Cesar, dai a Deus o que é de Deus” Mateus 22.21; Jesus decepcionou muita gente no passado, e iria decepcionar muitos cristãos hoje também.

Em um dos seus discursos em que a multidão questionava a opressão romana e os abusos dos soldados romanos, Jesus incentivou uma atitude jamais imaginada:
- dar a outra face
- dar também a capa, a quem pedir a túnica
- se alguém obrigasse andar uma milha, deveriam andar duas milhas

O discurso de Jesus é o de Mateus 5.38-44, onde começa dizendo – “não resistais ao mal” e termina dizendo – “Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus” Mateus 5.44.

A vida do cristão é pautada pelo evangelho; nos ensinos de Jesus Cristo e no seu exemplo temos a diretriz para nossa vida. 

O que está acontecendo é que vivemos em uma geração de crentes que desconhece o evangelho.


Antes de protestar, orar; antes de ser reacionário, sermos fraternos. Parece um absurdo mas isso é evangelho. O absurdo esta no fato de termos de repetir coisas fundamentais a uma igreja que quer gritar #VemPraRua quando deveria estar gritando #VemPraIgrejaOrar

Jesus desestimulou uma passeata para lhe fazer como Messias após a multiplicação dos pães (Mateus 14.22); poderia ter feito uma grande manifestação, mas preferiu despedir a multidão acalmar o ânimo dos discípulos e depois subiu o monte para orar v.23.

Jesus não era reacionário. Jovens adventistas que saem por entre a multidão de descrentes gritando ordens de um reino terreno, perderam há muito o foco da sua verdadeira missão. Nossa causa é outra; o conflito em que estamos é outro bem maior, e nele se exige oração e consagração.

“O governo sob que Jesus viveu era corrupto e opressivo; clamavam de todo lado os abusos - extorsões, intolerância e abusiva crueldade. Não obstante, o Salvador não tentou nenhuma reforma civil. Não atacou nenhum abuso nacional, nem condenou os inimigos da nação. Não interferiu com a autoridade nem com a administração dos que se achavam no poder.

Aquele que foi o nosso exemplo, conservou-Se afastado dos governos terrestres. Não porque fosse indiferente às misérias do homem, mas porque o remédio não residia em medidas meramente humanas e externas. Para ser eficiente, a cura deve atingir o próprio homem, individualmente, e regenerar o coração”.      O Desejado de Todas Nações, 509


“Não pelas decisões dos tribunais e conselhos, nem pelas assembléias legislativas, nem pelo patrocínio dos grandes do mundo, há de estabelecer-se o reino de Cristo, mas pela implantação de Sua natureza na humanidade, mediante o operar do Espírito Santo. "A todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; aos que crêem no Seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade do varão, mas de Deus." João 1:12 e 13. Aí está o único poder capaz de erguer a humanidade. E o instrumento humano para a realização dessa obra é o ensino e a observância da Palavra de Deus”.   O Desejado de Todas Nações, 510

"Os ímpios estão sendo atados em feixes, atados em conglomerados comerciais, em sindicatos, em confederações. Não devemos ter nada que ver com essas organizações. Deus é o nosso Soberano, o nosso Governador, e Ele nos convida a sair e separar-nos do mundo. "Retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras." II Cor. 6:17. Se recusarmos fazer isso, se continuarmos a nos vincular ao mundo e a encarar toda questão de um ponto de vista mundano, tornar-nos-emos como o mundo. Quando métodos e idéias mundanos governam nossas transações, não podemos colocar-nos sobre a elevada e santa plataforma da verdade eterna". The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 4, pág. 1.142.

RACIONALIZANDO PRINCÍPIOS



Racionalizar os princípios cristãos ocorre quando usamos a razão humana (pecaminosa e falha) para argumentar e encontrar justificativas para não obedecer aos mandamentos de Deus.

Segue algumas frases tiradas do racionalismo popular; se você costuma dizer algo parecido... esta racionalizando.

1.       EXISTÊNCIA DE DEUS – Hebreus 11.6
“Deus é um produto da imaginação do homem”; “Religião é o ópio do povo”; “Deus não existe”; “Se Deus existisse, não haveria sofrimento”; “Você é responsável por seu próprio destino; Deus não interfere em nada”.
2.       DEUS É AMOR – 1 João 4.8
“Deus não se importa com meus problemas”; “Minha vida acontece tudo de ruim; Deus se esqueceu de mim”; “Deus não é tão bom quanto dizem, se fosse bom, mina vida seria melhor”.
3.        AME AO SEU PRÓXIMO  – Marcos 12.31
“Quem é o meu próximo?” – o Doutor da lei racionalizou sobre o mandamento – Lucas 10.29
“Temos que amar quem nos ama”; “O amor é pra quem merece”; “Eu amo os meus parentes, desconhecidos são amigos”; “O amor cristão é diferente; é um amor de ‘consideração’ apenas”;  Os hippies dos anos 60 racionalizaram esse mandamento ao adotarem o slogam: “Faça amor, não faça guerra”, incentivando o sexo livre.
4.       AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS  – Mateus 22.39
“Amar a Deus não exclui o trabalho e a conquista das coisas neste mundo”; “Deus quer que sejamos ricos; riqueza é benção de Deus”; “As coisas deste mundo são boas em si mesmas; o egoísmo está no coração das pessoas”; “Ter coisas não é o problema; o problema é a inveja alheia”.
5.       USAR JÓIAS – 1 Timóteo 2.9
“Deus não se importa com o que eu uso, Ele quer o meu coração”; “Na bíblia as pessoas usavam jóias, piercings (nariz) e se tatuavam”.
6.       VESTUÁRIO MODESTO – 1 Pedro 3.4 e 5
“O cristão deve se vestir com bom gosto”; “Deus fez o corpo da mulher e do homem para ser mostrado”; “O problema não está em minhas roupas, mas na mente maliciosa das pessoas”.
7.       USO DE ALCOOL – Tito 1.7
“Todos personagens da Bíblia tomavam vinho”; “Paulo recomendou o uso do vinho (1 Timoteo 5.23)”; “Um pouco de álcool não faz mal”.
8.       USO DE CAFEÍNA – Proverbios 23.20 (vinho como álcool, ou etanol – a droga; embora a cafeína, maconha, LSD, cocaína não sejam mencionadas, o uso do vinho era condenado pela droga – etanol – e assim todas as demais drogas são ilícitas).
“As pesquisa indicam que tomar café faz bem para o cérebro”; “Um cafezinho não faz mal a ninguém”
9.       MÚSICAS MUNDANAS – Filipenses 4.8
“As músicas são uma questão de cultura”; “Músicas que expressam o amor e o melhor das pessoas, não são pecados”; “música é arte e não pecado”; “Os músicos são artistas, e não pecadores inveterados”; “Ouço música do mundo, porque estou no mundo e não em Marte”; “Você não pode se isolar do mundo”; “ouço as músicas da igreja ‘também’; “ sei avaliar o que é bom e o que é ruim”.
10.   FILMES VIOLENTOS, SENSUAIS, IMPRÓPRIOS – Filipenses 4.8
“Filme é cultura, e cultura é algo que todos tem de ter”; “Violência, sexo e abusos  até naBíblia têm”; “A maldade está na cabeça das pessoas”; “A arte imita a vida”; “Qualquer filme é arte, e isso é cultura”
11.   VIRGINDADE – Deuteronomio 22.28 e 29
“Ter experiencia sexual antes do casamento é bom”; “Ter sexo com uma pessoa antes de casar com ela, é fundamental para se conhecer essa pessoa”; “Se não há sexo antes, não há como saber se você vai se adaptar á pessoa”;
12.   FICAR – 2 Timoteo 2.22
“Não há como namorar sem antes saber se a pessoa beija bem ou se é carinhosa”; “Trocar carinho não é pecado”; “Se eu não ficar, vão me chamar de viado”.

Racionalizar é um hábito pós-moderno; queremos explicar a tudo e se possível justificar nossos atos (falhos). A razão humana está contaminada (Romanos 3.23) e não é confiável (Jeremias 17.9).
O início do século 20 foi a maior prova de que o positivismo e o racionalismo que se seguiu só produz guerra, destruição e extinção.

Em uma esfera pessoal, é isso que temos como resultado ao racionalizarmos o casamento, o sábado (dia santificado), as relações humanas e até mesmo o Evangelho.

A máxima humana pode ser resumida como – “Penso logo existo”; mas a máxima Divina é – “Sem mim nada podeis fazer” João 15.5.