PROFANANDO O TEMPLO


Moeda Grega com o Desenho de Antíoco IV Epifânio

Deus através da história almejou sempre a proximidade com a humanidade. Até que ordenou a construção dos templos, ou primariamente da Tenda da Revelação, onde poderia vir e habitar entre os humanos.

“E me farão um santuário, para que eu possa habitar no meio deles” Êxodo 25:8.

A partir deste desejo Divino surgiram os mais famosos templos:

1. Tenda da Revelação

2. Santuário Mosaico

3. Templo de Salomão

4. Templo de Zorobabel

5. Templo de Herodes

6. Templo do Corpo Humano (o número seis é o número de homem, e representa bem aqui o templo humano que é o nosso corpo)

Mas Deus não se satisfez com a proximidade. Deus queria mesmo que o plano original de ter seu Espírito Santo dentro do crente.

Após a morte expiatória de Jesus na cruz, Jesus conquistou para sempre o direito de habitar no crente. Assim cada crente agora é um templo da presença ou morada do Espírito Santo.

“Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado” I Coríntios 3:16 e 17.

Nenhum templo é tão perfeito como o próprio corpo humano.

Mas a exemplo do que ocorreu com um rei selêucida no segundo século aC – Antíoco – podemos estar profanando o templo do Espírito Santo.

Antíoco para mostrar seu desprezo aos judeus, profanou o Templo de Zorobabel, sacrificando porcos no altar sagrado.

Antíoco tem sua importância só aqui, na aplicação para nossos dias, em saber que podemos estar da mesma forma profanando o templo maior do Espírito Santo.

O livro de Levítico alista os porcos como animal imundo.

Levítico possui um padrão quando estabelece algo como imundo, fazendo referência a potenciais elementos de infectividade. Aquilo que era alistado como imundo implicava em algo potencialmente insalubre a saúde humana.

Se Antíoco profanou algo, algum dia, alguns cristãos podem estar repetindo isto hoje também.

A ação de Antíoco não determina nada na profecia, nem serve de referência para cumprimento escatológicos, mas com certeza nos deixa um exemplo de profanação que jamais deveria ser repetido pelos crentes pós-modernos.

Somos templos do Espírito Santo, e jamais deveríamos profanar esse templo perfeito que é nosso corpo.

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