A ERA DA PÓS-VERDADE


A era da Pós-Modernidade está sendo substituída por outra fase da humanidade, a Pós-Verdade.

"O Dicionário Oxford (Oxford Dictionaries) escolheu post-truth, "pós-verdade", como palavra internacional do ano de 2016, refletindo o que chamou de 12 meses "politicamente altamente inflamados".

A palavra é definida pelo dicionário como um adjetivo "relativo a ou que denota circunstâncias nas quais fatos objetivos são menos influentes na formação da opinião pública do que apelos à emoção e à crença pessoal".

Casper Grathwohl, da Oxford Dictionaries, disse que "pós-verdade" poderia se tornar "uma das palavras que definem nosso tempo". Fonte: BBC

A história humana pode ser dividida em eras:
- a Era das Descobertas - 1500 a 1700
- a Era da Modernidade - 1700 a 1900
- a Era da Pós-Modernidade - 1900 a 2000
- a Era da Pós-Verdade - 2000 em diante

A Pós-Modernidade postulou que a Verdade seria relativa; cada indivíduo possui a sua própria interpretação para a verdade em diversas áreas da vida.

A expressão 'Pós-Verdade' "ganhou popularidade nas campanhas do plebiscito do Brexit e da eleição americana, ambas marcadas pela disseminação de notícias falsas nas mídias sociais e de mentiras por candidatos ou figuras-chave de campanha." Fonte: BBC



Veja que o termo foi cunhado a partir da valorização de informações não verdadeiras mas que determinam a opinião do público.

É a interpretação de alguém sobre um fato ou uma história, que apesar de não ser comprovada se constituiria relevante. "Em setembro, o termo ganhou proeminência com uma matéria de capa da revista britânica The Economist intitulada "Arte das Mentiras: Política pós-verdade na era das mídias sociais". Fonte: BBC

A era da Pós-Verdade é caracterizada por afirmações a partir da aparência dos fatos e não da verdade propriamente. Se você enxerga algo como suspeito e sua interpretação imagina algo sobre isto, esta seria a sua opinião e verdade!

"O artigo citava como exemplo de "política pós-verdade" a informação disseminada na campanha pelo Brexit de que a permanência da Grã-Bretanha na União Europa "custava 350 milhões de libras por semana aos cofres públicos" e que o dinheiro - após a eventual saída do bloco - seria destinado ao serviço público de saúde. Para a revista, o candidato (e depois presidente eleito dos EUA) Donald Trump seria "o expoente máximo da política pós-verdade", graças a afirmações como as de que o certificado de nascimento de Barack Obama seria falso, ou de que o pai de seu rival republicano Ted Cruz teria estado com Lee Harvey Oswald antes do assassinato de John Kennedy, replicando uma história não comprovada publicada por um tabloide americano." Fonte: BBc

A 'inverdade' ou algo mentiroso forjado como verdade é o grande argumento de nossa era. É uma lógica imaginária, até visível e aparente, mas que não se trata da verdade.

Na era da Pós-modernidade, essas afirmativas eram 'politicamente incorretas' mas agora elas fundamentam as escolhas dos povos e nações. Donald Trump foi eleito a partir de afirmações geradas com esse tipo de pensamento.

Se você parece extremista é assim que você será tratado. Se você parece suspeito é assim que você será visto por todos.

A Verdade deixou de ser o parâmetro para a aparência dos fatos determinaram as decisões.

"Segundo Gratwohl, "pós-verdade" vem há algum tempo encontrando sua sustentação linguística "graças à ascensão das mídias sociais como fonte de notícias e uma crescente desconfiança dos fatos oferecidos pelo establishment". Fonte: BBC

Agora imagine isso trazido para o contexto da religião. 

Reportagem da BBC aqui.

HOLLYWOOD E O FALSO PROFETA

O Apocalipse fala do 'Falso Profeta' [13.6; 19.20; 20.10] e ele tradicionalmente é interpretado como o Protestantismo Apostatado.

O 'Falso Profeta' é um dos personagens apocalípticos que os EUA transveste no papel de protagonista junto com a primeira besta ou Papado. [Leia aqui]

O Protestantismo Apostatado se faz 'Falso Profeta' por que ele assume a imagística dos falsos profetas do Antigo Testamento que pretendiam falar em nome de Deus mas falavam mentiras e desencaminhavam o povo.

Hollywood aqui aparece como um 'vidente' e surpreendentemente tem acertado nas previsões dos roteiros de filmes e séries.

A seguir a reportagem imparcial da BBC que indica Hollywood como o grande vidente do momento:


"Essa cena de "Os Simpsons" mostrando Trump efetivamente como presidente é de 2015; mas um episódio de 2000 também o havia citado no comando da Casa Branca.

No cinema, na TV e na música, a possibilidade de Donald Trump se tornar presidente americano já havia sido levantada bem antes até mesmo de a corrida presencial começar.

A eleição do republicano fez com quem muitos fãs do desenho Os Simpsons lembrassem sobre um episódio antigo em que o bilionário governava os Estados Unidos.

Em Bart to the Future, que foi ao ar em 2000, Lisa acaba de assumir a Presidência americana e está na Casa Branca explicando a situação do país. "Herdamos uma grave crise orçamentária do presidente Trump", diz ela.

Então ela pergunta ao secretário de Estado, seu amigo de infância Milhouse, qual a gravidade das finanças americanas após o governo Trump. E ele responde: "O país está quebrado."

Em uma entrevista concedida no começo deste ano, o roteirista do programa Dan Greaney descreveu o episódio como "um alerta para os Estados Unidos".

"(A ideia de ter Trump como presidente) Nos pareceu algo lógico para mostrar a última parada antes do fundo do poço. Era consistente com a visão de um país beirando à loucura", disse Dan ao site Hollywood Reporter.

"Precisávamos de uma situação em que Lisa tivesse problemas além de sua capacidade de resolução, e que tudo desse o mais errado possível. Foi por isso que colocamos Trump como o presidente antes dela."


Episódio do ano passado faz referência à "entrada" que Trump de fato fez no dia em que anunciou sua candidatura, surgindo em uma escada rolante.

A série voltou a fazer referência ao bilionário no ano passado, logo após ele ter anunciado que iria concocorrer à Presidência.

O episódio Trumptastic Voyage satiriza o anúncio da candidatura do republicano e o mostra em uma escada rolante com Homer Simpson - em referência à "entrada" que o candidato de fato fez no dia em que anunciou sua candidatura ao lado da mulher, Melania.

No início deste ano, Os Simpsons apoiaram oficialmente a candidata Hillary Clinton em um vídeo no qual Homer e Marge aparecem discutindo em que votar - e acabam se decidindo pela democrata, derrotada nesta semana pelo bilionário.

Mas não foram apenas Os Simpsons que "previram" o governo Trump. Em 1999, um clipe da banda de rock americana Rage Against the Machine também fez alusão a uma tentativa de Trump para chegar à Casa Branca.

No clipe da música Sleep Now in the Fire, um homem é visto segurando um cartaz onde se lê "Donald J. Trump para presidente".

Naquela época, Trump havia tentado se lançar pelo Partido Reformista, mas retirou sua candidatura em fevereiro de 2000 - nove meses antes da eleição.


Um clipe do Rage Against The Machine divulgado em 1999 foi dirigido por Michael Moore. O vídeo foi dirigido pelo documentarista Michael Moore, que recentemente abordou diretamente a hipótese de Trump se tornar presidente.

Moore lançou um documentário no início deste ano chamado TrumpLand, no qual ele alertava para os riscos de sua potencial eleição.

O documentarista também postou um texto em seu site intitulado "Cinco razões pelas quais Trump vai vencer" - mas a essa altura esse cenário já era bem mais realista do que na época na qual ele dirigiu o clipe do Rage Against the Machine, 17 anos antes.

Biff Trump?
Outra "previsão", dessa vez um pouco menos direta, ocorreu no filme De Volta para o Futuro 2, de 1989 - 27 anos antes da eleição de Trump.

O vilão da trilogia, Biff Tannen, acaba se tornando um empresário de sucesso, o que o leva a abrir um cassino e a usar seu dinheiro para influenciar a política americana.

O roteirista do filme confirmou, no ano passado, que o personagem foi em parte baseado, sim, em Trump. Biff, inclusive, usa o dinheiro que ganha dos cassinos para influenciar o Partido Republicano, antes de acabar ele mesmo obtendo poder político.

Roteirista de 'De Volta para o Futuro 2' confirmou que Biff, o vilão da série, foi inspirado em Trump."
Fonte: BBC.

Essas 'previsões' deveriam despertar algumas perguntas:

Quem está atrás dessas previsões de Hollywood?
Se as previsões são sobrenaturais, o que dizer do conteúdo dos filmes de Hollywood?
O que se pretende com essas previsões sobre a 'fé' e credulidade dos fãs?
Filmes de Hollywoo ainda continuam inocentes e saudáveis?
Filmes de caráter sobrenatural [mesmo que sejam comédias] são bons em si mesmos?

Pense sobre isso.

FIÉIS X FÃS - QUEM É MAIS LEAL, CRISTÃOS OU BELIEBERS


"Um grupo de cem pessoas que se articula pelo WhatsApp e o Facebook para garantir um bom lugar no show [de Justin Bieber] do dia 29 de março [no Rio de Janeiro] irão se revezar [em um acampamento improvisado] no portão do Sambódromo sob o viaduto que dá acesso ao Túnel Santa Bárbara seguindo uma planilha em que estão listados os horários de cada um [...] enquanto uns trabalham ou estudam de dia, outros, que têm mais tempo livre, permanecem no acampamento". Fonte: O Estadão

Que fidelidade é esta que leva jovens a permanecer 5 meses acampados em condições desfavoráveis para assistir a um show?

O que Justin Bieber prometeu ou oferece a esses jovens que acreditam em sua marca?

" No Rio, o valor dos ingressos vai de R$ 190 a R$ 750. Em São Paulo, varia entre R$ 125 e R$ 750. Os dois shows têm setores especiais que chegam a R$ 2,8 mil." Fonte: Jornal Zero Hora

Isso seria um dízimo de 62,50 reais por mês para os fãs que pagarão pelo ingresso mais barato; e 233,00 reais de dízimo por mês pelos ingressos mais caros.

A Revista Toda Teen publicou na sua edição de Março de 2016 os 10 Mandamentos dos Beliebers:
1. Terás todos os álbuns do gato
2. Não ouvirás discos ou singles vazados;
3. Levantarás várias hashtags sobre o Justin no twitter e seguirás todas as suas redes sociais;
4. Farás do seu aniversário (01/03) um feriado;
5. Shipparás a sua felicidade não importando com quem ele esteja;
6. Terás o máximo de revistas Todateen com o gato na capa ou em pôster;
7. Saberás todas as suas músicas;
8. Lerás e assistirás todas as suas entrevistas e novidades divulgadas nas redes sociais;
9. Apoiarás o seu ídolo nos momentos difíceis de sua carreira;
10. Amarás e serás fã para sempre de Justin Bieber



Desconforto, vigília, investimento caro e muita euforia não é o bastante para produzir um FIEL. Essas coisas podem fazer um FÃ, mas não fazem um fiel apenas.

Fiéis dão sua vida, são mártires.

Fiéis são ridicularizados, perseguidos, torturados e por fim perdem suas vidas da maneira mais cruel e mesmo assim permanecem leais.

Fiéis tornam seu Deus - Jesus Cristo - eterno na memória da história universal humana. Já se passaram 2 mil anos e Jesus não desapareceu como os ídolos pops da década de 50 ou 60.

Os fiés de Jesus Cristo dedicam sua vida por décadas, não apenas no período da adolescência, como a maioria faz.

Os cristãos não dizimam ou ofertam por apenas uma vez mas por toda a vida, porque acreditam que o dinheiro não pertence a eles, mas é uma dádiva como todas as outras.

Cantamos sobre Yahweh muito antes que o Rock surgisse ou que a musica Pop aparecesse. As letras de nossas músicas persistem por 3 mil anos, os Salmos, e não são passageiras como as músicas populares de hoje.

Fiéis cristãos melhoram o mundo, a sociedade e as famílias.

Cristãos não são anarquistas, revoltados ou fanáticos; os fiéis são equilibrados e coerentes como Jesus mesmo foi.

"Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamento de Deus e a fé em Jesus" Apocalipse 14.12

HALLOWEEN E SUAS ORIGENS

O Halloween ou Dia das Bruxas se tornou um modismo entre os cristãos!  Até Barack e Michelle Obama que vãos aos cultos aos domingos de manhã como bom evangélicos, fazem a festa na Casa Branca, o que dizer dos meros cristãos mortais.

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Mas essa festa têm uma origem pagã; e paganismo é paganismo em qualquer época.

Os tempos pós-modernos não neutralizaram as influências espirituais e simbolismos que essa festa carrega; os cristãos deveriam ser os mais conscientes disto.

A Palavra de Deus é a norma de vida dos cristãos, e não a cultura e os modismos deste mundo - "Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente" Romanos 12.2pp.


E devido a isso trago a reportagem na integra da BBC Brasil para entendermos as origens desta festa:

"O Dia das Bruxas é conhecido mundialmente como um feriado celebrado principalmente nos Estados Unidos, onde é chamado de Halloween.

Mas hoje em dia é celebrado em diversos outros países do mundo, inclusive o Brasil, onde hábitos como o de ir de porta em porta atrás de doces, enfeitar as casas com adereços "assustadores" e participar de festas a fantasia vêm se tornando mais comuns.

Mas sua origem pouco tem a ver com o senso comum atual sobre esta festa popular. O Halloween tem suas raízes não na cultura americana, mas no Reino Unido. Seu nome deriva de "All Hallows' Eve". "Hallow" é um termo antigo para "santo", e "eve" é o mesmo que "véspera". O termo designava, até o século 16, a noite anterior ao Dia de Todos os Santos, celebrado em 1º de novembro.
Mas uma coisa é a etimologia de seu nome, outra completamente diferente é a origem do Halloween moderno.

Desde o século 18, historiadores apontam para um antigo festival pagão ao falar da origem do Halloween: o festival celta de Samhain (termo que significa "fim do verão").

O Samhain durava três dias e começava em 31 de outubro. Segundo acadêmicos, era uma homenagem ao "Rei dos mortos". Estudos recentes destacam que o Samhain tinha entre suas maiores marcas as fogueiras e celebrava a abundância de comida após a época de colheita.

O problema com esta teoria é que ela se baseia em poucas evidências além da época do ano em que os festivais eram realizados.

A comemoração, a linguagem e o significado do festival de outubro mudavam conforme a região. Os galeses celebravam, por exemplo, o "Calan Gaeaf". Há pontos em comum entre este festival realizado no País de Gales e a celebração do Samhain, predominantemente irlandesa e escocesa, mas há muitas diferenças também.

Em meados do século 8, o papa Gregório 3º mudou a data do Dia de Todos os Santos de 13 de maio - a data do festival romano dos mortos - para 1º de novembro, a data do Samhain.

Não se tem certeza se Gregório 3º ou seu sucessor, Gregório 4º, tornaram a celebração do Dia de Todos os Santos obrigatória na tentativa de "cristianizar" o Samhain.

Mas, quaisquer que fossem seus motivos, a nova data para este dia fez com que a celebração cristã dos santos e de Samhain fossem unidos. Assim, tradições pagãs e cristãs acabaram se misturando.
O Dia das Bruxas que conhecemos hoje tomou forma entre 1500 e 1800.

Fogueiras tornaram-se especialmente populares a partir no Halloween. Elas eram usadas na queima do joio (que celebrava o fim da colheita no Samhain), como símbolo do rumo a ser seguido pelas almas cristãs no purgatório ou para repelir bruxaria e a peste negra.

Outro costume de Halloween era o de prever o futuro - previa-se a data da morte de uma pessoa ou o nome do futuro marido ou mulher.

Em seu poema Halloween, escrito em 1786, o escocês Robert Burns descreve formas com as quais uma pessoa jovem podia descobrir quem seria seu grande amor.

Muitos destes rituais de adivinhação envolviam a agricultura. Por exemplo, uma pessoa puxava uma couve ou um repolho do solo por acreditar que seu formato e sabor forneciam pistas cruciais sobre a profissão e a personalidade do futuro cônjuge.

Outros incluíam pescar com a boca maçãs marcadas com as iniciais de diversos candidatos e a leitura de cascas de noz ou olhar um espelho e pedir ao diabo para revelar a face da pessoa amada.

Comer era um componente importante do Halloween, assim como de muitos outros festivais. Um dos hábitos mais característicos envolvia crianças, que iam de casa em casa cantando rimas ou dizendo orações para as almas dos mortos. Em troca, eles recebiam bolos de boa sorte que representavam o espírito de uma pessoa que havia sido liberada do purgatório.

Igrejas de paróquias costumavam tocar seus sinos, às vezes por toda a noite. A prática era tão incômoda que o rei Henrique 3º e a rainha Elizabeth tentaram bani-la, mas não conseguiram. Este ritual prosseguiu, apesar das multas regularmente aplicadas a quem fizesse isso.

Em 1845, durante o período conhecido na Irlanda como a "Grande Fome", 1 milhão de pessoas foram forçadas a imigrar para os Estados Unidos, levando junto sua história e tradições.

Não é coincidência que as primeiras referências ao Halloween apareceram na América pouco depois disso. Em 1870, por exemplo, uma revista feminina americana publicou uma reportagem em que o descrevia como feriado "inglês".

A princípio, as tradições do Dia das Bruxas nos Estados Unidos uniam brincadeiras comuns no Reino Unido rural com rituais de colheita americanos. As maçãs usadas para prever o futuro pelos britânicos viraram cidra, servida junto com rosquinhas, ou "doughnuts" em inglês.

O milho era uma cultura importante da agricultura americana - e acabou entrando com tudo na simbologia característica do Halloween americano. Tanto que, no início do século 20, espantalhos - típicos de colheitas de milho - eram muito usados em decorações do Dia das Bruxas.

Foi na América que a abóbora passou a ser sinônimo de Halloween. No Reino Unido, o legume mais "entalhado" ou esculpido era o turnip, um tipo de nabo.

Uma lenda sobre um ferreiro chamado Jack que conseguiu ser mais esperto que o diabo e vagava como um morto-vivo deu origem às luminárias feitas com abóboras que se tornaram uma marca do Halloween americano, marcado pelas cores laranja e preta.

Foi nos Estados Unidos que surgiu a tradição moderna de "doces ou travessuras". Há indícios disso em brincadeiras medievais que usavam repolhos, mas pregar peças tornou-se um hábito nesta época do ano entre os americanos a partir dos anos 1920.

As brincadeiras podiam acabar ficando violentas, como ocorreu durante a Grande Depressão, e se popularizaram de vez após a Segunda Guerra Mundial, quando o racionamento de alimentos acabou e doces podiam ser comprados facilmente.

Mas a tradição mais popular do Halloween, de usar fantasias e pregar sustos, não tem qualquer relação com doces. Ele veio após a transmissão pelo rádio de Guerra do Mundos, do escritor inglês H.G. Wells, gerou uma grande confusão quando foi ao ar, em 30 de outubro de 1938.

Ao concluí-la, o ator e diretor americano Orson Wells deixou de lado seu personagem para dizer aos ouvintes que tudo não passava de uma pegadinha de Halloween e comparou seu papel ao ato de se vestir com um lençol para imitar um fantasma e dar um susto nas pessoas.

Hoje, o Halloween é o maior feriado não cristão dos Estados Unidos. Em 2010, superou tanto o Dia dos Namorados e a Páscoa como a data em que mais se vende chocolates. Ao longo dos anos, foi "exportado" para outros países, entre eles o Brasil.

Por aqui, desde 2003, também se celebra neste mesma data o Dia do Saci, fruto de um projeto de lei que busca resgatar figuras do folclore brasileiro, em contraposição ao Dia das Bruxas.

Em sua "era moderna", o Halloween continuou a criar sua própria mitologia. Em 1964, uma dona de casa de Nova York chamada Helen Pfeil decidiu distribuir palha de aço, biscoito para cachorro e inseticida contra formigas para crianças que ela considerava velhas demais para brincar de "doces ou travessuras". Logo, espalharam-se lendas urbanas de maçãs recheadas com lâminas de barbear e doces embebidos em arsênico ou drogas alucinógenas.

Atualmente, o festival tem diferentes finalidades: celebra os mortos ou a época de colheita e marca o fim do verão e o início do outono no hemisfério norte. Ao mesmo tempo, vem ganhando novas formas e dado a oportunidade para que adultos brinquem com seus medos e fantasias de uma forma socialmente aceitável.


Ele permite subverter normais sociais como evitar contato com estranhos ou explorar o lado negro do comportamento humano. Une religião, natureza, morte e romance. Talvez seja este o motivo de sua grande popularidade."

Fonte:BBC Brasil

NÃO EXISTE AMOR VERDADEIRO?


A separação do casal global, Willian Bonner [52] e Fátima Bernardes [53] não deveria chocar a ninguém, o meio em que estão inseridos, dos artistas globais, não é incomum esse comportamento.

A primeira conclusão desta notícia viral, é que a vida sem Deus e voltada para as coisas do mundo é assim. Jesus já havia dito - "Sem Mim nada podeis fazer" João 15.5. Não há casamentos duradouros sem Jesus; não há estabilidade emocional sem Jesus; não há verdadeiro sucesso sem Jesus.

A parceria do casal no Jornal Nacional por 14 anos conferiu uma admiração dos telespectadores; e hoje a relação midiática que as pessoas desenvolvem criam vínculos artificiais com essas personalidades públicas. Quando Fátima Bernardes saiu do Jornal Nacional em 2012, isso já era sinal da separação do casal; talvez esperassem a maioridade dos filhos para selar o triste fato.

Mas enquanto nossas afeições estiverem sendo colocadas em figuras públicas da mídia digital, nossos desapontamentos serão frequentes; são pessoas falhas e sem Deus. Uma das marcas da idolatria é esta - colocar as afeições e sentimentos em algo que jamais poderão nos oferecer algo,

Os jornalistas anunciaram o fim do casamento pelo Twitter, uma rede social, o fim dos 26 anos de uma relação e de uma família.

Mas foi a reação dos internautas que surpreendeu. "Na internet e em várias redes sociais, a notícia da separação vem gerando grande repercussão" destacou a Revista Isto é.

A Folha de São Paulo na sua versão digital afirmou que "a internet nunca levou um choque tão grande quanto na separação de Bonner e Fátima".

Os internautas das redes sociais como o Twitter revelaram os pensamentos da juventude sobre casamento, amor e relacionamento, em frases como:
"Não acredito mais no amor"
"O amor não existe"

Embora haja o que o Twitter classifica como 'zueira never ends', há também muito da emoção dos internautas nos twites e postagens.

As Redes Sociais são um laboratório comportamental; e o que as pessoas pensam sobre amor, casamento e relacionamento estão expressos ali.

Os conceitos sobre esses temas no ambiente  virtual surpreendem qualquer estudioso ou profissional da área do comportamento.

A geração digital se espelha muito em seus ídolos e nas figuras públicas e isso tem causado uma instabilidade emocional nos internautas.

Mas manter expectativas sobre as figuras públicas e no estilo de vida destas pessoas pode ser frustrante. Há artistas, estrelas de Hollywood e famosos que se casaram muitas vezes:
1) Gretchen – 16 vezes
2) Fábio Jr. – 6 vezes
3) Chico Anysio – 6 vezes
4) Elizabeth Taylor – 6 vezes
5) Roberto Justus – 4 vezes
6) Ronaldo – 3 vezes
7) Roberto Carlos – 3 vezes
8) Susana Vieira – 3 vezes
9) Romário – 3 vezes
10) Paul McCartney – 3 vezes

Esse tipo de comportamento não é saudável para o público. Pessoas não são descartáveis; as famílias não são mobílias para serem trocadas ou substituídas.

Essa ideologia é baseada no humanismo e hedonismo. Em outras palavras o indivíduo coloca em prioridade os seus sentimentos e o seu próprio prazer.

Outro ponto que todos precisamos entender é que o amor não acaba. A Palavra de Deus afirma - "o amor jamais acaba" 1Coríntios 13.8.

O que acabam são sentimentos como o respeito, paixão, erotismo, desejo, admiração etc. Mas o amor não é um mero sentimento; o amor é um princípio emotivo que gera todas as demais emoções e sentimentos. Ou seja, o amor jamais acaba; e os sentimentos são retornáveis.

Está se formando uma geração que além de viver uma vida virtual, também possui emoções voláteis.

Os relacionamentos dessa geração midiática são fugazes, sem fundamento sólido do amor, porque o prazer é momentâneo.

As famílias de hoje são artificiais, criadas por escolhas e são situacionais. Não tirando o mérito da adoção, ou dos pais e mães solteiros, esses formatos deixam lacunas na vida de qualquer um. O amor ali oferecido é puro e verdadeiro, mas as lacunas também são reais.

A proposta do Criador ao criar homem e mulher para uma eternidade, trata-se da melhor opção.

O amor pode ser eterno, e será eterno quando todas as coisas forem restauradas de acordo com a vontade de Deus.

A questão é - estaremos prontos para essa realidade eterna, ou desqualificados por nosso egoísmo e mesquinhez.

OLIMPÍADAS - QUEM VOCÊ ESTÁ APLAUDINDO?


A História das Olimpíadas sempre foram caracterizadas pela imoralidade e o sexo livre - leia aqui as origens na Grécia antiga.

E não é diferente hoje. Muitos dos atletas que são idolatrados e aplaudidos vivem uma vida devassa e sem princípios. Deveriam os cristãos aplaudir essas pessoas?

“Três jogadoras do time sueco de handball perguntaram ao técnico de Usain Bolt, nas olimpíadas de 2008: "Tudo bem a gente entrar no quarto dele pra dar parabéns pelo ouro?".
O treinador liberou. E os cumprimentos das suecas ao jamaicano estenderam-se por uma hora e meia, entre quatro paredes e uma porta fechada.

Ninguém ficou chocado: o sexo livre é a regra nos jogos, não a exceção. "Uns 70%, 75% praticam", disse o nadador americano Ryan Lochte, ouro nos 400 metros medley em Londres numa entrevista para a ESPN.

Hope Solo, goleira do futebol feminino americano, concorda: "Se você não tem disciplina, a vila pode ser uma baita distração". Disciplina à parte, Hope mesmo disse que já deu seus pulos, mas nem por isso se deixou distrair tanto assim. Seus dois ouros, em Pequim e Londres, estão de prova.
Atletas de ponta, afinal, podem ser jovens, bonitos, extremamente saudáveis e estarem no pico da atividade sexual, mas não rasgam medalha. Tanto que a esbórnia só come solta para valer mais para o final dos Jogos, quando o trabalho já acabou para a maior dos olímpicos.

Aí ninguém mais segura. Que o diga Josh Lakatos, do time de tiro ao alvo dos EUA. Quando a equipe dele foi eliminada, os chefes da delegação americana pediram de volta as chaves do alojamento em que o time estava (uma casa de três andares, na vila olímpica de Sydney).
Lakatos devolveu. Mas não quis nem saber: veterano de Sydney, ele já tinha plena consciência de a vila se transformaria numa balada daquelas de fazer Calígula corar. Para não perder a festa, então, arrombou a porta da casa.

E o lugar virou um porto-seguro para a prática do esporte mais antigo do mundo. "Virei um gerente de motel", brincou Lakatos, também numa entrevista à ESPN. "Nunca vi tanta sacanagem na minha vida!". E ele nem precisava ter gerenciado um ninho de amor para ter visto tudo isso. Há até relatos de sexo ao ar livre, já que nem todos os casais (ou trios, ou quartetos) consegue achar um abrigo discreto como o de Lakatos.

Por essas, o Comitê Olímpico está distribuindo toneladas de camisinhas na vila olímpica, como já comentamos aqui. Serão 450 mil preservativos. Dá mais ou menos 45 por atleta. Três por dia de competição. Levando em conta que cada dupla olímpica só precisa de uma camisinha a cada round, a média de relações sexuais esperada pelo Comitê é de seis por pessoa a cada dia de competição.
Mais: como um quarto dos atletas tende a não entrar na brincadeira, os 75% sexualmente ativos da vila devem superar essa marca sem grandes esforços.

"Atletas são extremistas. Quando treinam, têm um foco de raio laser. Quando saem para uma cerveja, são 20 cervejas...", explica Hope Solo, a morena de olhos azuis da foto ali em cima, e que acaba de desembarcar no Rio.

É isso. A intensidade da mente e dos corpos dos poucos humanos capazes de disputar uma olimpíada rende performances memoráveis, mas boa parte delas acontece bem longe dos nossos olhos.
Se Sidney teve um dos jogos mais famosos pela pegação, Londres não ficou atrás. Os atletas chegaram na cidade, tradicionalmente, uma semana antes do início da competição.
E abalaram os servidores do aplicativo Grindr (tio do Tinder, tradicionalmente usado para paquera entre homens gays).

O aplicativo saiu do ar por 24 horas por conta do excesso de uso na cidade e o fundador da empresa, Joel Simkhai, chegou a pedir desculpas aos usuários por atrapalhar sua vida pessoal.”
Fonte: Revista Exame

A expressão da sexualidade alternativa tem sido o ponto alto das Olimpíadas no Brasil. 



Os atletas brasileiros estão aproveitando a mídia e os aplausos para divulgarem sua opção sexual. A atleta olimpica Rafaela Silva, que conquistou a Medalha de Ouro no Judô, vive com "Thamara sua namorada há quase 3 anos. Nas redes sociais, o romance era público, mas as duas nunca haviam falado abertamente sobre o assunto até que a vitória na Rio-2016 aumentou o interesse sobre a vida pessoal da judoca." Fonte UOL


Thalita, jogadora de vôlei de praia é casada com a companheira Lili, que joga vôlei também.

O site UOL divulgou uma lista de 49 atletas que assumiram sua sexualidade alternativa - Leia aqui.

A liberdade de expressão é um direito conquistado e até mesmo os cristãos devem defender essa conquista. A questão aqui é que os cristãos por seus princípios não deveriam cair na armadilha de aplaudir algo em que não creem.

Todos tem o direito de viver como quiserem e fazerem as opções que acham que devem ser feitas, mas os cristãos devem pensar e agir de acordo com suas crenças, e isso a liberdade de expressão também nos garante.

A exemplo dos atletas que 'saem do armário', os cristãos deveriam sair de suas máscaras. Ou você é cristão ou é um hipócrita.

AS ORIGENS PAGÃS DAS OLIMPÍADAS


Os Jogos Olímpicos são lugares seguros para cristãos frequentarem? Deveriam os cristãos valorizar e estar nesses lugares aplaudindo e aprovando o que ocorre ali?

Basta olharmos a história das Olimpíadas e suas origens e saberemos as repostas para essas perguntas.

“O esporte não era a única atração das Olimpíadas da Antiguidade. Ele fazia parte de um festival religioso que, além de rituais, incluía muita arte, com exibições de pintores, escritores e escultures. Não só atletas, mas prostitutas, engolidores de fogo, videntes e outras atrações mantinham o público entretido.

A vida louca dos Jogos era uma mistura de sexo, violência, sacrifícios animais e zero higiene. Um “Woodstock da Antiguidade”, na definição de Tony Perrottet, autor de The Naked Olympics: The True Story of the Ancient Games.

As Olimpíadas da Antiguidade duraram de 776 a.C. a 394, uma impressionante longevidade para um evento realizado a cada quatro anos (os Jogos modernos têm só 120 anos e a humanidade já furou o calendário três vezes, durante as guerras mundiais).


O que era um megafestival pagão acabou justamente por isso mesmo, proibido em um mundo que se cristianizava. Nesses mais de mil anos de história, Olímpia se revestia de tradição e santidade – mas de um jeito diferente do que imaginamos.

Para começar, a imagem de nobres esportistas, cavalheiros asseados e competidores honrados lutando para superar os próprios limites foi difundida só no século 19 e não é lá muito verdadeira.

Um público de estimadas 40 mil pessoas comparecia ao evento e ficava em êxtase em um local sagrado, para ver de perto atletas que se tornariam famosos por gerações.

A cada cerimônia de abertura, os jogos ganhavam o banho de honra divina que servia de repelente à corrupção e revigorante de tradição, relegando os casos sujos a segundo plano.

Tudo graças à imagem impactante dos atletas preenchendo o templo para, em frente à monumental estátua que Fídias concebeu em honra a Zeus (e que se tornaria uma das Sete Maravilhas da Antiguidade), fazer juras sobre pedaços sangrentos de carne de javali em prol do espírito esportivo e das regras do jogo. Isso era necessário.

Os juízes se preocupavam com atletas que usavam substâncias que aprimoravam a performance, como cogumelos secos, misturas de ervas exóticas, testículos e coração de animais e coquetéis à base de ópio.

Mais popular que o doping, só as pragas que se jogavam sobre oponentes. A magia negra tinha muito espaço no espírito olímpico.

Mais popular que ambos, só a insanidade do lado de fora dos estádios. Os gregos já tinham o conceito de bar de esportes e, apesar de não serem lá muito beberrões, eles tiravam o atraso nessa época.
Além disso, tinha o sexo. Prostitutas de vários cantos do Mediterrâneo chegavam à cidade para levantar em cinco dias mais dinheiro do que no resto do ano.

As Olimpíadas eram uma farra concentrada de bebedeira pesada, pouco sono e orgias alcoolizadas promovidas por estudantes. Sob esse ponto de vista, elas chegaram ao Brasil bem antes dos Jogos do Rio."

Mas a farra continua; um exemplo recente foi a expulsão do ginasta Yuri van Gelder  depois por sair para beber pela madrugada carioca. A farra do ginasta repercutiu tanto que viralizou na internet, provocando uma avalanche de 'memes' nas redes sociais, causando constrangimento para a delegação.
Gelder era chamado de 'Senhor das Argolas' por seu desempenho no aparelho de ginástica olímpica; mas depois da farra, é chamado de 'senhor dos drinks'. Isso causou constrangimento, sua expulsão e volta para casa mais cedo por indisciplina durante os jogos.


"Segundo o autor especializado em história do esporte David Goldblatt no seu recente livro, The Games: A Global History of The Olympics, o espírito de Hollywood deu aos Jogos boa parte da cara que eles têm hoje: o pódio de três lugares, a pira olímpica e os hinos nacionais.”

Fonte: Revista Exame

Mas o 'espírito olímpico', instituído nas cerimônias gregas pagãs é mantido, com idolatria, paganismo, sexo e prazeres sem limites. 

É razoável que como cristãos estejamos aplaudindo esse tipo de eventos e aqueles que vivem dessa forma?

POKEMON GO - a missão


“Pokémon  é uma franquia de mídia que pertence a The Pokémon Company, tendo sido criada por Satoshi Tajiri em 1995. Ela é centrada em criaturas ficcionais chamadas "Pokémon", que os seres humanos capturam e os treinam para lutarem um contra o outro como um esporte.

O nome Pokémon é uma abreviação da marca japonesa Pocket Monsters, que também se refere as 721 espécies de ficção que aparecem nas mídias criadas.

Tajiri teve a ideia de Pokémon por volta de 1989 ou 1990, quando o Game Boy foi lançado. O conceito do universo Pokémon foi inspirado no passatempo do diretor executivo Satoshi Tajiri de colecionar insetos quando era criança”. Fonte: Wikkipédia

Como qualquer outro jogo, Pokemon Go consome tempo e energia que poderiam estar sendo empregadas em outras situações. "Satanás apresenta aos jovens muitas tentações. Está a jogar com eles o jogo da vida, para ganhar sua alma, e nenhum meio deixa de empregar, para os atrair e arruinar. Mas Deus não os deixa a lutar desajudados contra o tentador. Têm um Ajudador Todo-poderoso"
Mensagens aos Jovens; pag.95

Esse jogo em particular chega com uma tecnologia nova e interativa o que cativa a atenção dos adolescentes e até adultos. Por mais inocente que seja o jogo em si, é o hábito que se cultiva em jogar que dimensiona o problema.

Os monstrinhos tem uma escala de ‘poder ’; o CP  significa Pontos de Combate (Combat Points), ou seja, é o poder de luta de cada Pokémon. Quanto maior for o CP de um Pokémon, mais forte ele pode ser.” Entre as dezenas de monstrinhos exitem dois Dragões – Dragonair e Dragonite – um dos que possuem maiores pontuações.

A correlações com satanismo e o mundo espiritual são indiretas. Como os jogos ocupam muito da mente e podem ser usados para tirar a devoção dos jovens a Deus, está aí o problema deste game. Aliás esse problema esta em todo o uso das mídias sociais e dos smartphones que nos fizeram 'autistas tecnológicos'.

"Satanás está operando com o fim de encher com pensamentos irreais e fúteis as mentes que deveriam estar diligentemente estudando a Palavra de Deus. Assim, ele está roubando de milhares de milhares o tempo, a energia e a disciplina exigidos pelos sérios problema" FC, 141.1

Os mais 'tecnológicos' são os mais abstraídos. Não vivem, não se relacionam e levam uma vida virtual, se esquecendo da vida real. Se a vida física é esquecida, o que dizer da vida espiritual?

"Satanás deleita-se quando vê seres humanos empregando as faculdades físicas e mentais naquilo que não educa, não tem utilidade, não os ajuda a ser uma bênção aos que necessitam de seu auxílio. Enquanto a juventude se adestra em jogos destituídos de valor para eles e para os outros, satanás joga a partida da vida por sua alma, tirando-lhes os talentos dados por Deus, e substituindo-os por seus próprios atributos maus. É seu empenho levar os homens a passarem por alto a Deus. Busca ocupar-lhes e absorver-lhes tão completamente o espírito, que o Senhor não encontre lugar em seus pensamentos" Mensagens aos Jovens; pag.213.

Há muitas notícias tentando demonizar e até colocar 'Pockemon Go', como uma estratégia de conspiração. Se há alguma conspiração é pela utilização do nosso tempo.

E não adianta condenar esse jogo, se assistirmos filmes violentos, usarmos de pornografia, acompanharmos novelas e séries; frequentarmos ambientes inapropriados etc. O erro é o mesmo.

A virtude está em não perder tempo com esse tipo de game e muito menos com outra coisa qualquer.

"Fossem abertos os olhos da iludida juventude, e eles veriam o exultante olhar de satanás ante seu êxito em arruinar almas. Por todos os meios concebíveis, procura ele adaptar suas tentações às várias disposições e circunstâncias daqueles a quem deseja enredar. Experimentará todas as medidas, e se os objetos dessas tentações não buscarem a Deus, serão cegados por seus enganos, ficarão confiantes em si mesmos, presunçosos, e na ignorância de sua condição e perigo. Chegarão em breve a desprezar a fé uma vez dada aos santos" Mensagens aos Jovens; pag.86.

E o jogo [Pokemon Go], literalmente se chama, “Vá Pokemon”; e substitui a ordem de missão de Jesus aos mesmos cristãos – “Ide”. Neste mundo ou somos discípulos ou apenas mundanos. Ou estamos ocupados com a missão ou com as futilidades deste mundo.

O nosso foco deve estar nas coisas do Reino de Deus; devemos estar procurando almas para receberem a vida eterna; e não procurando monstrinhos.
Christians Go!

TOCHA OLÍMPICA - CRISTÃOS PODEM PARTICIPAR DESSA CERIMÔNIA?


“Sua chama remete aos primórdios dos Jogos, no século 8 a.C.: os gregos da Antiguidade consideravam o fogo um elemento divino e mantinham chamas sempre acesas em frente a seus principais templos – como o santuário de Olímpia, que recebia as competições esportivas. 

Para assegurar sua pureza, a chama era acesa pelos raios do sol através de uma “skaphia”, espécie de espelho côncavo que converge os raios para um ponto específico. Na Era Moderna, esta cerimônia continua sendo realizada para acender a chama em frente ao Templo de Hera, na mesma cidade de Olímpia, com mulheres caracterizadas como "sacerdotisas", entre 90 e 100 dias antes de cada edição dos Jogos Olímpicos de Verão e de Inverno.” Fonte
O cristianismo também é rico em figuras rituais simbólicos; e sabemos o poder dos símbolos. Por quê permitimos que essa cultura pagã faça parte de nossos interesses?

O paganismo do passado é o mesmo de nossos dias atuais; minimizamos o seu poder devido ao conhecimento científico. Imaginamos que ciência excluiu a existência dos deuses da antiguidade, mas as forças atrás deles sempre existiram.

“A chama olímpica, referência ao fogo que queimava em homenagem à deusa Hera (Juno) durante os jogos de Olímpia.” Fonte : UOL

Essa deusa levou milhares de cristãos serem martirizados por não se renderem à cultura grega e às imposições do Império Romano; render homenagem a esse símbolo é menosprezar a vida dos mártires e desprezar o mandamento que ordena – “Não terás outros deuses” Ex 20:3.

Cristãos do passado se excluíam da cultura grega ou dos rituais do império romano, e não deveria ser diferente em nossos dias.

Inácio de Antioquia foi um desses cristãos do segundo século, martirizado pela política de perseguição do Imperador Trajano em 107 dC. Foi preso em Antioquia da Síria, e levado para Roma, por se negar a queimar incenso ao Imperador.

Em Roma, entrevistado por um procurador, foi persuadido a render honra ao Imperador, mas permaneceu firme em seu propósito em não negar sua fé. Foi colocado em uma fogueira e queimado vivo em praça pública.
Inácio de Antioquia podia ter racionalizado como hoje fazemos; afinal queimar incenso era um hábito bíblico no Tabernáculo. Por quê não poderia queimar incenso em honra ao Imperador? A própria Bíblia afirma que devemos honrar as autoridades. E, afinal, era para salvar sua vida.

Racionalizar é para pagãos, não para cristãos.

Por outro lado a ‘Chama Olímpica’ ou a ‘Tocha Olímpica’ fazem parte desta cultura pagã do Olimpo; no panteão dos deuses gregos Hera era uma rainha do Olimpo, conhecida também como a deusa protetora do casamento, da vida e da mulher, governava Olimpo ao lado do seu marido o Zeus, a divindade máxima. É no templo de Hera, na Grécia que essa chama pagã é acesa.

“A tocha olímpica é acesa em uma cerimônia nas ruínas de Olímpia na Grécia. Raios de sol refletidos por um espelho dão origem à chama. Mulheres vestindo túnicas no estilo grego antigo conduzem todo o ritual e passam a tocha ao primeiro corredor. A tradição é mantida desde os Jogos de 1952 em Helsinque” Fonte: UOL

Participar do ritual da Tocha Olímpica é participar de um ritual pagão. A mídia, os jogos, a cultura e outros fatores não excluem a natureza pagã desse evento.

Falta aos cristãos da atualidade, discernimento; há coisas que não é preciso ler muito, ou se investigar muito para se ver o paganismo envolvido.

Estamos falando de deuses, rituais e crenças – coisas que o primeiro mandamento condena no paganismo.


“O Meu povo está sendo destruído por falta de conhecimento” Oséias 4.6

ESTUPRO E CULTURA


Muito se fala em Cultura do Estupro, que De acordo com  Nadine Gasman, é uma “cultura machista muito forte, uma cultura sexista muito forte". No conceito da  representante da ONU para Mulheres no Brasil, "o estupro é aceito pelos homens e não reconhecido por muitos como uma violação extrema dos direitos da mulher” BBC.

Mas há um fator determinante à Cultura do Estupro que é a própria cultura país.

A cultura do povo brasileiro na área sexual é muito banalizada. As músicas, filmes, os relacionamentos, a moda e a ‘super-valorização’ do corpo, são fatores que potencializam a Cultura do Estupro.

“Eu acho que depende muito do que as pessoas classificam como liberdade. Existe uma mídia que apresenta a mulher brasileira como objeto sexual, com todos os preconceitos e estereótipos possíveis - mas pode haver uma leitura imprópria de que isso é liberdade.”

“Se 86% das mulheres brasileiras dizem já ter sofrido algum tipo de assédio, que liberdade é essa que elas têm de andar pelas ruas, de ocupar espaços públicos? Acho que essa imagem que se criou não corresponde à vida real das mulheres brasileiras”; afirma Nadine Gasman. BBC


O maior evento cultural desse país é um evento de apelo sexual - o carnaval. As mulheres são expostas como pouca roupa e uma dança que valoriza seu corpo. É uma situação muito apelativa, extremamente tendenciosa, e o assédio, o abuso, e por fim o estupro são resultantes desta somatória de fatores sociais, psíquicos e culturais.

A música brasileira explora a sexualidade de uma forma muito baixa o que faz um apelo muito forte à abordagem às mulheres. A mente masculina é aculturada para ver no corpo da mulher um objeto de prazer sexual, somente.

E o apelo erótico de danças nos shows e clipes é muito explícita. O erotismo expõem a figura feminina ao ato sexual propriamente dito na coreografia das músicas. As letras das músicas são cheias de alusões sexuais e apelos.


O Funk como estilo musical é extremamente abusivo, principalmente à figura feminina. O que se esperar de rapazes que cantam músicas onde as mulheres são chamadas de ‘cachorras’?

O país [e o mundo] passa também por uma revolução pornográfica. Nunca a pornografia esteve tão disponível. A internet é uma ferramenta de livre acesso. Seja por fotografias ou filmes a indústria pornô é altamente estimulante, e extremamente expositora da figura feminina.

As mulheres nos filmes pornográficos não são mais objetos, são ‘capachos sexuais’, expostas a qualquer situação imaginária.

Essa é a relação da cultura com o estupro.

Na revolução pornográfica ainda, a mídia social se tornou um exponencial pois a nudez publicada não é mais dos atores mas de toda e qualquer pessoa. O envio dos 'nudes‘ e apropria publicação de fotos sensuais ou eróticas, fizeram de mídias sociais como o Snap um turbilhão pornográfico.

A ditadura da moda é outro fator nesta cultura que promove o estupro. As mulheres se tornaram escravas da moda e de estereótipos que as formataram dentro de um padrão erotizado. Principalmente no Brasil a moda explora o corpo da mulher e expõem sua intimidade.

A cultura dita para as mulheres que elas só serão aceitas se vestirem roupas apelativas e isso cria uma ditadura para as mentes femininas.

A cultura tem incentivado a violência contra a mulher, e isto não são valores culturais. Uma cultura que gera violência, não é uma cultura saudável.

Uma cultura doentia, se muda com novos princípios, com uma moralidade.

OS 7 PECADOS QUE ALIMENTAM O CRIME DO ESTUPRO


“No Brasil, uma mulher é estuprada a cada 11 minutos, segundo os dados divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública no final do ano passado. Em 2015, o país registrou 47.646 casos de estupros”. BBC

Mas os crimes não surgem do nada; há pecados que alimentam a ‘cultura do estupro’.

A pornografia é o principal dos pecados.

A ficção dos vídeos pornográficos incentivam o estupro na mente masculina.

O segundo pecado que alimenta esse crime é a ostentação. 

A mídia social hoje permite se veicular a pornografia ou vídeos pessoais, os famosos ‘nudes’ que fazem um tremendo sucesso. O próprio vídeo criminoso do estupro da jovem no Rio de Janeiro foi editado em tom de ostentação.

“O vídeo que foi amplamente compartilhado nas redes sociais tem cerca de 40 segundos de duração e mostra a garota deitada e desacordada enquanto os rapazes conversam ao fundo. "Engravidou de 30", diz um deles. Em uma das fotos divulgadas também pelo Twitter é possível até ver o rosto de um deles, que posa para a câmera em frente à menina”.

“A promotora de Justiça e coordenadora do Grupo Especial de Enfrentamento à Violência contra a Mulher (GEVID), do Ministério Público do Estado de São Paulo, Silvia Chakian opina que a maneira como o vídeo foi compartilhado pelos suspeitos do estupro, que mostravam "orgulho" pelo crime praticado, é um sinal de como a "violência contra a mulher é naturalizada no Brasil. O (episódio) mostra que praticar crime dessa natureza é motivo de vaidade, de ser ostentado", diz a Promotora.

O terceiro pecado que alimenta o crime do estupro é a própria cultura no Brasil. 

As músicas, os filmes, o convívio social altamente apelativo ao erotismo e ao sexo incentivam uma voracidade sobre a mulher como objeto de consumo sexual.

“A promotora Silvia Chakian, relata esse fato afirmando, “não tem 30 monstros juntos. Não tem patologia nisso. É uma questão cultural. São 30 pessoas que participaram do crime e nenhuma delas agiu para evitar que aquele crime acontecesse. Isso revela uma sociedade criminosa e violenta contra a mulher. Que enxerga que o corpo da mulher é feito para o homem usufruir."

O diário The Globe and Mail, do Canadá, diz que o estupro coletivo ocorre em meio a um "amplo cenário daquilo que ativistas estão chamando de um ambiente propício (ao estupro) no Brasil".

A publicação destaca que horas antes de o caso virar destaque na imprensa o ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), havia mantido uma reunião de alto nível com Alexandre Frota, "um ator e estrela de reality show que já disse que não teria pudores em fazer sexo com uma mulher sem consentimento".

Cita também o episódio em que o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) foi condenado a pagar indenização à deputada Maria do Rosário (PT-RS) por ter dito que ela "não merecia ser estuprada".
"A reputação de Bolsonaro parece não ter sofrido: uma pesquisa de opinião mostrou que ele é a principal opção para presidente dos 5% de brasileiros mais ricos." BBC

O quarto pecado que alimenta esse crime é a impunidade.

"A impunidade anda de mãos dadas com a violência. Precisa haver uma punição exemplar e essa punição tem que ser divulgada para que a sociedade saiba. Temos que conscientizar essa sociedade de que quem compartilha, quem faz piada, (está agindo de modo) tão grave quanto ao do estuprador." BBC

O quinto pecado que favorece o crime de estupro é a promiscuidade.

Arielle Sagrillo Scarpati, de 28 anos, que faz doutorado em psicologia forense na Universidade de Kent, na Inglaterra, afimra que “não existe o "grande monstro estuprador". Na maioria dos casos de violência sexual, os perpetradores são considerados "homens normais", que não acham que cometeram um ato violento. Mas o que exatamente eles pensam?"

"Quando você olha a literatura sobre o tema, observa que a maioria dos casos de estupro são cometidos por agressores que não têm nenhuma patologia. A gente tem essa noção de que o estuprador é um monstro, um psicopata. Mas na verdade esses homens são o que chamamos de normais, em geral tidos como pessoas boas, salvo raras exceções. Isso sempre me chamou muito a atenção", disse à BBC Brasil. Isso nada mais é que o desejo natural ao sexo, mas sem o domínio próprio – a promiscuidade.

O sexto pecado do qual o estupro se alimenta é a violência contra a mulher.

“Scarpati tenta entender o que faz com que pessoas que cometem violência sexual não reconheçam seus atos como violentos. E aponta valores culturais e os "mitos do estupro", tanto no Brasil quando na Inglaterra, como os principais responsáveis.

"A maioria das pessoas acha que estupro envolve o monstro, o beco escuro, a mulher jogada no chão ensanguentada. Por isso, em muitos dos casos, a própria vítima não reconhece o que sofreu como violência." BBC

O sétimo pecado é a desigualdade.

“Segundo a pesquisadora, uma cultura machista também dificulta o acolhimento das vítimas pela polícia britânica, que enfrenta críticas de culpabilização da vítima semelhantes à brasileira. Sabemos que, de maneira geral, a maioria dos agressores carregam uma hostilidade contra mulheres e de alguma maneira apoiam "mitos de estupro".

Segundo as teorias mais aceitas atualmente: agressores geralmente trazem dentro de si o sexismo ambivalente, os "mitos de estupro" e o que chamamos de "crença num mundo justo".
A "crença num mundo justo" é a ideia de que coisas ruins acontecem com pessoas ruins e coisas boas acontecem com pessoas boas. Então, cada um só tem o que merece. Isso é algo que ajuda a deixar esses homens tranquilos com aquilo que fizeram.”


“Outra coisa é o que chamamos de "sexismo ambivalente". Ele tem uma face mais agressiva - a ideia de que mulher não presta, de que, se provoca o homem, merece apanhar mesmo e de que vale menos que o homem - e uma face benevolente - a ideia de que a mulher é a rainha do lar, de que é frágil e de que o papel do homem é cuidar dela.” BBC

Pecados devem ser abandonados; devem ser confessados e com atitude de arrependimento se mudar os hábitos que os incentivam.

O problema é uma questão moral e espiritual. Quando a Lei de Deus é ignorada, o home se faz um marginal.

A Lei de Deus tem dois mandamentos que regulam a violência sexual - o sétimo: "Não adulterarás"; e o décimo: "Não cobiçarás a mulher".

CIVIL WAR

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Civil War, um filme da Marvel, estréia amanhã e esta causando uma comoção entre os jovens e adultos fanáticos por filmes de ficção.

O Inimigo de nossas almas brinca com os humanos, e os ilude com aquilo que eles mais gostam e se divertem - os filmes.

O Grande Conflito acontece a cada minuto ao nosso redor, e nós estamos preocupados com a estréia de Civil War!

Uma Gerra Cósmica se desenrola ao nosso redor; o que está em jogo é nossa própria existência e o mundo está se divertindo e se preocupando com uma ficção.

O enredo de Civil War é o enredo de nossas próprias vidas.

Só que os heróis que estamos confiando e idolatrando não podem fazer nada, absolutamente nada por nós. Eles são ficção no filme e pessoas comuns na vida real.


A ilusão nos seduz. É incrível como a natureza humana é apaixonada pela mentira, por fábulas e pela ficção.

Por outro lado, "há uma realidade invisível que impacta grandemente o que vemos"; "uma vez que vivemos na era científica, não deveria ser difícil crer nas realidades invisíveis". A Bíblia declara que "a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes" Ef 6.12.

Há uma Guerra Cósmica ao nosso redor e estamos preocupados e iludidos com uma ficção.

"O Grande Conflito entre Cristo e Satanás forma o invisível cenário de fundo por trás do mundo visível que experimentamos todos os dias". Você agora mesmo pode estar sofrendo a influência dessa 'Guerra Pessoal', através de conflitos familiares, desemprego, opressão, abusos, mentiras, violência etc.

"Há de fato uma guerra, visível e invisível, na qual todos estamos envolvidos e na qual  todos escolhemos um lado. Experimentamos essa guerra todos os dias, não importa se compreendemos ou deixemos de compreender a repeito do que está ocorrendo. Essa é a essência de viver em meio ao Grande Conflito"

Essa é uma 'cosmovisão' do 'conflito', da 'Civil War' de cada um. A idéia de que está ocorrendo uma batalha entre poderes sobrenaturais nos cosmos. E você está envolvido; na realidade você é o alvo e o prêmio a ser conquistado ou destruído. Conquistado por Jesus; destruído por Satanás.

"Embora o Grande Conflito envolva questões cósmicas, é uma batalha na mente e no coração."
A dúvida, a descrença e a falta de fé nas questões espirituais, são vírus que replicam a morte em nossa alma.

"A Bíblia nunca subestima a existência e a ação de Satanás nos assuntos da história humana". Por isso, leia a Bíblia. São 'spoilers' que nos antecipam a ação do inimigo, e você vai ser grato por isso.

Os Sagrados Spoilers bíblicos nos livram da aniquilação apocalíptica. A profecia são estes 'spoilers' fantásticos que frustram o plano do arqui-inimigo de Jesus.

Suas batalhas pessoais estão repletas deste Grande Conflito. "É necessário que todo cristão enxergue como esse conflito penetra em todos os aspectos da experiência humana; como em cada ato da vida a pessoa revela um ou outro daqueles dois princípios antagônicos [bem ou mal]. E como, querendo ou não, você está mesmo agora decidindo de que lado do conflito estará" Educação, p.190.

"Quem entre nós não conhece a realidade do grande conflito? Conhecemos essa guerra porque a sentimos dentro de nós diariamente. Vivemos neste mundo desestruturado, amaldiçoado pela ansiedade e pela dor, onde a serpente não está limitada a uma árvore no meio do jardim, mas todo o jardim está infestado de serpentes.

Um mundo cheio de sussurros de tentações que vêm de todas as formas e que tão facilmente enredam aqueles que não são diligentes na fé e na oração. Não é de admirar que Jesus tenha dito: "Vigiai e orai." Para que não caiamos nas muitas ciladas que nos aguardam, temos que vigiar e orar.

De todas as ciladas, talvez a mais perigosa para o cristão seja acreditar na mentira que diz: "Quando você sucumbe à tentação, já foi longe demais”. Não há um Deus cheio de graça que vai recebê-lo de volta em Seus braços. Quem já não ouviu essa voz sussurrando em seus ouvidos? Em certo sentido, essa ideia está correta: quando você cai em tentação, mesmo que seja uma única vez, já foi longe demais para voltar.

 Foi exatamente por isso que Jesus veio, conquistou a vitória por nós onde todos nós falhamos, e então nos oferece Seu triunfo. Essa é a essência do evangelho: No grande conflito, Jesus fez por nós o que nunca poderíamos fazer por nós mesmos.


Porém, ao mesmo tempo, precisamos es colher cada dia, cada hora, cada momento, nos colocarmos do lado dEle, e fazemos isso obedecendo à Sua Palavra e clamando pelas promessas de vitória que Ele nos fez, apoiando-nos o tempo todo em Seus méritos, que nos dão certeza da salvação".

Citações: Andy Nash; LES, "O Evangelho de Mateus"; Lição 05; págs.55-65.

PRISÃO DE POLÍTICOS SOMAM MIL ANOS


“Até o momento [04.04.16] em nosso país, 179 pessoas foram acusadas criminalmente na Operação Lava Jato. As condenações já emitidas em primeira instância somam quase mil anos de prisão.” BBC
Esse é um período de tempo que é mencionado no Apocalipse como sendo o tempo de prisão que será imposto também a Satanás.

A Bíblia descreve na Revelação, que Satanás também será preso por sua corrupção e a corrupção da raça humana – “O Anjo... segurou o Dragão... que é o Diabo, Satanás e o prendeu por Mil Anos” Ap 20.2

O encarceramento de Satanás faz parte de uma Operação Cósmica – O Juízo Investigativo – que está em operação a exatos 172 anos e que começou em 22 de Outubro de 1844 [Daniel 8.14 e 9.24].

A prisão do Diabo por Mil Anos é apenas uma execução preventiva porque durante esse Milênio os humanos participarão de um ‘juri popular’ celestial onde investigarão e por fim confirmarão [Juízo Confirmatório] o julgamento celestial – “Vi também tronos e nestes se assentaram aqueles aos quais foram dada a autoridade de julgar” Ap 20.4

Ao contrário da Operação Lava-Jato no Brasil que está na sua 24ª  fase, o Juízo Celestial tem três fases apenas:
-Juízo Investigativo: Dn 7.9-14; Ap 5.1-10
-Juízo Confirmatório: Ap 20.4 e 11-13; 1Co 6.2
-Juízo Executivo: At 17.31; Ap 20.7-10 e 13-15

A última fase do grande julgamento cósmico é chamado de Juízo Executivo; após a confirmação da sentença pronunciada na 1ª fase, o juízo é executado na 3ª fase.

A descrição profética oferecida é –“foram julgados segundo suas obras. A morte e o inferno foram lançados dentro do lago de fogo. Está é a segunda morte, o lago de fogo. E se álguem não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo” Ap 21.15

É uma sentença de morte e sua execução; não uma sentença humana, mas do Criador. Deus julga, os humanos confirmam e Deus executa.

A Morte Eterna é a sentença de inexistência; a extinção do mal, do pecado e do transgressor. A sentença final é a morte em um ‘lago de fogo’ pois somente o fogo pode extinguir seres espirituais como os anjos rebelados.

Mas os humanos rebeldes e transgressores da Lei de Deus [Ex 20.3-17] também recebem a pena final do ‘lago de fogo’. A corrupção aqui na terra será castigado com a pena de morte no ‘lago fogo’.

A crise política e o julgamento que segue em nossa páis é uma parábola pós-moderna do que está a ocorrer em nossos dias no céu – o julgamento. O juízo está ocorrendo em nossos dias; hoje sentenças 
estão sendo deliberadas.

O julgamento termina com a Segunda Vinda de Jesus à Terra [Mt 25.1-5]. Jesus retorna à essa Terra para levar os que obtiveram a sentença a favor e “viver[ão] e reinar[ão] com Cristo durante mil anos” Ap 20.4up.


Mas enquanto Jesus não coloca fim a esse julgamento, todos estamos sendo investigados hoje.