NÃO EXISTE AMOR VERDADEIRO?


A separação do casal global, Willian Bonner [52] e Fátima Bernardes [53] não deveria chocar a ninguém, o meio em que estão inseridos, dos artistas globais, não é incomum esse comportamento.

A primeira conclusão desta notícia viral, é que a vida sem Deus e voltada para as coisas do mundo é assim. Jesus já havia dito - "Sem Mim nada podeis fazer" João 15.5. Não há casamentos duradouros sem Jesus; não há estabilidade emocional sem Jesus; não há verdadeiro sucesso sem Jesus.

A parceria do casal no Jornal Nacional por 14 anos conferiu uma admiração dos telespectadores; e hoje a relação midiática que as pessoas desenvolvem criam vínculos artificiais com essas personalidades públicas. Quando Fátima Bernardes saiu do Jornal Nacional em 2012, isso já era sinal da separação do casal; talvez esperassem a maioridade dos filhos para selar o triste fato.

Mas enquanto nossas afeições estiverem sendo colocadas em figuras públicas da mídia digital, nossos desapontamentos serão frequentes; são pessoas falhas e sem Deus. Uma das marcas da idolatria é esta - colocar as afeições e sentimentos em algo que jamais poderão nos oferecer algo,

Os jornalistas anunciaram o fim do casamento pelo Twitter, uma rede social, o fim dos 26 anos de uma relação e de uma família.

Mas foi a reação dos internautas que surpreendeu. "Na internet e em várias redes sociais, a notícia da separação vem gerando grande repercussão" destacou a Revista Isto é.

A Folha de São Paulo na sua versão digital afirmou que "a internet nunca levou um choque tão grande quanto na separação de Bonner e Fátima".

Os internautas das redes sociais como o Twitter revelaram os pensamentos da juventude sobre casamento, amor e relacionamento, em frases como:
"Não acredito mais no amor"
"O amor não existe"

Embora haja o que o Twitter classifica como 'zueira never ends', há também muito da emoção dos internautas nos twites e postagens.

As Redes Sociais são um laboratório comportamental; e o que as pessoas pensam sobre amor, casamento e relacionamento estão expressos ali.

Os conceitos sobre esses temas no ambiente  virtual surpreendem qualquer estudioso ou profissional da área do comportamento.

A geração digital se espelha muito em seus ídolos e nas figuras públicas e isso tem causado uma instabilidade emocional nos internautas.

Mas manter expectativas sobre as figuras públicas e no estilo de vida destas pessoas pode ser frustrante. Há artistas, estrelas de Hollywood e famosos que se casaram muitas vezes:
1) Gretchen – 16 vezes
2) Fábio Jr. – 6 vezes
3) Chico Anysio – 6 vezes
4) Elizabeth Taylor – 6 vezes
5) Roberto Justus – 4 vezes
6) Ronaldo – 3 vezes
7) Roberto Carlos – 3 vezes
8) Susana Vieira – 3 vezes
9) Romário – 3 vezes
10) Paul McCartney – 3 vezes

Esse tipo de comportamento não é saudável para o público. Pessoas não são descartáveis; as famílias não são mobílias para serem trocadas ou substituídas.

Essa ideologia é baseada no humanismo e hedonismo. Em outras palavras o indivíduo coloca em prioridade os seus sentimentos e o seu próprio prazer.

Outro ponto que todos precisamos entender é que o amor não acaba. A Palavra de Deus afirma - "o amor jamais acaba" 1 Coríntios 13.8.

O que acabam são sentimentos como o respeito, paixão, erotismo, desejo, respeito etc. Mas o amor não é um mero sentimento; o amor é um princípio emotivo que gera todas as demais emoções e sentimentos. Ou seja, o amor jamais acaba; e os sentimentos são retornáveis.

Está se formando uma geração que além de viver uma vida virtual, também possui emoções voláteis.

Os relacionamentos dessa geração midiática são fugazes, sem fundamento sólido do amor, porque o prazer é momentâneo.

As famílias de hoje são artificiais, criadas por escolhas e são situacionais. Não tirando o mérito da adoção, ou dos pais e mães solteiros, esses formatos deixam lacunas na vida de qualquer um. O amor ali oferecido é puro e verdadeiro, mas as lacunas também são reais.

A proposta do Criador ao criar homem e mulher para uma eternidade, trata-se da melhor opção.

O amor pode ser eterno, e será eterno quando todas as coisas forem restauradas de acordo com a vontade de Deus.

A questão é - estaremos prontos para essa realidade eterna, ou desqualificados por nosso egoísmo e mesquinhez.

OLIMPÍADAS - QUEM VOCÊ ESTÁ APLAUDINDO?


A História das Olimpíadas sempre foram caracterizadas pela imoralidade e o sexo livre - leia aqui as origens na Grécia antiga.

E não é diferente hoje. Muitos dos atletas que são idolatrados e aplaudidos vivem uma vida devassa e sem princípios. Deveriam os cristãos aplaudir essas pessoas?

“Três jogadoras do time sueco de handball perguntaram ao técnico de Usain Bolt, nas olimpíadas de 2008: "Tudo bem a gente entrar no quarto dele pra dar parabéns pelo ouro?".
O treinador liberou. E os cumprimentos das suecas ao jamaicano estenderam-se por uma hora e meia, entre quatro paredes e uma porta fechada.

Ninguém ficou chocado: o sexo livre é a regra nos jogos, não a exceção. "Uns 70%, 75% praticam", disse o nadador americano Ryan Lochte, ouro nos 400 metros medley em Londres numa entrevista para a ESPN.

Hope Solo, goleira do futebol feminino americano, concorda: "Se você não tem disciplina, a vila pode ser uma baita distração". Disciplina à parte, Hope mesmo disse que já deu seus pulos, mas nem por isso se deixou distrair tanto assim. Seus dois ouros, em Pequim e Londres, estão de prova.
Atletas de ponta, afinal, podem ser jovens, bonitos, extremamente saudáveis e estarem no pico da atividade sexual, mas não rasgam medalha. Tanto que a esbórnia só come solta para valer mais para o final dos Jogos, quando o trabalho já acabou para a maior dos olímpicos.

Aí ninguém mais segura. Que o diga Josh Lakatos, do time de tiro ao alvo dos EUA. Quando a equipe dele foi eliminada, os chefes da delegação americana pediram de volta as chaves do alojamento em que o time estava (uma casa de três andares, na vila olímpica de Sydney).
Lakatos devolveu. Mas não quis nem saber: veterano de Sydney, ele já tinha plena consciência de a vila se transformaria numa balada daquelas de fazer Calígula corar. Para não perder a festa, então, arrombou a porta da casa.

E o lugar virou um porto-seguro para a prática do esporte mais antigo do mundo. "Virei um gerente de motel", brincou Lakatos, também numa entrevista à ESPN. "Nunca vi tanta sacanagem na minha vida!". E ele nem precisava ter gerenciado um ninho de amor para ter visto tudo isso. Há até relatos de sexo ao ar livre, já que nem todos os casais (ou trios, ou quartetos) consegue achar um abrigo discreto como o de Lakatos.

Por essas, o Comitê Olímpico está distribuindo toneladas de camisinhas na vila olímpica, como já comentamos aqui. Serão 450 mil preservativos. Dá mais ou menos 45 por atleta. Três por dia de competição. Levando em conta que cada dupla olímpica só precisa de uma camisinha a cada round, a média de relações sexuais esperada pelo Comitê é de seis por pessoa a cada dia de competição.
Mais: como um quarto dos atletas tende a não entrar na brincadeira, os 75% sexualmente ativos da vila devem superar essa marca sem grandes esforços.

"Atletas são extremistas. Quando treinam, têm um foco de raio laser. Quando saem para uma cerveja, são 20 cervejas...", explica Hope Solo, a morena de olhos azuis da foto ali em cima, e que acaba de desembarcar no Rio.

É isso. A intensidade da mente e dos corpos dos poucos humanos capazes de disputar uma olimpíada rende performances memoráveis, mas boa parte delas acontece bem longe dos nossos olhos.
Se Sidney teve um dos jogos mais famosos pela pegação, Londres não ficou atrás. Os atletas chegaram na cidade, tradicionalmente, uma semana antes do início da competição.
E abalaram os servidores do aplicativo Grindr (tio do Tinder, tradicionalmente usado para paquera entre homens gays).

O aplicativo saiu do ar por 24 horas por conta do excesso de uso na cidade e o fundador da empresa, Joel Simkhai, chegou a pedir desculpas aos usuários por atrapalhar sua vida pessoal.”
Fonte: Revista Exame

A expressão da sexualidade alternativa tem sido o ponto alto das Olimpíadas no Brasil. 



Os atletas brasileiros estão aproveitando a mídia e os aplausos para divulgarem sua opção sexual. A atleta olimpica Rafaela Silva, que conquistou a Medalha de Ouro no Judô, vive com "Thamara sua namorada há quase 3 anos. Nas redes sociais, o romance era público, mas as duas nunca haviam falado abertamente sobre o assunto até que a vitória na Rio-2016 aumentou o interesse sobre a vida pessoal da judoca." Fonte UOL


Thalita, jogadora de vôlei de praia é casada com a companheira Lili, que joga vôlei também.

O site UOL divulgou uma lista de 49 atletas que assumiram sua sexualidade alternativa - Leia aqui.

A liberdade de expressão é um direito conquistado e até mesmo os cristãos devem defender essa conquista. A questão aqui é que os cristãos por seus princípios não deveriam cair na armadilha de aplaudir algo em que não creem.

Todos tem o direito de viver como quiserem e fazerem as opções que acham que devem ser feitas, mas os cristãos devem pensar e agir de acordo com suas crenças, e isso a liberdade de expressão também nos garante.

A exemplo dos atletas que 'saem do armário', os cristãos deveriam sair de suas máscaras. Ou você é cristão ou é um hipócrita.

AS ORIGENS PAGÃS DAS OLIMPÍADAS


Os Jogos Olímpicos são lugares seguros para cristãos frequentarem? Deveriam os cristãos valorizar e estar nesses lugares aplaudindo e aprovando o que ocorre ali?

Basta olharmos a história das Olimpíadas e suas origens e saberemos as repostas para essas perguntas.

“O esporte não era a única atração das Olimpíadas da Antiguidade. Ele fazia parte de um festival religioso que, além de rituais, incluía muita arte, com exibições de pintores, escritores e escultures. Não só atletas, mas prostitutas, engolidores de fogo, videntes e outras atrações mantinham o público entretido.

A vida louca dos Jogos era uma mistura de sexo, violência, sacrifícios animais e zero higiene. Um “Woodstock da Antiguidade”, na definição de Tony Perrottet, autor de The Naked Olympics: The True Story of the Ancient Games.

As Olimpíadas da Antiguidade duraram de 776 a.C. a 394, uma impressionante longevidade para um evento realizado a cada quatro anos (os Jogos modernos têm só 120 anos e a humanidade já furou o calendário três vezes, durante as guerras mundiais).


O que era um megafestival pagão acabou justamente por isso mesmo, proibido em um mundo que se cristianizava. Nesses mais de mil anos de história, Olímpia se revestia de tradição e santidade – mas de um jeito diferente do que imaginamos.

Para começar, a imagem de nobres esportistas, cavalheiros asseados e competidores honrados lutando para superar os próprios limites foi difundida só no século 19 e não é lá muito verdadeira.

Um público de estimadas 40 mil pessoas comparecia ao evento e ficava em êxtase em um local sagrado, para ver de perto atletas que se tornariam famosos por gerações.

A cada cerimônia de abertura, os jogos ganhavam o banho de honra divina que servia de repelente à corrupção e revigorante de tradição, relegando os casos sujos a segundo plano.

Tudo graças à imagem impactante dos atletas preenchendo o templo para, em frente à monumental estátua que Fídias concebeu em honra a Zeus (e que se tornaria uma das Sete Maravilhas da Antiguidade), fazer juras sobre pedaços sangrentos de carne de javali em prol do espírito esportivo e das regras do jogo. Isso era necessário.

Os juízes se preocupavam com atletas que usavam substâncias que aprimoravam a performance, como cogumelos secos, misturas de ervas exóticas, testículos e coração de animais e coquetéis à base de ópio.

Mais popular que o doping, só as pragas que se jogavam sobre oponentes. A magia negra tinha muito espaço no espírito olímpico.

Mais popular que ambos, só a insanidade do lado de fora dos estádios. Os gregos já tinham o conceito de bar de esportes e, apesar de não serem lá muito beberrões, eles tiravam o atraso nessa época.
Além disso, tinha o sexo. Prostitutas de vários cantos do Mediterrâneo chegavam à cidade para levantar em cinco dias mais dinheiro do que no resto do ano.

As Olimpíadas eram uma farra concentrada de bebedeira pesada, pouco sono e orgias alcoolizadas promovidas por estudantes. Sob esse ponto de vista, elas chegaram ao Brasil bem antes dos Jogos do Rio."

Mas a farra continua; um exemplo recente foi a expulsão do ginasta Yuri van Gelder  depois por sair para beber pela madrugada carioca. A farra do ginasta repercutiu tanto que viralizou na internet, provocando uma avalanche de 'memes' nas redes sociais, causando constrangimento para a delegação.
Gelder era chamado de 'Senhor das Argolas' por seu desempenho no aparelho de ginástica olímpica; mas depois da farra, é chamado de 'senhor dos drinks'. Isso causou constrangimento, sua expulsão e volta para casa mais cedo por indisciplina durante os jogos.


"Segundo o autor especializado em história do esporte David Goldblatt no seu recente livro, The Games: A Global History of The Olympics, o espírito de Hollywood deu aos Jogos boa parte da cara que eles têm hoje: o pódio de três lugares, a pira olímpica e os hinos nacionais.”

Fonte: Revista Exame

Mas o 'espírito olímpico', instituído nas cerimônias gregas pagãs é mantido, com idolatria, paganismo, sexo e prazeres sem limites. 

É razoável que como cristãos estejamos aplaudindo esse tipo de eventos e aqueles que vivem dessa forma?

POKEMON GO - a missão


“Pokémon  é uma franquia de mídia que pertence a The Pokémon Company, tendo sido criada por Satoshi Tajiri em 1995. Ela é centrada em criaturas ficcionais chamadas "Pokémon", que os seres humanos capturam e os treinam para lutarem um contra o outro como um esporte.

O nome Pokémon é uma abreviação da marca japonesa Pocket Monsters, que também se refere as 721 espécies de ficção que aparecem nas mídias criadas.

Tajiri teve a ideia de Pokémon por volta de 1989 ou 1990, quando o Game Boy foi lançado. O conceito do universo Pokémon foi inspirado no passatempo do diretor executivo Satoshi Tajiri de colecionar insetos quando era criança”. Fonte: Wikkipédia

Como qualquer outro jogo, Pokemon Go consome tempo e energia que poderiam estar sendo empregadas em outras situações. "Satanás apresenta aos jovens muitas tentações. Está a jogar com eles o jogo da vida, para ganhar sua alma, e nenhum meio deixa de empregar, para os atrair e arruinar. Mas Deus não os deixa a lutar desajudados contra o tentador. Têm um Ajudador Todo-poderoso"
Mensagens aos Jovens; pag.95

Esse jogo em particular chega com uma tecnologia nova e interativa o que cativa a atenção dos adolescentes e até adultos. Por mais inocente que seja o jogo em si, é o hábito que se cultiva em jogar que dimensiona o problema.

Os monstrinhos tem uma escala de ‘poder ’; o CP  significa Pontos de Combate (Combat Points), ou seja, é o poder de luta de cada Pokémon. Quanto maior for o CP de um Pokémon, mais forte ele pode ser.” Entre as dezenas de monstrinhos exitem dois Dragões – Dragonair e Dragonite – um dos que possuem maiores pontuações.

A correlações com satanismo e o mundo espiritual são indiretas. Como os jogos ocupam muito da mente e podem ser usados para tirar a devoção dos jovens a Deus, está aí o problema deste game. Aliás esse problema esta em todo o uso das mídias sociais e dos smartphones que nos fizeram 'autistas tecnológicos'.

"Satanás está operando com o fim de encher com pensamentos irreais e fúteis as mentes que deveriam estar diligentemente estudando a Palavra de Deus. Assim, ele está roubando de milhares de milhares o tempo, a energia e a disciplina exigidos pelos sérios problema" FC, 141.1

Os mais 'tecnológicos' são os mais abstraídos. Não vivem, não se relacionam e levam uma vida virtual, se esquecendo da vida real. Se a vida física é esquecida, o que dizer da vida espiritual?

"Satanás deleita-se quando vê seres humanos empregando as faculdades físicas e mentais naquilo que não educa, não tem utilidade, não os ajuda a ser uma bênção aos que necessitam de seu auxílio. Enquanto a juventude se adestra em jogos destituídos de valor para eles e para os outros, satanás joga a partida da vida por sua alma, tirando-lhes os talentos dados por Deus, e substituindo-os por seus próprios atributos maus. É seu empenho levar os homens a passarem por alto a Deus. Busca ocupar-lhes e absorver-lhes tão completamente o espírito, que o Senhor não encontre lugar em seus pensamentos" Mensagens aos Jovens; pag.213.

Há muitas notícias tentando demonizar e até colocar 'Pockemon Go', como uma estratégia de conspiração. Se há alguma conspiração é pela utilização do nosso tempo.

E não adianta condenar esse jogo, se assistirmos filmes violentos, usarmos de pornografia, acompanharmos novelas e séries; frequentarmos ambientes inapropriados etc. O erro é o mesmo.

A virtude está em não perder tempo com esse tipo de game e muito menos com outra coisa qualquer.

"Fossem abertos os olhos da iludida juventude, e eles veriam o exultante olhar de satanás ante seu êxito em arruinar almas. Por todos os meios concebíveis, procura ele adaptar suas tentações às várias disposições e circunstâncias daqueles a quem deseja enredar. Experimentará todas as medidas, e se os objetos dessas tentações não buscarem a Deus, serão cegados por seus enganos, ficarão confiantes em si mesmos, presunçosos, e na ignorância de sua condição e perigo. Chegarão em breve a desprezar a fé uma vez dada aos santos" Mensagens aos Jovens; pag.86.

E o jogo [Pokemon Go], literalmente se chama, “Vá Pokemon”; e substitui a ordem de missão de Jesus aos mesmos cristãos – “Ide”. Neste mundo ou somos discípulos ou apenas mundanos. Ou estamos ocupados com a missão ou com as futilidades deste mundo.

O nosso foco deve estar nas coisas do Reino de Deus; devemos estar procurando almas para receberem a vida eterna; e não procurando monstrinhos.
Christians Go!

TOCHA OLÍMPICA - CRISTÃOS PODEM PARTICIPAR DESSA CERIMÔNIA?


“Sua chama remete aos primórdios dos Jogos, no século 8 a.C.: os gregos da Antiguidade consideravam o fogo um elemento divino e mantinham chamas sempre acesas em frente a seus principais templos – como o santuário de Olímpia, que recebia as competições esportivas. 

Para assegurar sua pureza, a chama era acesa pelos raios do sol através de uma “skaphia”, espécie de espelho côncavo que converge os raios para um ponto específico. Na Era Moderna, esta cerimônia continua sendo realizada para acender a chama em frente ao Templo de Hera, na mesma cidade de Olímpia, com mulheres caracterizadas como "sacerdotisas", entre 90 e 100 dias antes de cada edição dos Jogos Olímpicos de Verão e de Inverno.” Fonte
O cristianismo também é rico em figuras rituais simbólicos; e sabemos o poder dos símbolos. Por quê permitimos que essa cultura pagã faça parte de nossos interesses?

O paganismo do passado é o mesmo de nossos dias atuais; minimizamos o seu poder devido ao conhecimento científico. Imaginamos que ciência excluiu a existência dos deuses da antiguidade, mas as forças atrás deles sempre existiram.

“A chama olímpica, referência ao fogo que queimava em homenagem à deusa Hera (Juno) durante os jogos de Olímpia.” Fonte : UOL

Essa deusa levou milhares de cristãos serem martirizados por não se renderem à cultura grega e às imposições do Império Romano; render homenagem a esse símbolo é menosprezar a vida dos mártires e desprezar o mandamento que ordena – “Não terás outros deuses” Ex 20:3.

Cristãos do passado se excluíam da cultura grega ou dos rituais do império romano, e não deveria ser diferente em nossos dias.

Inácio de Antioquia foi um desses cristãos do segundo século, martirizado pela política de perseguição do Imperador Trajano em 107 dC. Foi preso em Antioquia da Síria, e levado para Roma, por se negar a queimar incenso ao Imperador.

Em Roma, entrevistado por um procurador, foi persuadido a render honra ao Imperador, mas permaneceu firme em seu propósito em não negar sua fé. Foi colocado em uma fogueira e queimado vivo em praça pública.
Inácio de Antioquia podia ter racionalizado como hoje fazemos; afinal queimar incenso era um hábito bíblico no Tabernáculo. Por quê não poderia queimar incenso em honra ao Imperador? A própria Bíblia afirma que devemos honrar as autoridades. E, afinal, era para salvar sua vida.

Racionalizar é para pagãos, não para cristãos.

Por outro lado a ‘Chama Olímpica’ ou a ‘Tocha Olímpica’ fazem parte desta cultura pagã do Olimpo; no panteão dos deuses gregos Hera era uma rainha do Olimpo, conhecida também como a deusa protetora do casamento, da vida e da mulher, governava Olimpo ao lado do seu marido o Zeus, a divindade máxima. É no templo de Hera, na Grécia que essa chama pagã é acesa.

“A tocha olímpica é acesa em uma cerimônia nas ruínas de Olímpia na Grécia. Raios de sol refletidos por um espelho dão origem à chama. Mulheres vestindo túnicas no estilo grego antigo conduzem todo o ritual e passam a tocha ao primeiro corredor. A tradição é mantida desde os Jogos de 1952 em Helsinque” Fonte: UOL

Participar do ritual da Tocha Olímpica é participar de um ritual pagão. A mídia, os jogos, a cultura e outros fatores não excluem a natureza pagã desse evento.

Falta aos cristãos da atualidade, discernimento; há coisas que não é preciso ler muito, ou se investigar muito para se ver o paganismo envolvido.

Estamos falando de deuses, rituais e crenças – coisas que o primeiro mandamento condena no paganismo.


“O Meu povo está sendo destruído por falta de conhecimento” Oséias 4.6

ESTUPRO E CULTURA


Muito se fala em Cultura do Estupro, que De acordo com  Nadine Gasman, é uma “cultura machista muito forte, uma cultura sexista muito forte". No conceito da  representante da ONU para Mulheres no Brasil, "o estupro é aceito pelos homens e não reconhecido por muitos como uma violação extrema dos direitos da mulher” BBC.

Mas há um fator determinante à Cultura do Estupro que é a própria cultura país.

A cultura do povo brasileiro na área sexual é muito banalizada. As músicas, filmes, os relacionamentos, a moda e a ‘super-valorização’ do corpo, são fatores que potencializam a Cultura do Estupro.

“Eu acho que depende muito do que as pessoas classificam como liberdade. Existe uma mídia que apresenta a mulher brasileira como objeto sexual, com todos os preconceitos e estereótipos possíveis - mas pode haver uma leitura imprópria de que isso é liberdade.”

“Se 86% das mulheres brasileiras dizem já ter sofrido algum tipo de assédio, que liberdade é essa que elas têm de andar pelas ruas, de ocupar espaços públicos? Acho que essa imagem que se criou não corresponde à vida real das mulheres brasileiras”; afirma Nadine Gasman. BBC


O maior evento cultural desse país é um evento de apelo sexual - o carnaval. As mulheres são expostas como pouca roupa e uma dança que valoriza seu corpo. É uma situação muito apelativa, extremamente tendenciosa, e o assédio, o abuso, e por fim o estupro são resultantes desta somatória de fatores sociais, psíquicos e culturais.

A música brasileira explora a sexualidade de uma forma muito baixa o que faz um apelo muito forte à abordagem às mulheres. A mente masculina é aculturada para ver no corpo da mulher um objeto de prazer sexual, somente.

E o apelo erótico de danças nos shows e clipes é muito explícita. O erotismo expõem a figura feminina ao ato sexual propriamente dito na coreografia das músicas. As letras das músicas são cheias de alusões sexuais e apelos.


O Funk como estilo musical é extremamente abusivo, principalmente à figura feminina. O que se esperar de rapazes que cantam músicas onde as mulheres são chamadas de ‘cachorras’?

O país [e o mundo] passa também por uma revolução pornográfica. Nunca a pornografia esteve tão disponível. A internet é uma ferramenta de livre acesso. Seja por fotografias ou filmes a indústria pornô é altamente estimulante, e extremamente expositora da figura feminina.

As mulheres nos filmes pornográficos não são mais objetos, são ‘capachos sexuais’, expostas a qualquer situação imaginária.

Essa é a relação da cultura com o estupro.

Na revolução pornográfica ainda, a mídia social se tornou um exponencial pois a nudez publicada não é mais dos atores mas de toda e qualquer pessoa. O envio dos 'nudes‘ e apropria publicação de fotos sensuais ou eróticas, fizeram de mídias sociais como o Snap um turbilhão pornográfico.

A ditadura da moda é outro fator nesta cultura que promove o estupro. As mulheres se tornaram escravas da moda e de estereótipos que as formataram dentro de um padrão erotizado. Principalmente no Brasil a moda explora o corpo da mulher e expõem sua intimidade.

A cultura dita para as mulheres que elas só serão aceitas se vestirem roupas apelativas e isso cria uma ditadura para as mentes femininas.

A cultura tem incentivado a violência contra a mulher, e isto não são valores culturais. Uma cultura que gera violência, não é uma cultura saudável.

Uma cultura doentia, se muda com novos princípios, com uma moralidade.

OS 7 PECADOS QUE ALIMENTAM O CRIME DO ESTUPRO


“No Brasil, uma mulher é estuprada a cada 11 minutos, segundo os dados divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública no final do ano passado. Em 2015, o país registrou 47.646 casos de estupros”. BBC

Mas os crimes não surgem do nada; há pecados que alimentam a ‘cultura do estupro’.

A pornografia é o principal dos pecados.

A ficção dos vídeos pornográficos incentivam o estupro na mente masculina.

O segundo pecado que alimenta esse crime é a ostentação. 

A mídia social hoje permite se veicular a pornografia ou vídeos pessoais, os famosos ‘nudes’ que fazem um tremendo sucesso. O próprio vídeo criminoso do estupro da jovem no Rio de Janeiro foi editado em tom de ostentação.

“O vídeo que foi amplamente compartilhado nas redes sociais tem cerca de 40 segundos de duração e mostra a garota deitada e desacordada enquanto os rapazes conversam ao fundo. "Engravidou de 30", diz um deles. Em uma das fotos divulgadas também pelo Twitter é possível até ver o rosto de um deles, que posa para a câmera em frente à menina”.

“A promotora de Justiça e coordenadora do Grupo Especial de Enfrentamento à Violência contra a Mulher (GEVID), do Ministério Público do Estado de São Paulo, Silvia Chakian opina que a maneira como o vídeo foi compartilhado pelos suspeitos do estupro, que mostravam "orgulho" pelo crime praticado, é um sinal de como a "violência contra a mulher é naturalizada no Brasil. O (episódio) mostra que praticar crime dessa natureza é motivo de vaidade, de ser ostentado", diz a Promotora.

O terceiro pecado que alimenta o crime do estupro é a própria cultura no Brasil. 

As músicas, os filmes, o convívio social altamente apelativo ao erotismo e ao sexo incentivam uma voracidade sobre a mulher como objeto de consumo sexual.

“A promotora Silvia Chakian, relata esse fato afirmando, “não tem 30 monstros juntos. Não tem patologia nisso. É uma questão cultural. São 30 pessoas que participaram do crime e nenhuma delas agiu para evitar que aquele crime acontecesse. Isso revela uma sociedade criminosa e violenta contra a mulher. Que enxerga que o corpo da mulher é feito para o homem usufruir."

O diário The Globe and Mail, do Canadá, diz que o estupro coletivo ocorre em meio a um "amplo cenário daquilo que ativistas estão chamando de um ambiente propício (ao estupro) no Brasil".

A publicação destaca que horas antes de o caso virar destaque na imprensa o ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), havia mantido uma reunião de alto nível com Alexandre Frota, "um ator e estrela de reality show que já disse que não teria pudores em fazer sexo com uma mulher sem consentimento".

Cita também o episódio em que o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) foi condenado a pagar indenização à deputada Maria do Rosário (PT-RS) por ter dito que ela "não merecia ser estuprada".
"A reputação de Bolsonaro parece não ter sofrido: uma pesquisa de opinião mostrou que ele é a principal opção para presidente dos 5% de brasileiros mais ricos." BBC

O quarto pecado que alimenta esse crime é a impunidade.

"A impunidade anda de mãos dadas com a violência. Precisa haver uma punição exemplar e essa punição tem que ser divulgada para que a sociedade saiba. Temos que conscientizar essa sociedade de que quem compartilha, quem faz piada, (está agindo de modo) tão grave quanto ao do estuprador." BBC

O quinto pecado que favorece o crime de estupro é a promiscuidade.

Arielle Sagrillo Scarpati, de 28 anos, que faz doutorado em psicologia forense na Universidade de Kent, na Inglaterra, afimra que “não existe o "grande monstro estuprador". Na maioria dos casos de violência sexual, os perpetradores são considerados "homens normais", que não acham que cometeram um ato violento. Mas o que exatamente eles pensam?"

"Quando você olha a literatura sobre o tema, observa que a maioria dos casos de estupro são cometidos por agressores que não têm nenhuma patologia. A gente tem essa noção de que o estuprador é um monstro, um psicopata. Mas na verdade esses homens são o que chamamos de normais, em geral tidos como pessoas boas, salvo raras exceções. Isso sempre me chamou muito a atenção", disse à BBC Brasil. Isso nada mais é que o desejo natural ao sexo, mas sem o domínio próprio – a promiscuidade.

O sexto pecado do qual o estupro se alimenta é a violência contra a mulher.

“Scarpati tenta entender o que faz com que pessoas que cometem violência sexual não reconheçam seus atos como violentos. E aponta valores culturais e os "mitos do estupro", tanto no Brasil quando na Inglaterra, como os principais responsáveis.

"A maioria das pessoas acha que estupro envolve o monstro, o beco escuro, a mulher jogada no chão ensanguentada. Por isso, em muitos dos casos, a própria vítima não reconhece o que sofreu como violência." BBC

O sétimo pecado é a desigualdade.

“Segundo a pesquisadora, uma cultura machista também dificulta o acolhimento das vítimas pela polícia britânica, que enfrenta críticas de culpabilização da vítima semelhantes à brasileira. Sabemos que, de maneira geral, a maioria dos agressores carregam uma hostilidade contra mulheres e de alguma maneira apoiam "mitos de estupro".

Segundo as teorias mais aceitas atualmente: agressores geralmente trazem dentro de si o sexismo ambivalente, os "mitos de estupro" e o que chamamos de "crença num mundo justo".
A "crença num mundo justo" é a ideia de que coisas ruins acontecem com pessoas ruins e coisas boas acontecem com pessoas boas. Então, cada um só tem o que merece. Isso é algo que ajuda a deixar esses homens tranquilos com aquilo que fizeram.”


“Outra coisa é o que chamamos de "sexismo ambivalente". Ele tem uma face mais agressiva - a ideia de que mulher não presta, de que, se provoca o homem, merece apanhar mesmo e de que vale menos que o homem - e uma face benevolente - a ideia de que a mulher é a rainha do lar, de que é frágil e de que o papel do homem é cuidar dela.” BBC

Pecados devem ser abandonados; devem ser confessados e com atitude de arrependimento se mudar os hábitos que os incentivam.

O problema é uma questão moral e espiritual. Quando a Lei de Deus é ignorada, o home se faz um marginal.

A Lei de Deus tem dois mandamentos que regulam a violência sexual - o sétimo: "Não adulterarás"; e o décimo: "Não cobiçarás a mulher".

CIVIL WAR

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Civil War, um filme da Marvel, estréia amanhã e esta causando uma comoção entre os jovens e adultos fanáticos por filmes de ficção.

O Inimigo de nossas almas brinca com os humanos, e os ilude com aquilo que eles mais gostam e se divertem - os filmes.

O Grande Conflito acontece a cada minuto ao nosso redor, e nós estamos preocupados com a estréia de Civil War!

Uma Gerra Cósmica se desenrola ao nosso redor; o que está em jogo é nossa própria existência e o mundo está se divertindo e se preocupando com uma ficção.

O enredo de Civil War é o enredo de nossas próprias vidas.

Só que os heróis que estamos confiando e idolatrando não podem fazer nada, absolutamente nada por nós. Eles são ficção no filme e pessoas comuns na vida real.


A ilusão nos seduz. É incrível como a natureza humana é apaixonada pela mentira, por fábulas e pela ficção.

Por outro lado, "há uma realidade invisível que impacta grandemente o que vemos"; "uma vez que vivemos na era científica, não deveria ser difícil crer nas realidades invisíveis". A Bíblia declara que "a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes" Ef 6.12.

Há uma Guerra Cósmica ao nosso redor e estamos preocupados e iludidos com uma ficção.

"O Grande Conflito entre Cristo e Satanás forma o invisível cenário de fundo por trás do mundo visível que experimentamos todos os dias". Você agora mesmo pode estar sofrendo a influência dessa 'Guerra Pessoal', através de conflitos familiares, desemprego, opressão, abusos, mentiras, violência etc.

"Há de fato uma guerra, visível e invisível, na qual todos estamos envolvidos e na qual  todos escolhemos um lado. Experimentamos essa guerra todos os dias, não importa se compreendemos ou deixemos de compreender a repeito do que está ocorrendo. Essa é a essência de viver em meio ao Grande Conflito"

Essa é uma 'cosmovisão' do 'conflito', da 'Civil War' de cada um. A idéia de que está ocorrendo uma batalha entre poderes sobrenaturais nos cosmos. E você está envolvido; na realidade você é o alvo e o prêmio a ser conquistado ou destruído. Conquistado por Jesus; destruído por Satanás.

"Embora o Grande Conflito envolva questões cósmicas, é uma batalha na mente e no coração."
A dúvida, a descrença e a falta de fé nas questões espirituais, são vírus que replicam a morte em nossa alma.

"A Bíblia nunca subestima a existência e a ação de Satanás nos assuntos da história humana". Por isso, leia a Bíblia. São 'spoilers' que nos antecipam a ação do inimigo, e você vai ser grato por isso.

Os Sagrados Spoilers bíblicos nos livram da aniquilação apocalíptica. A profecia são estes 'spoilers' fantásticos que frustram o plano do arqui-inimigo de Jesus.

Suas batalhas pessoais estão repletas deste Grande Conflito. "É necessário que todo cristão enxergue como esse conflito penetra em todos os aspectos da experiência humana; como em cada ato da vida a pessoa revela um ou outro daqueles dois princípios antagônicos [bem ou mal]. E como, querendo ou não, você está mesmo agora decidindo de que lado do conflito estará" Educação, p.190.

"Quem entre nós não conhece a realidade do grande conflito? Conhecemos essa guerra porque a sentimos dentro de nós diariamente. Vivemos neste mundo desestruturado, amaldiçoado pela ansiedade e pela dor, onde a serpente não está limitada a uma árvore no meio do jardim, mas todo o jardim está infestado de serpentes.

Um mundo cheio de sussurros de tentações que vêm de todas as formas e que tão facilmente enredam aqueles que não são diligentes na fé e na oração. Não é de admirar que Jesus tenha dito: "Vigiai e orai." Para que não caiamos nas muitas ciladas que nos aguardam, temos que vigiar e orar.

De todas as ciladas, talvez a mais perigosa para o cristão seja acreditar na mentira que diz: "Quando você sucumbe à tentação, já foi longe demais”. Não há um Deus cheio de graça que vai recebê-lo de volta em Seus braços. Quem já não ouviu essa voz sussurrando em seus ouvidos? Em certo sentido, essa ideia está correta: quando você cai em tentação, mesmo que seja uma única vez, já foi longe demais para voltar.

 Foi exatamente por isso que Jesus veio, conquistou a vitória por nós onde todos nós falhamos, e então nos oferece Seu triunfo. Essa é a essência do evangelho: No grande conflito, Jesus fez por nós o que nunca poderíamos fazer por nós mesmos.


Porém, ao mesmo tempo, precisamos es colher cada dia, cada hora, cada momento, nos colocarmos do lado dEle, e fazemos isso obedecendo à Sua Palavra e clamando pelas promessas de vitória que Ele nos fez, apoiando-nos o tempo todo em Seus méritos, que nos dão certeza da salvação".

Citações: Andy Nash; LES, "O Evangelho de Mateus"; Lição 05; págs.55-65.

PRISÃO DE POLÍTICOS SOMAM MIL ANOS


“Até o momento [04.04.16] em nosso país, 179 pessoas foram acusadas criminalmente na Operação Lava Jato. As condenações já emitidas em primeira instância somam quase mil anos de prisão.” BBC
Esse é um período de tempo que é mencionado no Apocalipse como sendo o tempo de prisão que será imposto também a Satanás.

A Bíblia descreve na Revelação, que Satanás também será preso por sua corrupção e a corrupção da raça humana – “O Anjo... segurou o Dragão... que é o Diabo, Satanás e o prendeu por Mil Anos” Ap 20.2

O encarceramento de Satanás faz parte de uma Operação Cósmica – O Juízo Investigativo – que está em operação a exatos 172 anos e que começou em 22 de Outubro de 1844 [Daniel 8.14 e 9.24].

A prisão do Diabo por Mil Anos é apenas uma execução preventiva porque durante esse Milênio os humanos participarão de um ‘juri popular’ celestial onde investigarão e por fim confirmarão [Juízo Confirmatório] o julgamento celestial – “Vi também tronos e nestes se assentaram aqueles aos quais foram dada a autoridade de julgar” Ap 20.4

Ao contrário da Operação Lava-Jato no Brasil que está na sua 24ª  fase, o Juízo Celestial tem três fases apenas:
-Juízo Investigativo: Dn 7.9-14; Ap 5.1-10
-Juízo Confirmatório: Ap 20.4 e 11-13; 1Co 6.2
-Juízo Executivo: At 17.31; Ap 20.7-10 e 13-15

A última fase do grande julgamento cósmico é chamado de Juízo Executivo; após a confirmação da sentença pronunciada na 1ª fase, o juízo é executado na 3ª fase.

A descrição profética oferecida é –“foram julgados segundo suas obras. A morte e o inferno foram lançados dentro do lago de fogo. Está é a segunda morte, o lago de fogo. E se álguem não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo” Ap 21.15

É uma sentença de morte e sua execução; não uma sentença humana, mas do Criador. Deus julga, os humanos confirmam e Deus executa.

A Morte Eterna é a sentença de inexistência; a extinção do mal, do pecado e do transgressor. A sentença final é a morte em um ‘lago de fogo’ pois somente o fogo pode extinguir seres espirituais como os anjos rebelados.

Mas os humanos rebeldes e transgressores da Lei de Deus [Ex 20.3-17] também recebem a pena final do ‘lago de fogo’. A corrupção aqui na terra será castigado com a pena de morte no ‘lago fogo’.

A crise política e o julgamento que segue em nossa páis é uma parábola pós-moderna do que está a ocorrer em nossos dias no céu – o julgamento. O juízo está ocorrendo em nossos dias; hoje sentenças 
estão sendo deliberadas.

O julgamento termina com a Segunda Vinda de Jesus à Terra [Mt 25.1-5]. Jesus retorna à essa Terra para levar os que obtiveram a sentença a favor e “viver[ão] e reinar[ão] com Cristo durante mil anos” Ap 20.4up.


Mas enquanto Jesus não coloca fim a esse julgamento, todos estamos sendo investigados hoje. 

A REVOLUÇÃO PORNOGRAFICA


A banda larga acelerou também uma revolução no desenvolvimento sexual dos jovens neste século. Meninos e meninas tomaram a pornografia como algo trivial na vida. E isso cada vez mais cedo. Como o universo adulto ainda falha em oferecer esclarecimentos, muitos "aprendem" sozinhos. É nesse cenário que o repertório da web pode virar um espelho deformado da realidade, com noções equivocadas sobre como tratar uma mulher e como buscar prazer numa relação. As novas gerações crescem com o risco de tomar a pornografia por sexo convencional - ou, pior, uma prática melhor que sexo de verdade.

Nem é preciso correr atrás. Esse conteúdo chega fácil por meio de grupos de amigos ou parceiros de flerte. A pornografia salta das telas dos celulares dos garotos. Em qualquer lugar, os jovens trocam e compartilham nudes pelo WhatsApp, por exemplo, num comportamento que indica a informalidade desta geração para lidar com o que era tabu. Em meio a essa distribuição de imagens de corpos nus, fica a pergunta: o que a intimidade, própria e alheia, ainda significa?

Nessa virada comportamental, o controverso vício em pornografia ganha status de patologia na psiquiatria. Hoje, especialistas em estudos sobre sexualidade começam a mirar os efeitos do consumo excessivo - e precoce - de conteúdo adulto. Um pacote de depressão, ansiedade, déficit de atenção e até uma alarmante incidência de disfunção erétil entre jovens tem aparecido nos consultórios, em transtornos ligados à compulsão por vídeos.

Mas os atores desse debate concordam que não cabe à pornografia o papel de vilã. Psiquiatras, ativistas ligados à sexualidade e mesmo muitos dos próprios jovens entendem que a carência reside no diálogo coletivo e na maneira de entender o relacionamento das pessoas com suas necessidades sexuais. A busca pelo prazer já existia muito antes da internet e certamente seguirá existindo. Cabe então à sociedade ajudar essas gerações que crescem com celulares na mão a entender que o sexo na vida real não tem gosto de plástico.

Há um consenso entre especialistas em sexualidade que uma geração entra em contato com a pornografia mais cedo que a anterior. Como a era digital pôs a internet à frente do diálogo familiar e escolar, muitos garotos têm baseado seu perfil sexual na cultura de agressividade e dominação contra meninas. Afinal, a pornografia convencional sempre louvou a ejaculação masculina.

Thiago Torres Monteiro é integrante do Clube Love, plataforma que promove debates sobre sexualidade. Em 2015, o grupo fez barulho na internet entre jovens com uma campanha ousada contra a banalização dos nudes. "Os jovens não entendem o nude como pornografia. Faz parte da paquera. E, mais para frente, é até normal o menino compartilhar a foto da namorada nua com os amigos", relata ele, que aponta a cultura de humilhação feminina como a distorção mais comum do adolescente que constrói hoje a sua sexualidade. "É alarmante a quantidade de meninas que se suicidam depois de passarem por constrangimentos de serem expostas na internet", afirma.
Há o risco de esse comportamento condicionar preferências. Foi mais ou menos isso o que aconteceu ao mato-grossense Miguel*, compulsivo por pornografia:

“Eu tentei reproduzir algumas coisas vistas nos vídeos pornográficos. Ela (parceira) não gostou, e eu também não me senti bem em fazer isso com ela. Mesmo se realizasse todas as minhas fantasias, isso não iria me satisfazer (...) a minha frustração é pelo fato de saber que esses atos não preenchem o vazio da minha alma.”

O QUE É NORMAL?
Uma deformação dos padrões considerados normais pode ser vista em estudo recente publicado na Espanha. O trabalho identificou uma onda de garotas adeptas da depilação total da vagina e uma tendência de meninos exageradamente agressivos com suas parceiras - características típicas da pornografia. O Brasil ainda não conta com nenhum levantamento desse tipo, mas a observação de especialistas aponta direção semelhante.

"O garoto vê que sua parceira estranha, e ele passa a ser rejeitado. E ele não entende o que está acontecendo. Ele diz: 'eu fiz aquilo que deveria ter sido feito e não tive a contrapartida'", afirma a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do programa de estudos em sexualidade e professora da Escola de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). "Ele vai achar que sofre de alguma deficiência. Os órgãos sexuais que ele vai ver nessas cenas e o desempenho dos atores não são compatíveis com o cotidiano. Então, o jovem vai pensar que jamais conseguirá um desempenho daquela ordem", completa a médica.

Para o jovem incomodado com seu comportamento sexual, a informação é sempre uma saída. E, mais uma vez, a internet faz o papel de ombro amigo. Depois de uma dica do Miguel, o TAB ingressou num fórum online no qual adolescentes brasileiros discutem disfunção erétil, compulsão por categorias extremas de pornografia ou sentimento de vergonha. Garotas também descrevem suas experiências nesse espaço. Uma delas fala da perseguição social que enfrentou após admitir para meninos que gostava de pornô. Outra seção concentra depoimentos de mulheres que lidam com distúrbios de parceiros, pedindo conselhos.

E OS PAIS?
 "Tentei falar com a minha mãe, mas ela dizia que era coisa natural: 'seu tio fazia isso, seu pai fazia isso'. Mas ela não sabia que eu abria 20 abas de sites por noite", conta o paraense Ricardo* sobre a tentativa de procurar ajuda dentro de casa.

Lidar com a situação já não era fácil há 20 anos, quando um pai encontrava a coleção de revistas masculinas do filho adolescente e tomava como necessária uma conversa de orientação. Hoje, o repertório pornográfico na órbita dessa faixa etária é bem mais vasto, com particularidades muitas vezes impensáveis para a cabeça dos pais. Mesmo assim, juntar coragem para um papo franco continua sendo a alternativa mais adequada.

"Até existem pais que dão camisinhas para seu filho, para sua filha, mas sem conversar fica difícil. Porque não é só a gravidez que está em jogo na realidade deles", diz Thiago Torres, ativista do Clube Love. "O próprio compulsivo não vai se declarar enquanto ele não chegar a uma situação de limite. O que leva ele a buscar ajuda é ter passado por perda e sofrimento", completa Carmita Abdo, da USP.
Uma busca simples no Google oferece a sensação que a pornografia domina a rede. Um exemplo mais preciso sobre a fartura desse conteúdo pode ser visto na compilação de dados abaixo, retirada de um relatório anual do site PornHub:

Sites de pornografia têm mais visitantes mensais do que Netflix, Amazon e Twitter, juntos
4.392.486.580 horas foram gastas nos vídeos do PornHub em 2015 (sim, 4 bilhões!)
87.849.731.608 vídeos foram vistos no PornHub em 2015 (média de 12 vídeos por pessoa no planeta)

Os brasileiros gastaram em média 7min57 no PornHub em 2015 - ocupam o número 18 no ranking de países (Filipinas lidera a estatística, com 12min45) Como foi o acesso do Brasil no PornHub em 2015: 50% computadores, 45% celulares e 5% tablets.

DEZ HORAS SEGUIDAS
Guilherme*, 28, percebeu o seu vício em pornografia quando sua rotina passou a incluir sessões de até dez horas na frente do computador. "Escolhi ficar trancado em uma sala das 8h às 18h sem comer, sem beber, sem falar com ninguém, para ficar apenas me masturbando e vendo pornografia", conta o rapaz.

Já Miguel*, 29, se viu no fundo do poço ao não conseguir se concentrar no trabalho - eram comuns as pausas para masturbação. Por sua vez, o paraense Ricardo* diz que já se considerava compulsivo por pornografia aos 14 anos. Hoje, com 21, ainda batalha para que o comportamento não atrapalhe sua vida de universitário.

É possível identificar pontos em comum nas histórias desses homens. Além do quadro de isolamento social que acompanha o ritual, a recuperação ocorre com atividades que "ocupem a mente". Eles também contam o tempo sem recaídas, exatamente como fazem membros do Alcoólicos Anônimos em tratamento - é um dia de cada vez. Quando conversou com o TAB, Guilherme comemorava três dias sem contato com a pornografia online. Já Miguel contava 32 dias "limpo", ainda distante do auge de três meses, façanha máxima de sua batalha pessoal.

“Hoje em dia a pornografia acaba chegando até você, não precisa procurar. É como oferecer um coquetel para um bêbado. Chega pelo WhatsApp, Facebook, Twitter, qualquer rede social. Você acaba pensando em pornografia influenciado por coisas culturais também, como uma ou outra música sertaneja que fale de uma menina dançando de saia curta.” Ricardo*, universitário de Belém (PA).

Com 14 anos, o americano Gabe Deem já havia visto "todos os tipos de pornografia que se possa imaginar" e se sentia dominado pela compulsão. Hoje, aos 27, o personal trainer de Dallas é quase uma celebridade da comunidade online que luta contra o vício nos sites Reboot Nation e Your Brain On Porn. Veja seu depoimento:

UOL: Na fase de compulsão, você se tornou agressivo com as mulheres?
Gabe Deem: Com o tempo, as conversas que eu tinha com os meus amigos sobre garotas mudaram. A conversa não era sobre qual garota beijava melhor, mas quais garotas deixariam a gente fazer aquilo que víamos na pornografia. Eu me tornei manipulador e coagia minhas parceiras a fazer o que eu via na pornografia.
UOL: Como você se recuperou?
Gabe Deem: Aprendi que meu cérebro pode ser religado e pode reconquistar sensibilidade se eu desse um descanso de estímulos artificiais para ele. E fiz isso. Em pouco tempo minha libido e rotina sexual com a minha parceira voltaram à normalidade. Esse processo de recuperação é o que chamamos de "reinicialização" (reboot), em que uma pessoa pode restaurar as configurações de fábrica de seu cérebro. O "reboot" é um tratamento de 90 dias sem estímulos sexuais artificiais, ou seja, longe dos sites de pornografia.
UOL: Que histórias tem recebido no site?
Gabe Deem: Alguns jovens que me escrevem pela primeira vez estão depressivos e suicidas. Eles estão assustados com a possibilidade de nunca mais conseguirem ser sexualmente ativos com suas parceiras.

FETICHE EM POKÉMON
Os especialistas dizem notar que, quando um jovem passa a ter a pornografia como parte da sua vida, é comum "refinar" os critérios de prazer. Ou seja, para muitos garotos, o sexo convencional deixa de ser atrativo. É neste momento que começa uma jornada por categorias extremas e inusitadas, todas disponíveis para quem tem uma dose a mais de curiosidade e uma boa conexão à internet. "Passam das fotinhos de meninas nuas para taras como troca de casais, sexo grupal e violência contra travestis. Eles cansam de uma coisa e vão atrás de algo novo, mais pesado", diz Thiago Torres.

O site PornHub é um dos campeões mundiais de acesso em conteúdo adulto. Recentemente, o grupo divulgou um relatório sobre o comportamento dos seus usuários. No trecho que mapeia as pesquisas dos brasileiros, nota-se o aumento da predileção por vídeos pornográficos em forma de desenho animado. Em 2015, "cartoon" foi o termo mais usado em acessos do Brasil, enquanto "hentai 3D" foi a subcategoria que mais cresceu entre usuários do país, com 693%. O estudo também ressaltou o interesse dos brasileiros por situações específicas envolvendo personagens de "Pokémon" e "Scooby Doo".

"A animação passava uma ideia de inocência, de perfeição. É uma coisa fantasiosa, parecia não cansar", diz o universitário Ricardo*, que em seu depoimento ao TAB admitiu ter passado por uma fase específica de busca por pornografia animada.

A mente de um compulsivo
Há três regiões do cérebro que respondem mais ativamente em pessoas com comportamento sexual compulsivo do que em pessoas "saudáveis" - são as mesmas regiões ativadas em alcoólicos ou dependentes de drogas em contato com seu objeto de compulsão.


PORNÔ, DROGA?
O protagonista do filme "Como Não Perder Essa Mulher" namora a personagem de Scarlett Johansson, mas mesmo com esse incentivo ele só consegue se satisfazer em sessões de prazer solitário. Em uma reflexão, o rapaz admite que começa a ficar excitado só de ouvir o seu computador ligando. É o cérebro de um compulsivo reagindo ao objeto de obsessão, diriam os especialistas.

Entender esse fenômeno moderno já inspira esforços da academia internacional. Uma pesquisa da Universidade de Cambridge (Reino Unido) analisou o impacto do vício em conteúdo adulto em cérebros humanos. Por meio da técnica da ressonância magnética funcional, os pesquisadores monitoraram a atividade cerebral de 22 homens que consomem material pornográfico de forma compulsiva e de 40 indivíduos considerados "saudáveis". Todos eles foram expostos a imagens sexuais durante a observação.

"Descobrimos que a pornografia altera a atividade cerebral e que o padrão cerebral resultante assemelha-se muito ao que é observado em um dependente de drogas quando na presença do seu objeto de compulsão", afirma a portuguesa Paula Banca, PhD em Neurociência Cognitiva e pesquisadora integrante do estudo em Cambridge. Os pesquisadores admitem que o esforço não fornece provas suficientes para dizer que a pornografia é "inerentemente viciante", mas destacam uma conclusão do estudo - quanto mais novo o indivíduo, maior o nível de atividade cerebral em situações de exposição aos conteúdos adultos.

Mas é natural que haja quem conteste qualquer interpretação de exagero de consumo de pornografia como doença. No livro "Vício Em Sexo: Uma História Crítica" (Sex Addiction: A Critical History), o professor neozelandês Barry Reay trata a questão como um frenesi oportunista e moderno. "Uma das fraquezas desse conceito é determinar o que constitui essa aflição. É uma aferição muito nebulosa, não pode ser deixada para que o indivíduo determine. Deveria existir algum tipo de critério que diga o que é exagero no consumo de pornografia", afirma o professor de História da Universidade de Auckland. "É importante reconhecer o papel da mídia, criando um clima em que conceitos não desafiados, como vício em sexo e pornografia, são a explicação mais fácil para qualquer distúrbio de comportamento sexual", acrescenta.

INTERVENÇÃO ESTATAL
Um debate promovido pelo Estado sobre a distribuição da pornografia como um elemento do nosso tempo ainda é incipiente. No Brasil, por exemplo, não há nenhuma política sobre como lidar com o tema. Nos últimos anos, alguns poucos países deram sinais que medidas de inibição podem virar tendência, preterindo iniciativas de diálogos mais amplos sobre comportamento e educação sexual.

Em 2013, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, afirmou que a pornografia online estava "corroendo a infância" dos jovens e anunciou que todos os provedores de internet do Reino Unido teriam como padrão bloquear conteúdos adultos - quem quisesse o acesso, teria de comunicar o interesse. No ano passado, a União Europeia determinou que o tráfego de informações na internet não deveria sofrer qualquer tipo de interferência, mas Cameron peitou a orientação do bloco e manteve a censura local.

O estado norte-americano de Utah aprovou recentemente uma resolução que rotula a pornografia como "crise de saúde pública", mas ainda sem oferecer diretrizes claras de como tratar o assunto. Uma das regiões mais conservadoras dos Estados Unidos - a maioria da população pertence à religião mórmon -, Utah ficou em primeiro lugar em um levantamento da Universidade de Harvard em 2009 sobre os principais consumidores de conteúdo adulto no país.

O FUTURO DA RELAÇÃO
A pornografia que influencia o comportamento de jovens é a mesma que serviu como "ponta de lança" para desenvolver tecnologicamente recursos da internet. Esse mesmo conteúdo que pode estimular agressividade contra mulheres eventualmente ajuda casais a saírem da estagnação de seus relacionamentos ou, em uma análise mais fria, mantém indivíduos em ambiente de sexo seguro, com seus hábitos solitários.

Será justo então tomar a pornografia como um mal social? Em um mundo no qual é comum adolescentes trocarem conteúdo adulto em grupos de WhatsApp, é difícil acreditar que peitos e bundas saiam de cena ou sejam controlados. Por isso, seja nas conversas acadêmicas ou na gíria juvenil, certamente é melhor pensar em como discutir de forma saudável o desenvolvimento da sexualidade. Aí, antes da escola ou do Estado, entra o papel preponderante dos pais.

"Muitas vezes eles (pais) reagem mal, de forma punitiva, de forma coercitiva. Seria mais interessante buscar a prevenção. O ideal seria um processo de educação sexual constante, desde a infância", reflete Carmita Abdo, da USP. "A gente tem observado isso com relatos das famílias, as crianças começando a se interessar e procurar pornografia na internet a partir dos 8 anos. É extremamente preocupante. Se o pai não chegar primeiro, a informação vai chegar da maneira mais errada e promíscua possível", completa o ativista Thiago Torres, do Clube Love.  *nomes alterados a pedido dos entrevistados.

Fonte: UOL
Autor: BRUNO FREITAS
Colaborador do UOL TAB

A ILUSÃO DA PÁSCOA


A Páscoa como é comemorada hoje é uma grande mentira.

Imagine, coelhos, ovos de páscoa, chocolate; essas coisas nunca existiram no contexto da antiga festa da Páscoa, a festa bíblica.

Cristãos participarem dessas coisas é uma negação da fé cristã. É uma perversão de algo tão significativo que se referia à morte de Jesus Cristo.

Hoje a Santa Ceia remete a antiga Páscoa. Mas transfigurar a antiga festa, mesmo que já tenha passado, em coelhos, ovos e chocolate é um sacrilégio.

O erro está tão misturado à verdade que os cristãos estão cegos e não conseguem discernir o que é correto.

A ilusão de contos imaginários são substituídos pela verdadeira história biblica.

Mentimos para os inocentes, iludimos nossas crianças nas escolas, e contamos mentiras, fábulas aos nosso filhos.

Sigamos o conselho da profecia - "rejeita as fábulas" 1Tm 4.6.

Mas não cumpramos a condenação da profecia - "Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos, e não só desviarão os ouvidos da verdade mas se voltarão às fábulas" 2Tm 4.4

Não ensinemos fábulas aos nossos filhos; não incentivemos eles a acreditar em mentiras.

Toda vez que um ovo de páscoa é presenteado a uma criança, uma mentira é colocado em seu coração e uma fábula alcança sua mente.

CRISTÃOS COMEMORAM A PÁSCOA?


"Cristo, nossa Páscoa, já foi sacrificado por nós" 1Co 5.7up; JFA EC.

A Páscoa era uma das Sete Festas do sistema cerimonial que apontavam para os eventos na vida e ministério do Messias.

1. Festa dos Pães Ázimos - a vida sem pecado do Messias
2. Festa da Páscoa - a morte do Messias
3. Festa das Primícias - a ressurreição do Messias
4. Festa do Pentecostes - o dom do Messias à humanidade - o Espírito Santo
5. Festa dos Tabernáculos - a Segunda Vinda do Messias e a Nova Jerusalém
6. Festa das Trombetas - os eventos que antecedem e anunciam o Dia do Juízo
7. Festa do Dia da Expiação - o Dia do Juízo e o Ministério Celestial do Messias

Mas a Páscoa se cumpriu no evento do Calvário, com a morte do Messias, Jesus Cristo, deixando de existir.

A Páscoa hoje é um evento de Babilônia; é a Igreja Romana que comemora a Páscoa e ainda vincula o evento em seu calendário espúrio.

Comemorar a Páscoa é reconhecer a autoridade de Babilônia.

Comemorar a Santa Ceia e ver nesta cerimônia a festividade que aponta para o que Jesus fez, finalmente é participar do Israel Espiritual, o verdadeiro povo de Deus na Terra.

O texto de Paulo à Igreja de Corinto apelava aos crentes - "Lançai fora o fermento velho, para que sejais massa nova" 1Co 5.7pp. Comemorar a Páscoa é reconhecer que vivemos no 'velho homem' ou na lei cerimonial.

A 'massa nova' se constituiu na nova ordem instituída por Jesus; a nova vida que Ele instalou no crente e na história humana. Essa nova vida inclui esta livre do cerimonialismo que a Páscoa está incluído.

Cristãos não comemoram a Páscoa; judeus comemoram a Pessach; e católicos romanos se utilizam dela equivocadamente.

'Cristo é nossa Páscoa e já foi sacrificado' e se temos de comemorar algo, que seja a Ceia instituída por nosso Senhor Jesus - a Santa Ceia.

PORNOGRAFIA E JOGOS - A BUSCA PELO PODER E PRAZER


Em um novo livro, A morte dos rapazes: Por que os rapazes estão lutando e o que podemos fazer ao respeito, os psicólogos Philip Zimbardo e Nikita Duncan dizem que podemos perder toda uma geração de homens para o vicio da pornografia e dos videogames. Sua preocupação não é com a moral, mas, pelo contrário, é com a natureza desses vícios em transformar o padrão dos desejos necessários para a comunidade.
Há uma diferença chave entre pornografia e jogos. Pornografia não pode ser consumida com moderação porque é por definição, imoral. Um jogo de videogame pode ser uma diversão inofensiva quando praticado de maneira amistosa. Mas a forma compulsiva de jogos compartilha um elemento chave com a pornografia: Ambas são feitas para simular algo, algo que cada homem deseja.
A pornografia promete orgasmo sem intimidade. Batalhas virtuais prometem adrenalina sem perigo. A excitação que as torna tão atraentes é fundamentalmente espiritual em sua raiz.
Satanás não é um criador, mas um plagiador. Seu poder é parasita, bloqueando bons impulsos e direcionando-os ao seu próprio propósito. Deus quer que um homem sinta a impetuosidade da sexualidade na união abnegada com sua esposa. E um homem deve, quando necessário, lutar por sua família, seu povo, pelos fracos e vulneráveis que estão sendo oprimidos.
O ímpeto pelo êxtase do amor justo e pela nobreza da guerra justa são questões atinentes ao evangelho. A união sexual ilustra o mistério cósmico da união entre Cristo e a Sua Igreja. O chamado à batalha está baseado em um Deus que protege Seu povo, um Cristo Pastor que arranca as suas ovelhas da boca dos lobos.
Quando tais ímpetos são dirigidos à ilusão das novidades em contínua expansão, eles matam o prazer. A busca por uma companheira é boa, mas a bem-aventurança não está em desfilar com uma novidade a cada semana. Está em encontrar aquela que foi feita para nós, e viver com ela na missão de cultivar a nova geração. Quando necessário, é certo lutar. Mas a luta de Deus não é uma novela sem fim. Termina em uma ceia, e em uma paz perpétua.
Além disso, esses desejos compulsivos fomentam os vícios aparentemente opostos da passividade e da hiper-agressão. O viciado em pornografia se torna um perdedor lascivo, abandonando a união de uma só carne para isolar-se na masturbação. O viciado em jogos de videogame se converte em um pugilista covarde, abandonando a coragem de proteger os outros pela agressão que não se arrisca a perder a vida de alguém.

Em ambos os casos, o indivíduo busca a sensação de ser um verdadeiro amante ou um verdadeiro lutador, mas faz isso utilizando suas glândulas de reprodução ou adrenalina diante de imagens pixeladas, ao invés de pessoas de carne e osso com as quais tenha responsabilidade.
Zimbardo e Duncan estão certos: esta é uma geração atolada no amor falso e na guerra falsa, e isso é perigoso. Um homem que aprende a ser um amante através da pornografia amará ao mesmo tempo a todos e a ninguém. Um homem obcecado em jogos violentos pode aprender a lutar contra todos e contra ninguém.
A resposta a ambos os vícios é vencer a excitação pela excitação. Apegar-se a uma visão do evangelho, de um Cristo que ama a Sua noiva e luta para salvá-la. E, assim, treinemos os nossos jovens para seguirem a Cristo aprendendo a amar uma mulher real, às vezes lutando contra seus próprios desejos e os seres espirituais que buscam devorar-nos. Ensinemos nossos jovens a fazer amor e a guerrear… de verdade.
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

A EXPERIÊNCIA INTERIOR DO LOUVOR


Muitas músicas contemporâneas não louvam a Deus, mas louvam a experiência do ser humano; elas falam das emoções humanas, da experiência do indivíduo ou do que a pessoa sente.

O louvor a Deus é caracterizado pela exaltação de Deus. O louvor, propriamente dito, engrandece a Divindade, Seus atributos, Seu poder é relatado e Sua Pessoa enaltecida.

Há muitos tipos de músicas religiosas:
- de louvor
- promocionais [muito produzidas hoje]
- súplicas
- temáticas [versam sobre temas bíblicos - esperança, segunda vinda, ressurreição etc] são as que mais existem
- extraídas dos Salmos [repetem a letra inspirada dos salmos bíblicos]
- experienciais [descrevem uma experiência particular; há salmos neste formato]
- inspiradoras [são músicas motivacionais]
- para ocasiões especiais
- etc.

O nosso padrão deveria ser o livro dos Salmos; cada Salmo é um hino e ali encontramos vários tipos, mas principalmente os de exaltação a Deus.

Imagine que há músicas que são cantadas em reuniões de crentes, no início da adoração e que falam de 'Pequenos Grupos', do 'sábado', do 'trabalho missionário' etc. Como já citado, existem vários tipos de música dentro do mesmo gênero, mas deve haver um discernimento ao escolhe-las. Há certos tipos de musicas religiosas que não louvam a Deus.

E mesmo quando as músicas são compostas elas devem refletir a Teologia denominacional; o que há muito hoje é a 'teologização' ou o ponto de vista do indivíduo.

Um exemplo disso é um louvor lindíssimo mas com um erro comprometedor; a música "Não há que temer" [obs. está é uma crítica construtiva, sem o objetivo de desfazer o trabalho do autor da música]

Eu sou o Senhor
Rei de Israel
Santo redentor
Começo e o fim
Sou o criador
O verdadeiro Deus
Eu sou a cura
Sou o poder

Eu sou o amém
Estrela da manhã
Eu morri na cruz
Trouxe salvação
Conheço a tua dor
Ouço o teu clamor
E minha destra, não falhará

Não há o que temer
Contigo eu estou
Não te assombres
Porque eu sou o teu Deus
Te fortalecerei, te sustentarei

Com minha mão, eu serei fiel

Se o louvor fosse elaborado na segunda pessoa do singular - "Tu És o Senhor" - se caracterizaria como uma exaltação. Mas a música na primeira pessoa desvirtua a experiência de quem canta.

Os Salmos seguem um padrão correto quando usam a primeira pessoa:
"Bendize a minha alma ao Senhor" Sl 104.1
"Rendei graças ao Senhor" Sl 105.1
"Louvai ao Senhor... todos os povos" Sl 117.1
"O meu socorro vem do Senhor" Sl 121.2
"Grande é o Senhor e mui digno de ser louvado" Sl 145.3

A narrativa de alguns Livros dos Profetas trazem o texto na primeira pessoa, porque o profeta relata a fala Divina acompanhada da expressão - "Assim diz o Senhor" - "Olhai para Mim e sede Salvos" Is 45.18 e 22.

Há músicas contemporâneas que seguem uma perspectiva correta e exaltam o nome de Deus - "Santo somente é o Senhor"; "Teu Santo Nome"; "Só em Ti"; "Deus de Israel"; "Tu És".

Mas uma distorção é criada na mente do adorador, e o louvor é difuso quando ocorre na 1a pessoa. Veja a mesma música na 2a pessoa do singular:

Tu És o Senhor
Rei de Israel
Santo redentor
Começo e o fim
És o criador
O verdadeiro Deus
Tu És a cura
És o poder

Tu És o amém
Estrela da manhã
Morreste na cruz
Trazendo salvação
Conheces minha dor
Ouve meu clamor
E Tua destra, não falhará

Não há o que temer
Comigo Tu estás
Não me assombro
Porque Tu És meu Deus
Me fortalecerá, me sustentará

Com Tua Mão, Tu Serás fiel.

Algumas distorções que ocorrem são sutis, outras são mais claras; algumas letras tem detalhes, outras como a música aqui citada, estão distorcidas no todo.

Por exemplo, em uma música - "Obrigado" - há uma descrição de uma experiência em um sonho, de uma pessoa que está no céu:
[obs. está é uma crítica construtiva, sem o objetivo de desfazer o trabalho do autor da música]

"Eu sei que lá no céu, ninguém irá chorar
Mas acho que senti uma lágrima rolar"

Já o texto bíblico afirma - "E lhes enxugará dos olhos toda lágrima" Ap 21.4

Isso pode parecer um pequeno 'detalhe' mas são em situações como essa que os conceitos musicais estão se sobrepondo aos conceitos bíblicos.

A poesia tem sua plasticidade, mas note que os Salmos são poesias, e nem por isso sacrificam o restante das Sagradas Escrituras.

Se você conhece alguma outra 'distorção' ou discordância em alguma música, poste o trecho da música aqui nos comentários. Os comentários ofensivos serão retirados. 

O objetivo é criarmos uma mentalidade que identifique essas distorções e anormalidades e valorizemos mais as Sagradas Escrituras do que o veículo musical, que tem o seu valor, mas precisa ser colocado no seu devido lugar. E isso é feito pelo indivíduo, ou o ouvinte.

[obs. esse é um texto livre de um blog; não tem a pretensão de ser um artigo ou de denegrir o trabalho de quem quer que seja]