FICAR DOENTE É PECADO?


Pecado se constitui em “transgressão da lei”; e dentro da “Lei” há mandamentos, conselhos e testemunhos. O livro de Levíticos se constitui parte da “Lei” que traz em sua segunda seção, dezenas de conselhos e mandamentos para a preservação da saúde do homem. Ficar doente depois da consciência sobre as leis, se constitui pecado; mais grave ainda é estar consciente dos conselhos modernos que temos no Espírito de Profecia, que são extensões ampliadas de todas as práticas sanitárias de Levíticos.

É nesse contexto que a última seção da “Lei” diz: "te ordeno, hoje ames o SENHOR, teu Deus, que andes nos seus caminhos e que guardes os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos, PARA QUE VIVAS E TE MULTIPLIQUES... dando ouvidos à sua voz e te achegando a ele; pois ELE É A TUA VIDA E A LONGURA DOS TEUS DIAS” Deuteronômio 30:13 e20.

As regras de saúde em levíticos eram rígidas e uma pessoa para ser excluída da rotina espiritual não precisava estar doente, mas só o fato de estar com suspeita de contaminação (imunda) era separada, passava por processos de descontaminação e só depois era readmitida na rotina religiosa. Era um processo de controle sanitário; entendemos isso quando lemos que ali era um acampamento de um milhão de pessoas. Para se manter a saúde desse acampamento em condições tão adversas eram necessárias regras sanitárias rígidas.

Doença no século 20 é algo complexo. Afirmar que ficar doente é pecado, vai ofender a muitas pessoas, pois um percentual muito alto de pessoas possui alguma desordem orgânica, no entanto ter uma doença constitui-se uma mudança dos planos originais de Deus e da imagem que refletimos DEle.

As doenças são agrupadas de acordo com sua origem – infecciosas, fisiológicas adquiridas, traumáticas, psíquicas, por lesões de esforço repetido (LER), por dependência, acidentais, congênitas,etc.

Doenças Infecciosas – são as que se tratam principalmente em Levíticos; a maioria das doenças ali relatadas são infecciosas causadas por fungos (doenças de pele) e bactérias (lepra, cólera, difteria, peste etc) causadas pela falta de higiene e condições sanitárias básicas. Eram tratadas de forma rígida com quarentena (13:46; 14:8) e rigorosa higiene (14:9; 15:5) mas com certeza algumas medidas visavam também a não contaminação por vírus.

As doenças infecciosas eram perigosas em um acampamento de um milhão de pessoas e podiam se alastrar em horas e matar a dezenas de milhares em dias. Em uma população pecuarista como eram os israelitas o contato com animais favorecia a pragas ou doenças zoonóticas. Havia ainda problemas com pulgas, carrapatos e outros insetos comuns aos animais que podiam infestar o acampamento trazendo a peste. As doenças infecciosas hoje são bem controladas devido as leis sanitárias e a higiene que são bem popularizadas. Mas a tuberculose, hepatite e a AIDS são as atuais campeãs de infecção. Um aidético é culpado como pecador por sua doença? Uma pessoa que adquiriu Hepatite C e sofre com seus efeitos e tratamento é pecador?

A complexidade que o pecado envolveu o homem criou situações atípicas e que indiretamente fazem o homem ser caracterizado como responsável pelo seu pecado. Há diferentes formas de infecção pela AIDS. A origem da doença (a teoria mais aceita) é que caçadores e tribos da áfrica tenham se contaminado com o sangue de macacos (por ingestão da carne crua ou mal cozida) e o vírus tenha se transmitido por via sexual. A partir daí vem a complexidade do pecado (quebra da lei). Se os homens nunca tivessem tocado nos animais imundos, não haveria essa doença; mesmo assim na ignorância das tribos isoladas no centro da áfrica, se eles tivessem uma moral sexual, a doença iria ficar circunscrita ao casal ou no máximo a aquela família, devido a infecção vertical do vírus (mãe e feto).

Mas hoje se sabe que a promiscuidade é o principal veículo do vírus, sendo as demais formas secundárias – transfusão de sangue, injetáveis e acidentais. As DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) estão incluídas aqui e são indicadas em Levíticos (15:4, 21, 26).

Doenças Fisiológicas – essas são as epidemias e pandemias mundiais. Trata-se das doenças cardíacas (não congênitas), diabetes (não congênita), doenças renais, hepáticas, e muitas outras que foram adquiridas por maus hábitos de alimentação, inatividade, alcoolismo, fumo e dezenas de outras coisas anexadas ao estilo de vida. Entre essas doenças há os sintomas e causas de algumas patologias que acabam se caracterizando como doenças – hipertensão, AVC (acidente vascular cerebral), obesidade, osteoporose etc.

Estamos em um século de pessoas doentes, enfermas. São raras as pessoas que não possuem alguma anormalidade e isto acarrete em algum desconforto ou sintomas que venham a atrapalhar o viver diário. Implicações indiretas como o consumo de medicamentos, consultas médicas, gastos com a saúde são indicadores de como estamos “doentes” e nossa vida é uma sobrevivência. As doenças fisiológicas são causadas pelos maus hábitos e são as principais referidas nos Conselhos sobre Saúde que temos no Espírito de Profecia.

Excluindo as causas congênitas (que uma pessoa nasce com o problema) estar doente por uma causa fisiológica, se constitui pecado. A declaração de EGW está principalmente dentro deste segmento de doenças em que somos responsáveis diretos por nossa saúde ou ausência dela. As doenças cardíacas são essencialmente resultado dos hábitos alimentares errados, com uma alimentação rica em gordura animal, falta de exercício físico e alimentos hiper-calóricos ou industrializados.

“Segundo a Organização Mundial de Saúde, o derrame cerebral, ou acidente vascular cerebral (AVC), atinge 15 milhões de pessoas por ano e é a terceira principal causa de morte natural no mundo. Destas, cinco milhões morrem, e outras cinco milhões sofrem seqüelas que as deixam deficientes. No Brasil, 129.172 pessoas morreram de AVC em 2002... o fumo, a dieta ruim e o sedentarismo são apontados como as principais causas que podem levar a um derrame. ” [BBC].

Até mesmo o câncer que tem sido relacionado com o fator congênito (herdado ao nascer) tem outras causas ou elementos inibitórios que retardariam ou até anulariam a manifestação de células mutantes e desenvolvimento da doença. “Os especialistas conseguiram determinar que, de 7 milhões de mortes por câncer em 2001, 2,43 milhões estavam ligadas a fatores de risco que poderiam ser modificados. Entre eles estão alimentação ruim, fumo, álcool, obesidade, falta de exercício e poluição do ar, segundo o estudo publicado na revista especializada The Lancet. As conclusões são baseadas em uma análise ampla de estudos científicos e outras fontes, como relatórios governamentais” [BBC].

Desconhecemos muito do que rege o desencadeamento das doenças, principalmente das fatalidades, mas maior é o conteúdo do que conhecemos como leis de saúde e que nos fazem responsáveis diretos sobre se somos saudáveis ou não; se temos qualidade de vida ou não; se vivemos muito ou não; e por fim, se ficamos doentes ou não.

Doenças Psíquicas – há muitas pessoas com depressão hoje em dia, e muito se fala que a depressão é resultado de não se confiar em Deus ou não possuir uma comunhão real com Ele. Novamente estamos diante da complexidade do pecado. A depressão é uma doença fisiológica, mas tratada nos consultórios dos terapeutas da psicologia e psiquiatras.

A Depressão propriamente dita ocorre quando há uma deficiência na produção de neuro-hormônios no cérebro. Substâncias como a Serotonina são as responsáveis para oferecer aos humanos a sensação de bem estar; a depressão fisiológica surge quando esse mecanismo não funciona e a Serotonina para de ser fabricada. Há vários motivos para essa perda de produção. Uma pessoa sedentária com um estilo de vida desfavorável tem sua produção de Serotonina diminuída. O defeito fisiológico pode ser corrigido com drogas, mas uma pessoa normal, que passa sob estresse psíquico e acaba por desenvolver a doença, tem condições de superar o trauma psíquico e fisiológico. O uso das drogas só potencializará a deficiência.

Portanto há aqueles que possuem depressão por característica própria de sua personalidade (melancólicos) ou introvertidos com tendências para a reclusão, pessimismo e negativismo. Trata-se de seu patrimônio psíquico, muitas vezes herdado. Por outro lado tem aqueles que adquiriram a doença pelo uso indiscriminado dos medicamentos; em crises existenciais, relacionais e outras, usaram do medicamento para combater a simples tristeza, ou o fato de estarem depressivos mas não com a doença fisiológica depressão. Cabe a um profissional (terapeuta) cristão e competente, dignosticar. Além da depressão existem outras doenças e cada caso deve ser acompanhado de terapia. Muitas dos casos com origem a partir das relações familiares desestruturadas ou um caráter ou personalidade mal formado. A terapia aliada ao evangelho pode ajudar muito às pessoas com desordem psíquicas.

Outras doenças – há ainda as doenças do trabalho, como a LER; caracterizadas pelo trabalho repetitivo e excessivo. Muitas vezes as empresas são as responsáveis por não oferecer condições saudáveis para o funcionário. Outras vezes o individuo é responsável diante de Deus por dedicar o melhor das suas forças ao emprego, e desenvolver assim doenças pelo excesso de trabalho e descuido com a saúde. As doenças traumáticas são decorrentes dos acidentes em geral.

Formalmente são deficientes aqueles que passam por traumas de acidentes e perdem funções ou adquirem disfunções. A causa do acidente revelará se houve negligencia humana ou fatalidade. As doenças congênitas são resultado do pecado "in situ" ou por que temos em nosso planeta a ordem das coisas afetadas por essa realidade espiritual. Crianças que nascem com defeitos e possuem doenças das mais variadas formas em síndromes e deficiências, representam os sinais do pecado de um planeta e não de um individuo propriamente dito. Há fatores adversos em cada situação que podem determinar exceções. Mulheres que tem filhos tardiamente estão mais propensas a ter bebês com problemas; pessoas que usam drogas como a maconha também estão expostas a mesma situação.

Conclusão – muitas das doenças que relatamos são devido ao afastamento do homem de seus propósitos originais, que foram estabelecidos pelo Criador. Ficar doente é pecado? Muitas vezes sim. Muitos ficam doentes por que não seguem as leis, conselhos e o estilo de vida que Deus revelou ao homem – “Filho meu, atenta para as minhas palavras; às minhas razões inclina o teu ouvido. Não as deixes apartar-se dos teus olhos; guarda-as no meio do teu coração. Porque são vida para os que as acham e saúde, para o seu corpo”; Prov. 4:20 a 22.
Mas Deus não nos deixa abandonados em nossas precipitadas escolhas – “Eis que eu farei vir sobre ela saúde e cura, e os sararei, e lhes manifestarei abundância de paz e de verdade... Porque restaurarei a tua saúde e sararei as tuas chagas, diz YHWH...” Jeremias 30:17

CIRCUNCISÃO – UMA ANTIGA REGRA PARA UM MAL MODERNO


Recentes pesquisas demonstram que a circuncisão se trata de uma técnica revolucionária.

“Dois testes realizados na África mostraram que a circuncisão pode reduzir pela metade o risco de transmissão de HIV. O resultado dos estudos, que foram conduzidos pelos Institutos Nacionais da Saúde, ligados ao governo dos Estados Unidos. Os primeiros estudos sobre a relação entre circuncisão e HIV foram feitos nos anos 80.

Na África do Sul, uma amostragem clínica com três mil homens feita no ano passado já havia detectado que o risco de contaminação havia caído 60% após a operação”. (BBC)
O mecanismo da circuncisão é que parte da pele do pênis seja retirada, para evitar o acesso de vírus, principalmente o HIV. Os vírus de HPV, HIV e outros se utilizam da pele do prepúcio para invadir a corrente sanguinea e infectar o homem, e este a mulher.

A pele do prepúcio não é do tecido epitelial (células mortas) que é impermeável e não acessível aos microorganismos; ao contrário é um tecido mucoso muito exposto e de fácil acesso, principalmente os vírus.

“Em 2004, uma pesquisa australiana já havia descoberto que o prepúcio – a pele ao redor do pênis que é removida na operação de circuncisão – contém células que são particularmente vulneráveis ao HIV. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que a descoberta é importante, mas enfatizou que o procedimento não deve nunca substituir o uso de camisinhas, que é considerado o meio mais seguro de prevenção contra a Aids.” (BBC)

Isso se demonstra uma técnica de prevenção fantástica pois não somente os vírus são descartados na infecção humana mas também outros microorganismos.

A mulher também era favorecida pois em áreas como a palestina (antiga canaã) a água era muito escassa e o banho não era freqüente. Muito material orgânico se juntava no prepúcio facilitando os fungos e bactérias. Desta forma o tecido glandular eliminado na circuncisão garantia uma penetração sem arrasto de material orgânico deteriorado ou carreando microorganismos.

As mulheres muito propensas ao câncer vaginal, cervical e uterino eram poupadas de recorrentes infecções. Hoje se sabe que um dos fatores que estimulam ao câncer são as infecções recorrentes que atacam o epitélio vaginal e epitélio glandular da cérvice e útero. Quanto menos exposições as mulheres tiverem a infecções menos propensões ao câncer existirá. São os microorganismos estranhos que são introduzidos pela relação sexual, que funcionam como agressores potenciais aos órgãos internos da mulher.

Além disso a mulher também era favorecida pois em áreas como a palestina (antiga canaã) a água era muito escassa e o banho não era frequente. Muito material orgânico se juntava no prepúcio facilitando os fungos e bactérias. Desta forma o tecido glandular eliminado na circuncisão garantia uma penetração sem arrasto de material orgânico deteriorado ou carreando microorganismos.

“A pesquisa foi apresentada na 15ª Conferência Internacional sobre a Aids em Bagcoc, na Tailândia. Estudos anteriores tinham mostrado que homens que tinham sido circuncidados apresentavam um sexto das chances, quando comparados a outros homens, de serem infectados pelo HIV. Mas até agora, a razão para isso não estava clara. Antes dessas pesquisas, acreditava-se que o vírus da Aids infectava a cabeça do pênis ou a uretra, mas esse aparente efeito protetor da circuncisão significa que o prepúcio é na verdade a mais provável rota de transmissão”. (BBC)

Esses fatos só demonstram a confiabilidade das Sagradas Escrituras. Qualquer regra de saúde de Levíticos trata-se de uma regra de saúde e prevenção e devem ser encaradas como atuais e benéficas.

Não vale a pena questionar as regras quando elas partem da Bíblia.

“No começo do próximo ano, a OMS deve promover uma conferência para discutir como transformar em políticas públicas as descobertas realizadas até agora”. (BBC) Deus usou a Bíblia Sagrada para divulgar, e milhões de judeus foram beneficiados com a circuncisão.

Hoje em dia a circuncisão ainda é feita em hospitais, e qualquer pessoa poder fazer a pequena cirurgia, sem internação, e com recuperação rápida e sem dor.

É PECADO?



Algumas coisas que minha igreja afirmava no passado estavam corretíssimas. Hoje percebo isto. Mas essas coisas, atualmente, são rotuladas como religiosidade e que não tem valor algum diante de Deus; só demonstrariam a hipocrisia de cristãos querendo se valer de métodos para estarem justos diante de Deus.

Mas religiosidade é piedade, ou seja uma vida isenta de corrupções morais. Corrupções estas que são ´pecados´, palavra antiquada hoje em dia... no entanto uma realidade espiritual. “Todos pecaram, todos carecem da glória de Deus”, ou de uma vida de piedade.

A única coisa que pode nos separar de Jesus é o pecado não confessado e acariciado. Portanto temos de conhece-lo e nos livrar dele. Satanás, por sua vez, só tem uma forma de acessar a vida do cristão – só uma senha de acesso, de seis dígitos – P E C A D O.

Convido você a desdobrarmos algumas coisas que foram rotuladas como “pecado” no passado e que hoje são admitidas naturalmente; e vivemos nos questionado... é pecado? Pode ou não pode?

CALÇA COMPRIDA PARA MULHERES É PECADO?



A calça comprida nunca foi bem vista pelas regras de virtude e modéstia da igreja. As primeiras mulheres que ousaram vestir as calças jeans sofreram calúnias e em algumas igrejas exclusões.

Mas as vantagens em usar uma calça em um acampamento, cidades muito frias, e outros bons motivos criados (moda), acabaram derrubando as regras. As mulheres tiveram liberdade de usá-la no trabalho, em reuniões sociais e atualmente até mesmo dentro da igreja.

O argumento bíblico era Deuteronômio 22:5 – “A mulher não usará roupa de homem...”; e havia um agravante que o corpo da mulher ficava muito exposto. As calças jeans, naturalmente apertadas, deixam as formas femininas bem acentuadas aos olhos masculinos. A confusão estava armada. Por décadas a discussão se arrastou. Até hoje em igrejas tradicionais e interioranas, as calças não são permitidas, nem no convívio domiciliar das mulheres.

Mas recentes descobertas revelaram que as mulheres que se mantiveram fiéis a diretriz de suas igrejas foram premiadas.

Acontece que as calças geralmente são do tecido ‘brim’, um material muito grosso; para agravar mais ainda são muito justas. Isso favoreceu o surgimento de doenças ginecológicas, não necessariamente as DST. Foram evidenciadas vulvovaginites (infecções) principalmente por fungos.

As roupas íntimas de materiais sintéticos, preferidas por serem mais sensuais, as calças jeans apertadas e grossas, aumentam a temperatura dos genitais e causam um desequilíbrio na microbiota (microorganismos) favorecendo o crescimento de fungos.

Até em moças que não tinham uma vida sexual ativa as vaginites são um problema ginecológico corriqueiro causado pelo uso excessivo das calças em grande parte do dia. A rotina de sair cedo para trabalhar ou estudar e permanecer com calças apertadas durante 8 a 10 horas diárias, permanecendo sentadas e com pouco movimento foram um agravante extra.

Os problemas não são somente estes; com os órgãos reprodutores pressionados pelo modelito justo das calças, os ovários, trompas e útero recebem menos irrigação sanguínea e somatizam nos problemas de infertilidade junto com fatores como sedentarismo, estresse e promiscuidade.

Os fungos desenvolvem vulvovaginite caracterizada por “queimação vaginal e prurido, dispareunia e um corrimento leitoso” (Henry, 1999). As mulheres casadas sentem desconforto nas relações sexuais e em estágios avançados da infecção, dor e ardência. A ida ao ginecologista para diagnóstico laboratorial e tratamento é a regra.

As saias e os vestidos, opostamente, permitem uma ventilação e irrigação melhor dos genitais. Mulheres que usam vestidos preservam melhor sua saúde sexual.

Essa questão envolvendo prejuízos para a saúde, coloca o assunto novamente em discussão. As orientações bíblicas sempre são sábias e de projeções inalcançáveis pelo homem; muitas das regras, conselhos e mandamentos bíblicos guardam bênçãos e motivos que só saberemos na eternidade os resultados. Alguns como estes das roupas femininas, temos a graça de saber ainda aqui na terra, e a quem interessar corrigir os hábitos a tempo.

Um trecho dos conselhos de EGW (escritora norte-americana) sobre vestuário ajudam a colocar um ponto final na questão:

"Há ainda outra moda de vestir-se que é adotado por uma classe de pessoas chamadas reformadoras do vestuário. Imitam o sexo oposto, o mais possível. Usam casquete, calças, colete, casaco e botas, sendo esta a peça mais sensata do traje.

Os que adotam e defendem esta moda, estão levando a chamada reforma do vestuário a extremos muito objetáveis. Confusão será o resultado. Alguns dos que adotam este traje podem estar corretos em seus pontos de vista gerais quanto à questão da saúde, e poderiam ser instrumentos na realização de muito maior soma de bem se não levassem a tais extremos a questão do vestuário.

Nessa moda de vestuário foi invertida a ordem de Deus, e desrespeitadas Suas direções especiais. Deut. 22:5: "A mulher não usará roupa de homem, nem o homem veste peculiar à mulher; porque qualquer que faz tais coisas é abominável ao Senhor, teu Deus."

Esta moda de vestuário Deus não deseja que Seu povo adote. Não é traje modesto, e absolutamente não se adapta a mulheres modestas e humildes, que professam ser seguidoras de Cristo. As proibições de Deus são consideradas levianamente por todos os que advogam a remoção da diferença de vestuário entre homens e mulheres.

Designava Deus que houvesse clara distinção entre o vestuário do homem e da mulher, e considerou a questão de bastante importância para dar direções explícitas a esse respeito; pois se ambos os sexos usassem o mesmo vestuário isto causaria confusão, e grande aumento de crime. Paulo pronunciaria uma repreensão, fosse ele vivo hoje, se contemplasse mulheres que professam piedade usando esta moda de vestuário". 2 ME 477

A questão do vestuário feminino não é ponto doutrinário, mas de discussão e controvertido porque envolve questões sexuais; não se pode ignorar que a atenção (olhar) masculino pode ser despertado pelo tipo de roupa que a mulher usa; e que as mulheres que não usam tem uma saúde melhor.

Usar ou não usar a calça comprida não tem haver com salvação - mas com a saúde, assim como centenas de conselhos bíblicos ( Levítico 11 etc)

Não está sobre a mulher a única responsabilidade na questão do vestuário. Aos homens é deixado a responsabilidade de não olhar ou imaginar; por isso Jesus afirmou - "Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela" Mateus 5:28.

Dois extremos devem ser evitados - 1) colocar a burca nas mulheres; 2) a mulher usar qualquer tipo de roupa. O bom senso deve ser usado pelas mulheres, mesmo ao usar as calças compridas.

IR AO CINEMA É PECADO? (Parte I)


Antes de iniciarmos a discussão é necessário lembrar conceitos sobre o que é pecado. Pecado se constitui em “transgressão da lei”; há ainda a iniqüidade (má motivação) e as concupiscências (maus desejos) etc.

Também é necessário distinguirmos o ambiente do cinema e os filmes. Há dois agravantes aqui – o ambiente e as cenas exibidas ali.

Para entendermos o que ocorre no ambiente, aquela sala fechada e escura com uma tela grande e som dolby estéreo, é preciso rever o que ocorre em nosso cérebro quando exposto a uma super-estimulação sensorial, como ocorre neste ambiente.

A visão é a mais poderosa via de comunicação com o cérebro. Para ser objetivo, sem querer parecer ser simplista – “uma imagem vale mais do que mil palavras”. Cada imagem é decodificada em elétrons ou energia elétrica de baixa voltagem e transmitida ao cérebro através de diferentes circuitos neurais. Estes circuitos são determinados pelo cérebro de acordo com o estímulo recebido; estímulos sexuais são encaminhados ao hipotálamo por exemplo. Experiências ou cenas envolvendo sexo são mais impressivas desencadeando drogas mais poderosas (neuro-homônios).

Os estímulos elétricos determinam trilhas neurais (memória) e por vezes esses estímulos criam hábitos, porque o centro de recompensa no cérebro (prazer) prioriza essas trilhas pelo estímulo prazeroso que elas desencadeiam. Assim ambientes como as salas do cinema que potencializam os estímulos ali oferecidos são um agravante para o que é exibido ali.

As salas de cinema foram projetadas para “viciar” a audiência nas drogas endógenas que elas super-estimulam. Cada experiência nestes locais é inigualável ao cérebro. Essas experiências estimulantes não acontecem só nas salas de cinema....

O segundo agravante são os filmes. Cada filme oferece um tipo de estímulo de acordo com os gêneros cinematográficos – ação, violência, sensuais, eróticos, horror etc. Aqui ocorre os estímulos ao cérebro também mas as informações que são trazidas ao indivíduo é que se constituem a problemática maior.

Não é normal um cristão se alegrar e se divertir com cenas de violência; isto é sentir prazer com cenas de morte, assassinato, seqüestro, crimes etc. Leia com atenção o texto abaixo e perceba qual o objetivo dos filmes em nossa psique.

“Satanás está usando todos os meios para tornar o crime e vícios degradantes em populares. (...) A mente é educada para familiarizar-se com o pecado. A conduta seguida pelos baixos e vis é mantida diante do povo pelos periódicos do dia (filmes), e tudo que pode despertar a paixão é posto diante deles em agitadas histórias”. (O Lar Adventista, pág. 67 – capítulo: Sons e vistas [imagens] que encantam)

Nossa mente esta sendo preparada para não sentir repulsa pelo pecado, mas se divertir com ele, sentir prazer no pecado e se alegrar com cenas pecaminosas. Essa é a realidade. O mecanismo ocorre a nível fisiológico, com os estímulos oferecidos pelo ambiente e efeitos especiais e a nível de psique e moral, amortecendo nossas sensibilidades espirituais.

Pagamos para nos condicionarmos ao pecado, quando compramos um bilhete do cinema. E muitos exibem com orgulho os tickets que lhe dão direito de assistir os sucessos de bilheteria. Tais pessoas foram “encantadas” pelas imagens e sons; estão cegas ao perigo destes últimos dias.

“Pela contemplação somos transformados” – (O Desejado de Todas as Nações, pág. 427) Contemplando cenas de violência e erotismo seremos transformados a imagem de Satanás. Jesus é manso e humilde e raramente vemos filmes que nos permitam ser transformados a essa imagem. O que é mais estimulante e impressivo ao cérebro? Um filme de duas horas e meia, ou uma leitura apressada de 10 minutos da lição da ES ou da Bíblia?
(continua)

IR AO CINEMA É PECADO? (Parte II)


O assunto não acabou. Há muitas perguntas sem resposta ainda.
É ou não é pecado ir ao cinema? Qual a diferença de assistir o filme no cinema ou em casa? O ambiente do cinema é saudável?

È pecado ir ao cinema? Há muitas coisas hoje em dia que não estão alistadas na “Lei” e se constituem “pecado”. Para ser “pecado” seria necessário lermos nos primeiros cinco livros da “Lei”, algo tipo assim: “não entrarás nas salas de cinema”. O pecado se caracteriza como um ato de rebeldia ao mandamento ou conselho divino. Temos conselhos no Espírito de Profecia sobre o assunto – “Contemplarão imagens e ouvirão sons, e estarão sujeitos a influências desmoralizantes que, a menos que delas se guardem inteiramente, imperceptível mas seguramente lhes corromperão o coração e deformarão o caráter” (O Lar Adventista, pág. 408). Mas não se caracterizam como mandamento propriamente dito.

Tudo o que analisamos sobre o ambiente do cinema é caracterizado como “iniqüidade” (má motivação) e que acaba por alimentar as concupiscências (maus desejos). Todo esse mecanismo desencadeia ao pecado.

As pessoas que freqüentam o cinema, este hábito “seguramente lhes corromperão o coração e deformarão o caráter”. As “influências desmoralizantes” se constituem naquilo que é exibido no cinema e na forma impressiva como isso lhes é gravado na mente.

Sendo assim jovens, tecnicamente não se caracteriza pecado ir ao cinema (e a outros ambientes) mas revela a iniqüidade (mau desejo) do seu coração e ir até lá nutre as concupiscências (maus desejos) de erotismo e violência. E nossa oração deve ser esta: “ Lava-me completamente da minha iniqüidade e purifica-me do meu pecado” Salmo 51:2.

Qual a diferença de assistir o filme no cinema ou em casa? Não há diferença entre assistir um filme violento em casa ou no cinema; ambas as situações demonstram que há um mau desejo pelo pecado na mente, que sentimos prazer e nos alegramos com cenas de crimes e violência – isto é iniqüidade – “os seus pensamentos são pensamentos de iniqüidade” Isaías 59:7. Os que decidem não ir ao cinema, devem também decidir não assistir os mesmos filmes em casa. O jovem poderá não conseguir eliminar os filmes de um momento para outro; adapte sua rotina de entretenimento: no lugar de ir ao cinema, assista a algum filme em casa; selecione bem o filme, e assista algo sem maldade. Este procedimento irá atenuando seus hábitos e por fim tome a decisão de viver sem os filmes violentos ou sensuais.Aqueles que não vão ao cinema e assistem os mesmo filmes em casa, só andam a metade do caminho, mas não chegam a virtude da mesma forma. E quem raciocina que sendo a mesma coisa pode ira ao cinema, está se expondo duplamente aos seus maus desejos.

O ambiente do cinema é saudável? “Os verdadeiros seguidores de Cristo, terão sacrifícios a fazer. Fugirão dos lugares de diversão mundanas, pois não encontram a Jesus ali” (Mensagens aos Jovens, pág. 376). Os locais de diversão mundanas tem uma finalidade que os cristãos não querem participar – se divertir com o pecado (cenas de crime, violência, erotismo e sensualidade) Alguns argumentam que o ambiente de uma sala de cinema há muito mais decência e ordem que muitas rodoviárias ou locais públicos.

A lógica da afirmação não existe; a finalidade pela qual as pessoas estão nos dois ambientes é bem diferente, e isto determina o que é saudável ou não. Em uma rodoviária pode haver pessoas alcoolizadas, rudes e vulgares; na maioria das salas de cinema não há pessoas assim. Mas o que essas pessoas foram fazer na rodoviária? Foram se excitar com cenas de nudez? Foram admirar os efeitos especiais de um tiroteio, de guerras ou explosões terroristas? As situações são bem diferentes. A motivação (iniqüidade) é que faz a diferença. Se fossemos ao cinema para estarmos em companhia de pessoas de bom status social (e apenas isso) em muitas sessões não haveria nada de errado. Mas esse não é o objetivo das pessoas ali. As pessoas vão ao cinema para se divertir com situações e conceitos mundanos, contrários ao do cristianismo.

Os assuntos são sérios e envolvem vida e morte. Tome uma decisão hoje de:
1. Priorizar sua comunhão com Jesus através da leitura e oração
2. Não freqüente mais o cinema
3. Diminua os filmes que assiste
4. Seja rigoroso ao selecionar um filme para assistir em casa
5. Peça poder para fazer tais mudanças em sua vida.

SENSUALIDADE É PECADO?

A sensualidade é um dom de Deus, mas como todo e qualquer elemento sexual, está resguardado a intimidade do sexo, que envolvem homem e mulher casados.

O homem sendo estimulado visualmente, olhar uma mulher é o início de sua excitação sexual – Deus criou os homens assim. Uma mulher com partes de seu corpo descobertas ou delineadas, irá chamar a atenção, e depois alimentar seus desejos seus sexuais.

A mulher por sua vez é estimulada ao sexo pelos órgãos da audição e tato.

Para entendermos a questão, é como se os homens tivessem a liberdade de ficar sussurrando “cantadas” às mulheres e terem a liberdade de toca-las e fazer carícias, estimulando-as ao sexo.
Mas isto é assédio sexual e violentação!
Sim é!

E com os homens não ocorreria o mesmo?

Quando as mulheres, na sua suposta liberdade, se permitem mostrar o corpo, isso é uma violentação. O mesmo ocorre se tivessemos a liberdade de estimular uma mulher ao sexo, através da audição e tato. Muitas 'cantadas' são reprovadas pelas mulheres e outras abordagens são tidos como abusos, mas a situação invertida, não é considerada.

“Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Chicago indica que mesmo a conversa mais inocente com uma mulher é capaz de ativar os hormônios masculinos. Os pesquisadores pagaram estudantes para que fossem ao laboratório da faculdade com o pretexto de medir os elementos químicos de suas salivas. Na sala, os estudantes conversaram com uma jovem auxiliar da pesquisa.

Os testes de saliva mostraram que mesmo uma rápida interação foi suficiente para aumentar os níveis de testosterona nos homens em até 30%. A disparada dos hormônios foi proporcional à medida que os jovens se disseram atraídos pela mulher. Os que depois disseram ter se sentido mais atraídos foram os que tiveram as maiores mudanças hormonais” (BBC). Homens são estimulados visualmente; o mecanismo é fisiológico.

A questão de sensualidade envolve um ponto de mistério – a mente feminina. Portanto nunca saberemos porque mulheres insistem em exibir seu corpo de forma sensual, até mesmo em locais que os homens (pelo menos alguns) não querem ser estimulados sexualmente – a igreja.

Para evitar a divagação no tema proposto – sensualidade não é pecado. Sensualidade é um dom de Deus para ser usado no momento correto (intimidade do casal), no local correto (no local da relação sexual) e com a pessoa correta (o cônjuge).

A sensualidade entre casais casados é necessária e primordial para a saúde sexual e relacional entre homem e mulher. Já a sensualidade entre adolescentes, jovens e solteiros só os estimula ao sexo precocemente. Exibir sensualidade é um prelúdio ao sexo. Ser sensual aleatoriamente, é estimular uma pessoa estranha ao sexo; além de deselegante, é antiético, indecoroso e pecado.

Exibir o corpo de forma sensual é muito natural para o mundo não comprometido com as questões espirituais. Afinal questões como virgindade, adultério e infidelidade não são problemas para as relações entre não cristãos. Mas para cristãos o estímulo sexual oferecido por certas roupas e atitudes, é ofensivo e estimula a promiscuidade, bolinação, fornicação, adultério e infidelidade – todos pecados sexuais.

“Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis, então, da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pela caridade” Gálatas 5:13.

VIRGINDADE TEM ALGUM VALOR AINDA?

Você só valoriza a virgindade quando encontra a pessoa dos seus sonhos aquela que você quer passar o resto da vida com ela.

As dificuldades surgem quando na noite de núpcias muitas pessoas percebem que se tivessem permanecido virgem, tudo realmente seria maravilhoso, e como não valorizaram isto, o brilho da relação matrimonial começa apagado.

Muitos homens cristãos na noite de núpcias ao terem sua primeira relação sexual percebem que outras parceiras lhes ofereciam mais prazer. Muitas mulheres também passam por isto. O Plano Divino era que nenhum deles tivessem experiência sexual nenhuma e que a primeira relação sexual fosse única e sem comparações.

O homem tem uma desvantagem em não permanecer virgem. Ele sempre irá fazer comparações com as relações anteriores, e para vencer esse mecanismos (e outros) que adquiriu com anos de promiscuidade, terá muitas lutas interiores. As relações sexuais são extremamente impressivas ao cérebro; trata-se de uma experiência que irá causar fortes lembranças ao patrimônio da memória e sua psique.

Como alguém vai amar e permanecer fiel a alguém, se programou sua mente para ter prazeres com vários tipos de pessoas durante uma ou duas décadas? O jovem que decide permanecer virgem tem maiores chances de sucesso em seus relacionamentos e terá menos lutas com questões como a infidelidade e adultério.

A mulher tem duas desvantagens em não permanecer virgem. A primeira é idêntica ao do homem; sua psique tenderá a fazer comparações com as relações sexuais anteriores. Os homens são diferentes na sua forma de dar carinho, carícias e prazer a mulher. É auto-destrutivo para uma relação perceber que um parceiro anterior tinha um desempenho sexual, bem melhor do que seu atual marido. O mesmo acontece na mente do homem.

Mas a mulher tem uma membrana chamada Hímen, que traz em sua anatomia genital. Mulheres que já tiveram relações sexuais perdem essa membrana e perdem também tonificação muscular da vagina. Mulheres virgens oferecem mais prazer aos seus parceiros.

Isso se tornou um motivo de uma “caçada” cruel por parte dos homens que procuram ter relações ao máximo com mulheres virgens, nesta busca desenfreada por uma relação prazerosa. Chegam a dizer de forma machista que “não é de loiras ou morenas que preferem, mas de virgens”... Todo esse quadro vulgar e medíocre vem da questão de se manter ou não virgem. Se os mandamentos Divinos fossem a prioridade, não teríamos esses problemas.

Deve ser mencionado ainda que os homens diferem muito entre si quando se fala de órgãos genitais. De acordo com a altura, peso e principalmente raça, os órgãos masculinos variam em tamanho e espessura. Isso vai fazer diferença para uma mulher se ela não for virgem. Se uma mulher permaneceu virgem não terá problema nenhum.

Se você não é mais virgem, decida, com a Graça de Deus manter-se fiel de agora em diante. Quanto menos relações você tiver até o dia de seu casamento, melhor será pra você.
Se você está em uma luta para permanecer virgem, permaneça firme! As vantagens serão muitas e as bênçãos valiosas.

Se você quer vencer essa batalha, ai vão umas dicas:
1. Só valoriza a virgindade quem já a perdeu, e se arrependeu; então se valorize agora.
2. Não se deixe levar pelas brincadeiras de mau gosto; virgindade não é sinônimo de ser “frouxo”, pelo contrário, só quem é forte permanece assim.
3. Evite as carícias no seu namoro. Carícias induzem ao sexo.
4. Fuja dos filmes, revistas e situações que lhe excitem ao sexo.
5. Saiba identificar os namorados(as) que só pensam em sexo – fuja deles(as).
6. Valorize os conceitos e amigos cristãos, eles te ajudarão a permanecer firme. Já os conceitos e amigos mundanos só ridicularizam a virgindade.
7. Peça poder a Deus para ser forte nos momentos mais difíceis.

É ERRADO “FICAR” COM ALGUEM?

O relacionamento opcional que alguns jovens estão escolhendo no lugar do namoro, incentiva e cria hábitos promíscuos. (promiscuo = pessoa de hábitos sexuais variados)

O objetivo é somente explorar o corpo da pessoa a qual se sentiu atraída. O “ficar” se resume então em buscar momentos de prazer desfrutando de carícias e se a garota permitir, ter a relação sexual.

A desculpa para esses relacionamentos furtivos é que “ficando” da para se saber se a pessoa pela qual o jovem ou adolescente se sentiu atraído, é a pessoa certa... ou seja a escolha vem a partir das habilidades no beijo e no desempenho das carícias.

Assim um garoto de 13 anos que logo cedo começa suas “ficadas”, antes dos 20 anos pode ter ficado com dezenas ou uma centena de garotas diferentes. A sua mente e toda psique sexual é programada para a promiscuidade; prazer para sua mente é desfrutar de carícias e eventuais relações sexuais, com loiras, morenas, altas, baixas, ruivas, mulatas enfim, prazer na multiplicidade de parceiras ou companhias.

O que um indivíduo desse vai ser em um relacionamento estável em seu futuro? Respondo: infiel; propenso ao adultério.

Todo o patrimônio psíquico e comportamental de uma pessoa é cultivado a partir de suas experiências. Se a promiscuidade começa desde cedo na pré-adolescência os hábitos não serão diferentes na fase adulta. A aliança de ouro não irá mudar os gostos, preferências e hábitos de um indivíduo promiscuo que passou, talvez 10 a 15 anos tendo relações furtivas como vários tipos de pessoas.

Portanto jovem, se você gosta de “ficar”, você esta se programando para auto-destruição em seus relacionamentos futuros.

Qual a diferença se eu fico ou se tenho muitos namoros?

O “ficar” se caracteriza por uma experiência mais intensa para o cérebro; as carícias e eventuais relações sexuais são marcantes e imprimem nas memórias eventos que não são esquecidos com uma nova pessoa.

Deus criou as carícias como prelúdio para o sexo; a excitação que os adolescentes buscam nas “ficadas” viciam a muitos a uma vida promiscua, pois o coquetel de hormônios e neuro-hormônios que surgem destas experiências agem como drogas do prazer no sistema de recompensa do cérebro.

Assim um namoro em que os jovens não se exploram com carícias e prazeres, é uma relação normal para a psique. Mesmo que o namoro se caracterize por uma fase de paixão, beijos e abraços, as drogas que irtermediam esse tipo de relação (nor-adrenalina, adrenalina) não são tão impressivas como as que envolvem o prazer das carícias e do sexo (dopamina e oxcitocina).

Quem “fica” está em desvantagem séria para os que namoram. Mas se os namoros seguem os mesmos padrões de carícia, o resultado é o mesmo – a pessoa se vicia na promiscuidade. Estará se programando para a infidelidade e derrota em seus relacionamentos mais sérios como o casamento.

O “ficar” é uma iniqüidade (má motivação) e desperta as concupiscências (maus desejos), podendo levar ao pecado (fornicação, sexo pré-marital).

Se você quer deixar esse hábito do “ficar”, aqui vão umas dicas:
1. Não se deixe levar pela pressão dos amigos
2. Não é porque os outros fazem que você tem de fazer
3. Você não vai deixar de ser homem ou mulher se optar por apenas namorar sério
4. O auto-controle de você mesmo é que faz de você um homem e mulher verdadeiro
5. Se te provocarem sexualmente permaneça firme
6. Fuja (literalmente, corra!) de situações que te levem a “ficar” com alguém
7. Peça para Deus transformar seus sentimentos e desejos

“TELEVISÃO É COISA DO DIABO”. SERÁ?


Há muito tempo atrás ainda se ouvia isso. Algumas igrejas cristãs não permitiam que seus membros tivessem o aparelho nas suas casas. A televisão era considerada uma maldição para a família; corruptora dos valores morais, exibia cenas indecentes, tomava o tempo da devoção, tirava as pessoas dos cultos, deixava as pessoas absortas diante dela, quase que hipnotizadas.

Quanta verdade havia nisso?

Olhe para a sociedade em nossos dias e você vai ver o que a globalização que a mídia fez pelas imagens da TV. Não há um programa saudável na TV aberta. O que se exibe de graça a população é somente uma cultura inútil. Classificando os programas de forma agrupada, o que se observa é:

+ Telejornais – crimes, violência, corrupção, crueldades, mortcínio – você consegue dormir bem depois de notícias como estas? “Um estudo feito por uma equipe da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, sugere que ouvir uma notícia chocante inesperada pode provocar em uma pessoa sintomas semelhantes aos de um ataque cardíaco - dores no peito, fluído nos pulmões, dificuldade de respirar e colapso cardíaco. A pesquisa, publicada no New England Journal of Medicine, sugere que a má notícia pode levar a um aumento de adrenalina na circulação, e de outros hormônios ligados ao estresse, fazendo com que o coração fique "atordoado". Segundo os cientistas, excesso de hormônios do estresse podem ser tóxicos para o coração”. (BBC)

+ Novelas – traição, mentiras, ódio, rancor, tramas sexuais – há alguma virtude nessas cenas exibidas às famílias brasileiras? As novelas são acusadas de serem coadjuvantes aos vários fatores que causam e engrossam as filas de divórcio. Motivadores sutis, as tramas novelescas são um incentivo a procura de outros relacionamentos se o indivíduo não esta feliz com o atual.

+ Desenhos – ocultismo, demonismo, violência, ficção – que valores morais as crianças aprendem? Os desenhos animados são acusados de serem os que mais veiculam mensagens subliminares, por sua fácil manipulação das imagens. Desenhos como “Bernardo e Bianca” foram retirados das preteleiras nos EUA por exibirem pornografia. Outros desenhos como “Rei Leão”, “Hercules”, “A Pequena Sereia”e dezenas de outros são linhas de produção em mensagens subliminares. Com o surgimento da industria cinematográfica computadorizada, as imagens se tornaram mais manipuláveis ainda; coloca-se e vende-se o que quiser com estas técnicas.

+ Programas populares – idolatria de cantores e artistas, exibição de cenas vulgares e amorais – você tira algo de útil da vida dos artistas brasileiros e de Hollywood?

+ Filmes – violência, criminalidade, erotismo, sensualidade – a diversão ocorre com elementos questionáveis; se diverte com o crime, se entretém com cenas de violência, os momentos de lazer são passados contemplando cenas que não trazem tranqüilidade e calma; pelo contrário, estimulam agitação. Há ainda um elemento místico nestes filmes. Alguns como “Armagedom” e “Impacto Profundo” traziam cenas de Nova Iorque sendo destruída, caos e confusão; nesse último filme o Empire States é mostrado como sendo atingido por um meteoro e implodindo; uma cena idêntica a queda do WTC em 2001 pelos atentados terroristas. No filme “Armagedom” a chamada dos cartazes do cinema diziam: “Não disse que Nova Iorque ia ficar um inferno no reveillon?” E ficou, só que 3 meses antes do anunciado.

+ Reality Shows – (risos) precisa comentar? Comento. Os Reality Shows seguem um princípio chamado de voyeurismo. As pessoas se viciam no prazer de olhar a nudez alheia. O voyeurismo é um desvio sexual; a psiquiatria classifica como doença. Há ainda o jogo entre os participantes em clima de acusação; a disputa cega por dinheiro etc.

A TV é pura perversão em forma de informação e diversão. Divertir-se com o pecado é o absurdo desta perversão.